Lula na Inglaterra pergunta à rainha:
- Senhora rainha, como consegue escolher tantos ministros tão maravilhosos?
Sua majestade responde:
- Eu apenas faço uma pergunta inteligente. Se a pessoa souber responder ela é
capacitada a ser ministro. Vou lhe dar um exemplo...
A rainha manda chamar Tony Blair e pergunta:
- Mr. Blair, seu pai e sua mãe têm um bebê, ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem é ele?
Tony Blair responde:
- Majestade, esse bebê sou eu.
Ela vira pra Lula: - Viu só? Mereceu ser ministro.
Lula maravilhado volta ao Brasil...
Voltando ao Brasil, chama a ministra Dilma Roussef e lasca a pergunta:
- Companheira Dilma, seu pai e sua mãe têm um bebê, ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem ele é?
A ministra responde:
- Senhor presidente, vou consultar nossos assessores e a base aliada e lhe trago a resposta.
Vai então e cobra a resposta. Ninguém sabe.
Aconselham perguntar ao ex-presidente FHC, que é muito inteligente... Dilma liga pra FHC:
- Fernando Henrique, aqui é a Dilma Roussef, tenho uma pergunta pra você:
- Se seu pai e sua mãe têm um bebê e esse bebê não é seu irmão nem sua irmã,
quem é esse bebê?
O ex-presidente responde imediatamente:
- Ora senhora ministra, é lógico que esse bebê sou eu!
A ministra vai correndo levar a resposta ao Lula:
- Sr. Presidente, se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê não é
meu irmão nem minha irmã, é lógico que ele só pode ser o FHC!
Lula dá seu sorrisinho sabido e diz:
- Te peguei, companheira Dilma... Sua resposta está completamente errada!...
O bebê é o Tony Blair!
Autor Desconhecido...
Para Relaxar...
O MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO
Era uma vez um rapaz que pediu uma linda garota em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
- NÃO!
E o rapaz viveu feliz para sempre... Foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, comeu todas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele.
A moça teve celulite, varizes, engordou, os peitos caíram, se f... e ficou sozinha.
Era uma vez um rapaz que pediu uma linda garota em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
- NÃO!
E o rapaz viveu feliz para sempre... Foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, comeu todas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele.
A moça teve celulite, varizes, engordou, os peitos caíram, se f... e ficou sozinha.
Ponto Extra de TV Por Assinatura Resolução 488
No dia 1º de agosto, a Anatel decidiu prorrogar por mais 60 dias a suspensão dos artigos 29, 30 e 32 da Resolução 488, que regula os direitos dos assinantes de TV por assinatura.
Os artigos suspensos tratam da cobrança do ponto-extra. A Anatel não divulgou nenhuma informação sobre quais os próximos passos a serem tomados.
Entretanto a agência pensa na possibilidade de refazer texto para a resolução, e colocá-lo em consulta pública, no qual se proibiria a cobrança mensal pelo ponto-extra depois de transcorridos os 60 dias de suspensão.
Ainda segundo agência, seria permitida somente a cobrança pela instalação e pelo custo do aparelho (o decodificador).
A dúvida do consumidor permanece, sobre dever ou não pagar agora pelo ponto-extra, pois foram tantas são as mudanças ocorridas desde a publicação da Resolução 488, que ninguém mais sabe como se posicionar em relação ao pagamento mensal do ponto-extra.
Com esta decisão da Anatel, a situação continuará como antes, ou seja, até que defina os artigos em questão as empresas poderão cobrar pelo ponto-extra.
Segue um cronograma sobre o assunto:
- De 2 de junho a 31 de agosto de 2008, proibição na cobrança mensal do ponto-extra, e
proibição de cobranças retroativas.
- De 1º de agosto de 2008 até nova decisão da Anatel: a cobrança voltou a ser permitida.
- Os artigos da Resolução 488 da Anatel, agora suspensos por 60 dias, são os seguintes:
Artigo 29: prevê que o assinante tem o direito ao ponto-extra e ao ponto-adicional, sem ônus.
Artigo 30: trata à cobrança do ponto-extra de TV por assinatura e estabelece que as empresas
podem cobrar pela instalação, pela ativação e pela manutenção do ponto-extra.
Artigo 32: dá ao assinante a possibilidade de ele escolher que a própria empresa ou terceiro faça
a instalação e a manutenção do ponto-extra.
Para entender pontos-extras:
Ponto-extra é quando o assinante opta em ter em sua casa, mais um ponto de tv por assinatura, geralmente para colocar em seu quarto ou em outro ambiente (para crianças por exemplo).
Desta forma é necessário a instalação de outro equipamento, que receberá a mesma programação do ponto principal.
As operadoras cobram por este segundo ponto um valor menor do que a assinatura principal.
Outra opção é o ponto escravo, o qual faz-se uma extensão do ponto principal para outras tv´s, as quais passam a receber o sinal deste ponto principal, ou seja, de um único decodificador.
Acontece que todas as tv´s receberão a mesma programação ao tempo, pois recebem imagens de um único decodificador. Neste sistema, há a possibilidade de ser instalado também um controle remoto que controlará a programação, apesar do decodificador estar em outro ambiente.
Por este serviço é cobrado apenas a instalação está disponível apenas para algumas operadoras.
Samir Ferreira
Os artigos suspensos tratam da cobrança do ponto-extra. A Anatel não divulgou nenhuma informação sobre quais os próximos passos a serem tomados.
Entretanto a agência pensa na possibilidade de refazer texto para a resolução, e colocá-lo em consulta pública, no qual se proibiria a cobrança mensal pelo ponto-extra depois de transcorridos os 60 dias de suspensão.
Ainda segundo agência, seria permitida somente a cobrança pela instalação e pelo custo do aparelho (o decodificador).
A dúvida do consumidor permanece, sobre dever ou não pagar agora pelo ponto-extra, pois foram tantas são as mudanças ocorridas desde a publicação da Resolução 488, que ninguém mais sabe como se posicionar em relação ao pagamento mensal do ponto-extra.
Com esta decisão da Anatel, a situação continuará como antes, ou seja, até que defina os artigos em questão as empresas poderão cobrar pelo ponto-extra.
Segue um cronograma sobre o assunto:
- De 2 de junho a 31 de agosto de 2008, proibição na cobrança mensal do ponto-extra, e
proibição de cobranças retroativas.
- De 1º de agosto de 2008 até nova decisão da Anatel: a cobrança voltou a ser permitida.
- Os artigos da Resolução 488 da Anatel, agora suspensos por 60 dias, são os seguintes:
Artigo 29: prevê que o assinante tem o direito ao ponto-extra e ao ponto-adicional, sem ônus.
Artigo 30: trata à cobrança do ponto-extra de TV por assinatura e estabelece que as empresas
podem cobrar pela instalação, pela ativação e pela manutenção do ponto-extra.
Artigo 32: dá ao assinante a possibilidade de ele escolher que a própria empresa ou terceiro faça
a instalação e a manutenção do ponto-extra.
Para entender pontos-extras:
Ponto-extra é quando o assinante opta em ter em sua casa, mais um ponto de tv por assinatura, geralmente para colocar em seu quarto ou em outro ambiente (para crianças por exemplo).
Desta forma é necessário a instalação de outro equipamento, que receberá a mesma programação do ponto principal.
As operadoras cobram por este segundo ponto um valor menor do que a assinatura principal.
Outra opção é o ponto escravo, o qual faz-se uma extensão do ponto principal para outras tv´s, as quais passam a receber o sinal deste ponto principal, ou seja, de um único decodificador.
Acontece que todas as tv´s receberão a mesma programação ao tempo, pois recebem imagens de um único decodificador. Neste sistema, há a possibilidade de ser instalado também um controle remoto que controlará a programação, apesar do decodificador estar em outro ambiente.
Por este serviço é cobrado apenas a instalação está disponível apenas para algumas operadoras.
Samir Ferreira
TPM em 4 Fases...
Que o autor se identifique para ganhar o Nobel!!!
Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:
Fase 1 - A Fase Meiguinha:
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate.
O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo,para um temperamento um pouco mais depressivo.
Fase 2 - A Fase Sensível:
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di.
Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todosos homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
- Você acha que eu estou gorda? Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo 'estou' ao invés da combinação 'estou ficando', torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.
E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.
Fase 3 - A Fase Explosiva:
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico.
Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome.
Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas...Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta:
- Tá tudo bem?' A resposta é um simples e seca:
- Tá! Sem olhar na sua cara. Não satisfeito, você emenda um 'Tem certeza?', que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso 'teenhoo! Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.- Que foi?A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma droga? O meu também! E nem por isso eufico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem!Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa droga!O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu JiuJitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguém? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás,vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.
Fase 4 - A Fase da Cólica:
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Vocêvai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar coma dor dela.
Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado: O que aconteceu?', você se pergunta. 'Tudo bem'. Você pensa: 'Acho que ela se livrou do encosto'. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra(literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.Pelo menos até daqui a 20 dias...
ADENDO DO LEITOR
P.S.: O PIOR NÃO É ISSO, O PIOR É QUE ELAS ESTÃO LENDO ISTO E ESTÃO DANDO RISADAS E DIZENDO: SOU ASSIM MESMO, E DAÍ?
Autor desconhecido, talvez uma das vítimas...
Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:
Fase 1 - A Fase Meiguinha:
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate.
O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo,para um temperamento um pouco mais depressivo.
Fase 2 - A Fase Sensível:
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di.
Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todosos homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
- Você acha que eu estou gorda? Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo 'estou' ao invés da combinação 'estou ficando', torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.
E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.
Fase 3 - A Fase Explosiva:
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico.
Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome.
Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas...Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta:
- Tá tudo bem?' A resposta é um simples e seca:
- Tá! Sem olhar na sua cara. Não satisfeito, você emenda um 'Tem certeza?', que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso 'teenhoo! Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.- Que foi?A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma droga? O meu também! E nem por isso eufico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem!Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa droga!O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu JiuJitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguém? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás,vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.
Fase 4 - A Fase da Cólica:
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Vocêvai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar coma dor dela.
Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado: O que aconteceu?', você se pergunta. 'Tudo bem'. Você pensa: 'Acho que ela se livrou do encosto'. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra(literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.Pelo menos até daqui a 20 dias...
ADENDO DO LEITOR
P.S.: O PIOR NÃO É ISSO, O PIOR É QUE ELAS ESTÃO LENDO ISTO E ESTÃO DANDO RISADAS E DIZENDO: SOU ASSIM MESMO, E DAÍ?
Autor desconhecido, talvez uma das vítimas...
Para os Casados...
BONECA DE CROCHÊ
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos. Eles tinham compartilhado tudo um com o outro. Eles tinham conversado sobre tudo. Eles não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.
Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher.
Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares. Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê. O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio? - Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.
PRECE Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido, amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo, porque se eu pedir força, Senhor, eu bato nele até matar, pois não sei fazer crochê.
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos. Eles tinham compartilhado tudo um com o outro. Eles tinham conversado sobre tudo. Eles não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.
Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher.
Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares. Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê. O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio? - Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.
PRECE Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido, amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo, porque se eu pedir força, Senhor, eu bato nele até matar, pois não sei fazer crochê.
SOBRE A MORAL...
Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo.O urso se vira para ele e diz:
- Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa...
Então o urso pegou o coelhinho se limpou com ele.
MORAL DA HISTÓRIA:
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado!
Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo. Já contei pra todo mundo!!!
MORAL DA MORAL:
VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS SACANA QUE VOCÊ!
- Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa...
Então o urso pegou o coelhinho se limpou com ele.
MORAL DA HISTÓRIA:
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!
No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado!
Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo. Já contei pra todo mundo!!!
MORAL DA MORAL:
VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS SACANA QUE VOCÊ!
Na Aula de Filosofia...
Aula de Filosofia.
Na sala de aula ... Professor: Quem é o autor grego da frase 'Só sei que nada sei' ?
Joãozinho: - P-Q-P, professor!!!!! O Lula é grego???!!!
By Internet
Na sala de aula ... Professor: Quem é o autor grego da frase 'Só sei que nada sei' ?
Joãozinho: - P-Q-P, professor!!!!! O Lula é grego???!!!
By Internet
Comentários Sobre a Nova Lei Seca
Este é o tipo de lei que em alguns momentos dissemos “até que enfim”, e em outros “ferrou!!”.
Isto porque sabemos que muita gente embriagada, dirigi seu veículo e põe várias vidas em risco, inclusive dela própria.
Na Lei 9503/97, que antecedeu a nova lei seca, praticamente tratava
o assunto da mesma forma, o que na verdade não funcionava era sua
aplicação, pois pelo que parece, não era muito levada a sério.
A nova Lei 11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (9503/97), proíbe o consumo de praticamente qualquer quantidade de bebida alcoólica por condutores de veículos.
De repente, surge uma nova regra, aparentemente mais rigorosa e
com efeitos mais severos.
O que mudou?
A lei anterior previa uma tolerância de até 6 decigramas de álcool por litro de sangue, e caso ultrapassasse este valor, respondia como infração administrativa.
A lei atual, prevê que, quem for flagrado com uma dosagem superior 2 decigramas de álcool por litro de sangue (equivalente à ingestão de uma lata de cerveja ou um cálice de vinho) pagará multa de 957 reais, receberá sete pontos na carteira de motorista e terá suspenso o direito de dirigir por um ano.
Aqueles cuja dosagem de álcool no sangue superar 6d g/l (duas latas de cerveja) deverão ser presos em flagrante. As penas poderão variar de seis meses a três anos de cadeia, sendo afiançáveis por valores entre R$ 300,00 e R$ 1.200,00 e também perderão o direito de dirigir por um ano.
No primeiro momento parace injusto para àqueles que se dizem bons bebedores. O problema é ligar a TV e ver no noticiário que alguém embriagado, matou uma pessoa e saiu ileso, sem nenhuma punição.
Eu particularmente estou tentando me adaptar, pois não teremos mais o drink depois do trabalho, o chopp no almoço (final de semana), e por aí vai. Eu espero que a polícia leve a sério e que monitore policiais corruptos, pois existem mais policiais honestos que corruptos.
Quanto ao uso do bafômetro é verdade, se você tiver bebido, não precisa fazer o teste do equipamento, não precisa fazer exame de sangue e não se preocupe, nada vai acontecer com você.
A única falha desta lei, é vincular testes e exames no momento da fiscalização para poder aplicar as sanções. Desta forma o infrator pode alegar o artigo 5º, inciso 63, que protege todos os cidadãos, até mesmo os infratores (é verdade...).
E não se preocupe, você apenas vai pagar a multa pela recusa.
Em alguns países, basta apenas a suspeita do policial que o motorista esteja embriagado para aplicar as sanções, a diferença é o preparo deste policial (em todos os sentidos).
Além de que, nestes países, os níveis de álcool variam de 6 a 8 decigramas de álcool por litro de sangue, com punições até mais rígidas que nossa. A diferença é que nestes países, a lei funciona...e faz tempo!
Samir Ferreira
Isto porque sabemos que muita gente embriagada, dirigi seu veículo e põe várias vidas em risco, inclusive dela própria.
Na Lei 9503/97, que antecedeu a nova lei seca, praticamente tratava
o assunto da mesma forma, o que na verdade não funcionava era sua
aplicação, pois pelo que parece, não era muito levada a sério.
A nova Lei 11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (9503/97), proíbe o consumo de praticamente qualquer quantidade de bebida alcoólica por condutores de veículos.
De repente, surge uma nova regra, aparentemente mais rigorosa e
com efeitos mais severos.
O que mudou?
A lei anterior previa uma tolerância de até 6 decigramas de álcool por litro de sangue, e caso ultrapassasse este valor, respondia como infração administrativa.
A lei atual, prevê que, quem for flagrado com uma dosagem superior 2 decigramas de álcool por litro de sangue (equivalente à ingestão de uma lata de cerveja ou um cálice de vinho) pagará multa de 957 reais, receberá sete pontos na carteira de motorista e terá suspenso o direito de dirigir por um ano.
Aqueles cuja dosagem de álcool no sangue superar 6d g/l (duas latas de cerveja) deverão ser presos em flagrante. As penas poderão variar de seis meses a três anos de cadeia, sendo afiançáveis por valores entre R$ 300,00 e R$ 1.200,00 e também perderão o direito de dirigir por um ano.
No primeiro momento parace injusto para àqueles que se dizem bons bebedores. O problema é ligar a TV e ver no noticiário que alguém embriagado, matou uma pessoa e saiu ileso, sem nenhuma punição.
Eu particularmente estou tentando me adaptar, pois não teremos mais o drink depois do trabalho, o chopp no almoço (final de semana), e por aí vai. Eu espero que a polícia leve a sério e que monitore policiais corruptos, pois existem mais policiais honestos que corruptos.
Quanto ao uso do bafômetro é verdade, se você tiver bebido, não precisa fazer o teste do equipamento, não precisa fazer exame de sangue e não se preocupe, nada vai acontecer com você.
A única falha desta lei, é vincular testes e exames no momento da fiscalização para poder aplicar as sanções. Desta forma o infrator pode alegar o artigo 5º, inciso 63, que protege todos os cidadãos, até mesmo os infratores (é verdade...).
E não se preocupe, você apenas vai pagar a multa pela recusa.
Em alguns países, basta apenas a suspeita do policial que o motorista esteja embriagado para aplicar as sanções, a diferença é o preparo deste policial (em todos os sentidos).
Além de que, nestes países, os níveis de álcool variam de 6 a 8 decigramas de álcool por litro de sangue, com punições até mais rígidas que nossa. A diferença é que nestes países, a lei funciona...e faz tempo!
Samir Ferreira
Pra Quem Gosta Violão: Al Di Meola e Paco De Lucia
Este vídeo é do show Friday Night in San Francisco em 1981. O nome da música é "Mediterranean Sundance".
Mostra por que eles são os melhores...
Mostra por que eles são os melhores...
Flor de Liz - Djavan
PARA QUEM NÃO CONHECE A HISTÓRIA...
Quando ouvimos algo e não sabemos o porquê... mesmo assim, dá pra fazer poesia com uma história triste.
Cabe a nós, tentarmos interpretar!!! Mas sem o contexto, fica difícil não??
Djavan teve uma mulher chamada Maria. Os dois teriam uma filha que sechamaria Margarida, mas sua mulher teve um problema na hora do parto e eleteve que optar por ela ou por sua filha.
Perdeu as duas por obra do destino.Agora é possível entender a letra da música, sobre o ponto de vista de Djavan para o mundo, transformando sua dor em arte.
Valei-me, Deus!
É o fim do nosso amor! Perdoa, por favor, eu sei que o erro aconteceu, mas não sei o que fez
Tudo mudar de vez, onde foi que eu errei? Eu só sei que amei, que amei, que amei, que amei
Será talvez que minha ilusão, foi dar meu coração, com toda força prá essa moça me fazer feliz
E o destino não quis, me ver como raiz de uma flor de liz. E foi assim que eu vi nosso amor na poeira, poeira, morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida, ressecou, morreu, do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu.
E o meu jardim da vida, ressecou, morreu, do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu.
Aproveite cada momento da sua vida ao máximo, passe o maior tempo possível com as pessoas que você ama.
Torne estes momentos inesquecíveis. Aproveite a sua vida! Problemas, nós todos temos, podem ter certeza!
A diferença é saber que um dia todos eles, mais cedo ou mais tarde, vão ser resolver, e, provavelmente, surgirão outros.
Não podemos ficar esperando a ausência de problemas para sermos felizes!
A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir, de surpresa, de êxtase, de prazer e principalmente de felicidade.
Pare e Pense...
Quando ouvimos algo e não sabemos o porquê... mesmo assim, dá pra fazer poesia com uma história triste.
Cabe a nós, tentarmos interpretar!!! Mas sem o contexto, fica difícil não??
Djavan teve uma mulher chamada Maria. Os dois teriam uma filha que sechamaria Margarida, mas sua mulher teve um problema na hora do parto e eleteve que optar por ela ou por sua filha.
Perdeu as duas por obra do destino.Agora é possível entender a letra da música, sobre o ponto de vista de Djavan para o mundo, transformando sua dor em arte.
Valei-me, Deus!
É o fim do nosso amor! Perdoa, por favor, eu sei que o erro aconteceu, mas não sei o que fez
Tudo mudar de vez, onde foi que eu errei? Eu só sei que amei, que amei, que amei, que amei
Será talvez que minha ilusão, foi dar meu coração, com toda força prá essa moça me fazer feliz
E o destino não quis, me ver como raiz de uma flor de liz. E foi assim que eu vi nosso amor na poeira, poeira, morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida, ressecou, morreu, do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu.
E o meu jardim da vida, ressecou, morreu, do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu.
Aproveite cada momento da sua vida ao máximo, passe o maior tempo possível com as pessoas que você ama.
Torne estes momentos inesquecíveis. Aproveite a sua vida! Problemas, nós todos temos, podem ter certeza!
A diferença é saber que um dia todos eles, mais cedo ou mais tarde, vão ser resolver, e, provavelmente, surgirão outros.
Não podemos ficar esperando a ausência de problemas para sermos felizes!
A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir, de surpresa, de êxtase, de prazer e principalmente de felicidade.
Pare e Pense...
Dica de Filme: "O Som do Coração" - August Rush
O jovem guitarrista irlandês (Jonathan Rhyes Meyers, de "Match Point") e uma exímia tocadora de Cello (Keri Russell, de "Missão: Impossível 3") dividem uma noite mágica em Nova Iorque.
O talentoso músico mirim August (Freddie Highmore, de "A Fantástica Fábrica de Chocolate") deixa o orfanato para encontrar os pais, pois foi separado deles em seu nascimento.
Para isso terá a ajuda de um misterioso estranho (Robin Williams, de "Uma Noite no Museu" e "Férias no Trailer").
Detalhes para as musicas "This Time", originalmente gravada pelo próprio Jonathan Rhyes Meyers e o duelo de violões.
A Bunda Dura
Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura!?
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes. Sou louco? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
a - ESCOVA TODA MANHÃ: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar- se no Padrão "Alisabel é que é legal". Burra.
b - NA MODA: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS. O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar"desarrumada" nem enquanto tiver transando. É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto. Credo.
c - SORRISO INCESSANTE: Ela mora na vila do Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipática com orgulho - só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás ela nem sabe o que a palavra significa, coitada.
d - BUNDA DURA: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem HORROR a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece! Melhor convidar o Jorjão.
Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps. Que beleza de mulher. E você reparou naquela bunda? Meu Deus... Legal mesmo é mulher de verdade.
E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra sua.
Arnaldo Jabor
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes. Sou louco? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
a - ESCOVA TODA MANHÃ: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar- se no Padrão "Alisabel é que é legal". Burra.
b - NA MODA: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS. O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar"desarrumada" nem enquanto tiver transando. É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto. Credo.
c - SORRISO INCESSANTE: Ela mora na vila do Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipática com orgulho - só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás ela nem sabe o que a palavra significa, coitada.
d - BUNDA DURA: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem HORROR a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece! Melhor convidar o Jorjão.
Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps. Que beleza de mulher. E você reparou naquela bunda? Meu Deus... Legal mesmo é mulher de verdade.
E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra sua.
Arnaldo Jabor
Um Grande Discurso de Steve Jobs (Apple)...É Grande, mas vale a pena ler!

Discurso de Steve Jobs, o criador da Apple, para os formandos da Universidade de Stanford...
“Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.
Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei?Tudo começou antes de eu nascer.
Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”
Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.
E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha.
E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha.
E lá estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz.
No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes.
Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.
Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante. Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa - sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.
Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante. Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa - sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.
Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados.
Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação - o Macintosh - e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido.
Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador.
Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo.
Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida.
Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida.
Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.
Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça.
Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.
Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.
Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas - que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.
O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: “Continue com fome, continue bobo”. Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês.
Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas - que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.
O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: “Continue com fome, continue bobo”. Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês.
Continuem com fome. Continuem bobos.
Obrigado.”
Fonte: Você S.A
Comercial que deveria estar veiculando no Brasil...
E ainda tem pais que maltratam e até matam os filhos.
Esforço de Um Pai...
Os pais não devem satisfazer todos os desejos de seus filhos, e sim mostrar-lhes o que é possível, para que eles possam compreender as dificuldades, as frustrações e as conquistas. Mas neste caso, o esforço de satisfazer valeu a pena....E ainda tem gente que mata a própria filha...
Assistam "Em Busca da Felicidade"
Chris GardnerWill Smith e seu próprio filho, interpretanto Chris Gardner e seu filho Chris Jr.
Um dos melhores e mais tocantes filmes que assisti nos últimos anos. Emocionante história sobre um homem que chega ao fundo do poço para conquistar seus objetivos. Ainda por cima é baseado em fatos reais. O filme mostra com bastante sensibilidade, a obstinação de um homem chamado Chris Gardner que, depois de muitas tentativas frustradas de conseguir melhorar de vida, descobre que pode se tornar um executivo de uma grande empresa de fundos de investimentos.
Will Smith interpreta Chris Gardner com tamanha dedicação que é dificil não se emocionar.
Há uma cena em especial que, honestamente, só de lembrar emociona. Vale a pena.
Hoje Chris Gardner é dono de uma fortuna de 65 milhões de dólares, e uma das melhores empresas de investimento nos Estados Unidos.Falando de Música...
- The Beatles: A Hard Day's Night Sintetizar a carreira dos Beatles em poucas canções é tarefa dura. A Hard Days Night entra aqui pelo frescor que ainda exala quando ela é tocada; pelo acorde inicial de guitarra, que até hoje arrepia fãs de todo o mundo, e porque sempre vai estar ligada às cenas inicias do filme de mesmo nome, a melhor descrição do que foi a Beatlemania. Da mesma forma poderíamos lembrar de All My Loving, Help, She Loves You, Yesterday, I Wanna Hold your hand, gravadas entre 63 e 65 e ainda da primeira fase da banda considerada mais “fraca” que as posteriores. E ainda tem quem se pergunte porque eles foram tão grandes...
Rolling Stones: (I Can't Get No) Satisfaction Existem músicas e existem hinos, canções que marcam toda uma geração e continuam fazendo sentido para quem vem depois. Assim é Satisfaction, uma música que pode-se ouvir sem parar e mesmo assim não ficar cansado dela. Satisfaction além de ter se tornado talvez o maior clássico do rock, serviu para mostrar que o quinteto inglês não era mais uma entre as tantas bandas britânicas que estavam conseguindo emplacar na cola dos Beatles mas sim que eles eram uma banda com som e temática próprios e talento e arrogância em quantidades suficientes para lhes garantir um lugar ao sol mesmo quando a chamada invasão dos ingleses chegasse ao fim.
Bob Dylan: Like A Rolling Stone “Existem artistas que falam por sua geração”. Foi assim que Jack Nicholson apresentou Bob Dylan no Live Aid de 1985. Entrar no mundo de Dylan pode ser difícil: as letras são gigantescas, a voz anasalada não ajuda e até para quem fala inglês muito bem pode ser difícil de captar todas as imagens de suas letras. Mas quando você entra nesse planeta dificilmente sai. Essa canção é uma excelente porta de entrada para esse mundo: seja pela linha de órgão criada no improviso por Al Kooper (que sequer sabia tocar o instrumento), pela melodia forte que não cansa, apesar dos mais de seis minutos e pela interpretação carregada de Dylan contando a história da madame que vira mendiga. Dylan gravou vários discos e músicas fundamentais antes e depois desse compacto de julho de 1965, mas aqui mais do que uma simples canção a gente fala de um acontecimento que marcaria a história da arte no século 20. Para se ter uma idéia, o prestigiado jornalista Greil Marcus acabou de lançar um livro todo dedicado a ela, A Rolling Stone a elegeu a melhor música da história do rock e a revista inglesa Uncut também botou a música como o maior acontecimento da cultura pop dos últimos 50 anos.
The Who: Substitute O who surgiu no início dos anos 60 e logo se tornaram a principal banda Mod da Inglaterra (os mods gostavam de soul music, boas roupas, lambretas e de arrumar briga com os rockers). Antes de descobrir a ópera rock, Pete Towshend, o guitarrista e autor de 98% das músicas, era o rei dos compactos. Quase todos os singles que ele compôs para o Who nos anos 60 são não menos que antológicos. Talvez My Generation devesse estar aqui. Mas como, ao contrário do que a letra dizia, tanto ele, quanto vários outros de seus colegas de geração preferiram continuar vivos (e por vezes produzindo material de qualidade) ao invés de morrerem jovens, ficamos com esse perfeito exemplo de canção curta, grossa e capaz de levar o ouvinte para um outro estado de espírito.
- Velvet Underground: Venus In Furs Em 1967 o mundo era só paz, amor e flores no cabelo, quer dizer, menos para esses Nova Iorquinos que preferiam cantar sobre traficantes, heroína, paranóia ou, como nessa canção, sado-masoquismo. Tudo regado a muita dissonância, barulhos diversos e, sim, até boas melodias pop. O primeiro disco do Velvet não vendeu nada em sua época, mas, como costuma ser dito, quem o comprou montou uma banda. O grupo de Lou Reed (e John Cale que saiu depois do segundo LP para se tornar artista solo e produtor) pode realmente ser considerado visionário, já que o punk, o pós punk e os estilos dali derivados, jamais teriam existido sem os Velvets. Por causa disso, o “disco da banana” foi recentemente considerado a melhor estréia do rock – pela Uncut. Até agora ninguém chiou. O Velvet iria lançar outros três discos de estúdio igualmente importantes e todos também com péssimas vendas e acabaria em 1970. Lou Reed se lançaria em carreira solo e, ainda que não tenha se tornado mega-estrela, conseguiu se impor não só artística, mas também comercialmente, dentro do mercado (graças a ajuda de David Bowie que produziu sua música e disco mais conhecidos: Walk on the Wild Side presente em Transformer de 1973).
The Doors: Break On Through Assim como o Velvet Underground, os Doors tinham um fascínio pelo lado oculto da vida. Mas se a banda de Lou Reed passou anos no ostracismo, os Doors de Jim Morrison se tornariam ultra-populares, tocando para garotinhas histéricas e se apresentando no Ed Sullivan Show. Jim tinha um comportamento errático por conta do abuso de substâncias lícitas e ilícitas. Sendo assim a banda era capaz de gravar grandes músicas e discos de material bastante inferior. Break on Through obviamente entra na primeira lista, com a batidinha bossa-nova preparando a chegada do órgão de Ray Manzareck e a clássica entrada de Morrison: “You know the day destroys the night.. Jim morreu em 1971, os sobreviventes tentaram continuar mas desistiram após gravarem dois discos que, até hoje, quase ninguém ouviu.
Led Zeppelin: Whole lotta love Passada a onda psicodélica algumas bandas voltaram para o rock mais básico enquanto outras preferiram seguir viajando. Desse embate nasceriam dois dos estilos que definiram os anos 70: o rock progressivo e o hard rock/heavy metal. O Led deu seqüência às idéias do Cream de Eric Clapton e de Jimi Hendrix: um som pesado e com forte influência do blues americano. A essa receita o líder Jimmy Page acrescentou umas pitadas de música celta, um baterista mosntruoso (John Bohan falecido em 1980, selando o fim da banda) e um baixista quietinho mas muito talentoso chamado John Paul Jones. Ah tinha também o vocalista e sex symbol Robert Plant e seu jeitão de hippie e fã do “Senhor dos Anéis”. Some a isso um empresário brutamontes (que chegava a pegar 90% da bilheteria dos shows) e o resultado não poderia ser diferente: O Led se tornou a maior banda dos anos 70, mesmo com a crítica toda caindo de pau (coisa difícil de se acreditar hoje em dia). Selecionar uma ou duas músicas do grupo também é tarefa complicada. Stairway to heaven talvez até fosse a escolha mais óbvia, mas é em Whole Lotta love que se define o Led Zeppelin com o vocal gritado, o riff que todo guitarrista mais cedo ou mais tarde aprende a tocar e a parte final com o uso do Theremin selando a mistura de passado e futuro. Detalhe: o Zeppelin tinha o “hábito” de roubar antigos blues e renomeá-los (sem dar crédito nenhum para os autores). Para muitos Whole Lotta é somente uma versão turbinada de um antigo blues de howlin' Wolf chamado You Need Love.
David Bowie: Changes Bowie foi o artista símbolo da década de 70. Entre as inúmeras canções de David Bowie essa é a que melhor o sintetiza, principalmente pelo refrão: “Mudanças: vire-se e encare o desconhecido”. Já que foi isso que Bowie sempre fez por toda a sua carreira: arriscou-se em gêneros e personagens sem saber como sairia no final. Changes foi gravada em Hunky Dury, o último lançado antes de dominar a Inglaterra com seu disco e personagem Ziggy Stardust e abrir as portas para o glam rock. Depois Bowie estaria livre para atirar para todos os lados: voltou ao passado em um disco de covers, descobriu a música negra norte americana, abriu caminhos para a música eletrônica e a world music e finalmente, com Let's dance, de 1983 se tornou um dos maiores astros do planeta. Até chegar ao personagem dos dias de hoje: o cara cool e antenado nas bandas mais legais (como os Nine Inch Nails e o Arcade Fire).
Black Sabbath: Paranoid Há quem amaldiçoe o Black Sabbath por ter criado, praticamente sozinho, o Heavy-Metal. Já uma horda de adolescentes espinhentos sempre estarão prontos ajoelharem-se perante Ozzy Osbourne, Tony Iommy e cia. Exemplo clássico de banda desdenhada pelo público dito “sério” em seu tempo, o Sabbath com o passar dos anos viria a ser considerado um dos grupos mais importantes e influentes do rock. Os temas sobre ocultismo, o carisma de Ozzy, os riffs poderosos de Iommy, tudo contribuía para um som pesado, soturno e viciante e que as vezes até emplacava nas paradas, como essa canção, a única da banda a figurar no top 5 inglês e clássico incontestável atualmente.
The Who: Won't Get Fooled Again Em 1971 o Who já era uma mega-banda, principalmente por conta de Tommy, a ópera rock que vendeu horrores. Para dar seqüência àquele disco Pete Townshend veio com uma idéia ambiciosa que misturaria filme, um concerto gigante, o uso pioneiro do sintetizador e uma história que ninguém entendeu direito. O pacote todo se chamaria Lifehouse que, como era de se esperar, não vingou. Muito a contra-gosto Townshend então pegou as melhores músicas que havia composto para o projeto e assim nasceu“Who's Next” um dos discos mais queridos por fãs de bom rock. “Won't get fooled Again” se tornou um clássico e a canção mais emblemática da banda graças a força da banda (todos em seu auge como instrumentistas) e aos vocais de Roger Daltrey (há até quem defenda que o grito que ele dá quase no fim da canção é o maior momento da história do rock).
Yes: Roundabout O mais vilipendiado dos estilos do rock merece um pouco mais de carinho. É claro que muita bobagem foi feita em nome do Rock progressivo, e não colocamos muitas músicas do gênero nessa lista porque o prog-rock não foi feito para ser sorvido aos poucos e sim tomado de goladas. Apesar das faixas longas, a maioria dos medalhões do gênero sabia fazer coisas de mais fácil aceitação. Assim o Genesis tinha “I Know what i Like”, o Rush “Closer to the Heart”, o Jethro Tull “Aqualung” e o Pink Floyd “Money”. Selecionamos essa música do Yes porque (além dela ser muito legal, óbvio) ela é da banda talvez mais associada com o gênero (e por isso a mais criticada) e, ao contrário de muita coisa feita na época, sobrevive bem ao tempo (que o diga Jack Black que indica a música para o futuro tecladista da “Escola de Rock”).
Bob Marley: No Woman No Cry Bob Marley foi a primeira (e até agora única) mega estrela surgida em um país terceiro mundista. Marley tornou o reggae da sua Jamaica natal, em um ritmo universal. As apresentações de Marley no Lyceum de Londres em 1975 são um dos momentos chave da história do pop. Muitos os consideram os melhores shows dos anos 70. Se você quer saber se existe um fundo de verdade nisso é só ouvir o disco Live, ou apenas essa versão definitiva de um de seus maiores sucessos. No Woman, No cry já havia saído no disco Natty Dread mas é difícil achar quem se lembre da versão original hoje em dia (e olha que era uma bela versão). No woman, também tem importância para nós brasileiros, já que foi com a versão de Gilberto Gil (gravada em seu disco Realce de 1978 como “Não Chores Mais”) que o grande público daqui travou seu primeiro contato com aquele novo ritmo(já a primeira menção ao termo reggae por aqui cabe a Caetano Veloso que o mencionou em sua “9 out of 10” de 1972.
- Sex Pistols: Anarchy In The U.K. Se nos Estados Unidos o punk não vingou, na Inglaterra a história foi outra. Milhares de jovens cansados da monarquia, do rock pomposo, enfim de tudo, como é de se esperar quando se tem uma certa (pouca) idade, resolveram botar tudo abaixo em um dos períodos mais excitantes do rock. Ninguém simbolizou melhor essa geração que os Pistols para o bem (o carisma de Johnny Rotten, os grandes riffs do guitarrista Steve Jones) e para o mal (o niilismo desenfreado que acabou vitimando o segundo baixista Sid Vicious, com meros 21 anos e a idéia de que quase tudo feito ate então no rock deveria ser esquecido). O legado da banda se resume a apenas um disco (fora a trilha de “The Great Rock'n'Roll Swindle) mas ele perdura até hoje, basta ouvir Nirvana, Green Day, Offspring, Oasis e tantas outras que tentam emular, cada um a seu modo, os riffs de Steve Jones e a postura de Johnny Rotten e suas letras que misturavam raiva, política e bom humor (“eu sou um anarquista, sou o anticristo, não sei o que quero mas como conseguir, eu quero destruir”). Anarchy in UK é tão emblemática que ninguém deverá se surpreender se um dia ela começar a ser usada em salas de aula inglesas para explicar qual o era o estada das coisas no já longínquo 1976.
Ramones: Sheena Is A Punk Rocker Mais uma dúvida: se, como se diz, os Ramones só gravaram uma única música em toda a sua carreira, bastaria então escolhermos uma canção qualquer do grupo aleatoriamente e tudo estaria resolvido. É claro que não é bem assim. Mesmo trabalhando dentro de uma área bem delimitada: um rock veloz, curto e grosso e quase sem solos, a banda de Nova York tem um punhado de bons discos e um número ainda maior de músicas memoráveis em seu currículo. “Blitzkrieg Bop” por ter sido a primeira a ser lançada tem importância monolítica e “I wanna be sedated” foi o grande hit que a banda não teve e merecia (apesar de serem nomes comuns por aqui é bom lembrar que os Ramones nunca venderam bem nos EUA). Então vamos sair pela tangente e escolher “Sheena is...” que além de ser muito querida não só pelos fãs da banda, foi uma das raras faixas do grupo a chegar no top 100 e define bem o estilo do grupo que no fundo era uma adaptação para os sombrios anos 70 do som alegre e inocente do início dos 60. Mesmo assim, sem esse som muitas bandas e gêneros que surgiram depois ou não existiriam ou seriam bem diferentes (punk inglês, hardcore dos anos 80, grunge, o neo-punk dos anos 90...).
The Cure: Apesar de ser uma banda punk tipicamente inglesa e muito influenciados pelo Sex Pistols, fizeram um som de 1º categoria e canções poéticas e melodias que até hoje são tocadas nas melhores rádios do mundo todo. No final dos anos 80 até meados do final dos anos 90, esta banda influenciou muitas outras, assim como, era CD de cabeceira de várias tribos. Canções como Letter to Elise, Appart, do album Wish, mostram o lado punk da banda, mas ao mesmo tempo, a sensibilidade.
The Police: Message In A Bottle Ok, o grande momento de Sting e do Police foi Every Breath You Take e estamos conversados. Mas o fato é que o grupo entrou para a história por outros motivos além de ter escrito uma das melhores baladas dos últimos tempos. O grande lance do Police foi ter popularizado o termo: “reggae de branco”, ajudando a tornar o som da Jamaica palatável não só para rockeiros menos abertos mas para o público em geral. O Police também contrariava a escola punk que dizia que quanto menos se soubesse tocar melhor. Todos os três policiais eram excelentes músicos, mas eles entenderam que o segredo estava na simplicidade. É por isso que Message in a Bottle está aqui, por mostrar exatamente o porquê de até hoje ter tanta gente lamentando o fato de Sting, Andy Summers e Stewart Copeland não estarem mais juntos no palco e estúdio. E porque sem ela o rock brasileiro dos anos 80 teria sido bem diferente (que o digam os Paralamas do Sucesso, Blitz e Léo Jaime).
Pink Floyd: Comfortably Numb Quando surgiu em 1967 o Pink Floyd rapidamente se tornou a principal banda da cena psicodélica inglesa. Nessa época o líder da banda era Syd Barret (recentemente falecido). O Floyd de Barrett lançou compactos antológicos como See Emily Play e Arnold Lane e o disco The Piper at Gates of Dawn. Infelizmente as “experiências” de Barret com alucinógenos não foi das melhores e já em 1968 ele se mostrava impossibilitado de seguir com a banda. Começava então o reinado de Roger Waters que transformou o Floyd em uma das primeiras bandas do nascente rock progressivo. E conquistaram um público enorme ávido pelo instrumental do grupo e pelas letras paranóicas e depressivas de Roger Waters. Comfortably Numb está em The Wall, praticamente um disco solo de Waters. Uma das poucas exceções é essa música, feita em parceria com o guitarrista David Gilmour. A divisão bem definida entre os dois compositores lembra certos momentos dos Beatles (A Day in the Life, we can work it out, I've got a Feeling...) onde se via claramente o que tinha sido feito por cada compositor. Infelizmente esses momentos de colaboração foram raros na carreira da banda. Em 1983 o Floyd lançou The Final Cut (outro “solo” de Waters) e se despediu. Sem Waters eles se reuniram novamente e nasceu assim o terceiro Pink Floyd, que virou uma máquina de fazer dinheiro principalmente com seus shows apesar dos narizes torcidos dos fãs mais antigos e de toda a crítica.
Neil Young: My my, hey hey (Out of the blue) Se existe alguém que personifica o rock, esse alguém é Neil Young. Símbolo máximo do artista inquieto que assume os maiores riscos sem se importar com as conseqüências, Neil serve de modelo para quem acha que é possível ter uma carreira longa, instigante e digna. Grosso modo existem dois Neils: um que escreve baladas tranqüilas temperadas pelo folk e country. Esse Neil gravou faixas como Heart of Gold, After the Goldrush e Helpless. O outro gosta de fazer barulho, de preferência ao lado do Crazy Horse, uma das duas ou três melhores bandas acompanhantes de todo o rock. Essa faceta pode ser conferida em discos como Zuma e em canções como Cinnamon Girl e Rockin' in the Free world. My, My, Hey, hey acaba matando dois coelhos com a mesma cajadada, já que foi gravada dos dois modos (no disco Rust Never Sleeps que tinha um lado elétrico e um acústico). Mais que isso ela é a música símbolo de Neil com o famoso verso: “é melhor queimar que esvanecer” citado por Kurt Cobain na carta encontrada ao lado de seu corpo. Por causa disso Neil (que hoje em dia viu que uma ou outra ferrugem na lataria não condena o carro por inteiro) disse que não iria mais cantar a música. Felizmente ele mudou de idéia e a tocou em seu único show no Brasil (em 2001 no Rock in Rio 3).
Joy Division: Love Will Tear Us Apart Em 1979 o punk já dava sinais de desgaste, foi quando o pós punk surgiu. Várias bandas abraçaram o gênero (marcado por baixo pulsante, guitarras esparsas e canções intensas mas não necessariamente melódicas). Entre os principais nomes estavam o PIL, formado pelo ex-vocalista dos Sex Pistols Johnny Rotten, agora John Lydon, especializado em experimentar com o reggae e o dub. A Gang of Four com sua mistura de punk com funk e, principalmente, o Joy Division. O Joy era um quarteto de Manchester que começou punk e em dois discos criou um som bastante original (com a ajuda fundamental do produtor Martin Hannet). Boa parte do que é chamado hoje de “rock dos anos 80” tem as suas origens no som da banda. Love Will Tear us Apart, uma das mais dolorosas canções de amor desde sempre, deveria ter sido o trampolim da banda para o sucesso. Deveria se Ian Curtis não tivesse se enforcado com apenas 23 anos às vésperas da primeira turnê norte-americana. Tony Wilson, o chefe da gravdora deles, a Factory, contou recentemente que logo depois do ocorrido um ainda jovem Bono lhe disse que estava pronto para assumir a missão de Ian. Os sobreviventes do Joy se reorganizaram como New Order numa história que será vista mais á frente.
Soft Cell: Tainted Love Caso raro de regravação que supera a original, Tainted foi gravada pela primeira vez em 1964 pela cantora de soul Gloria Jones. Mas a versão que até hoje é ouvida (nem que de forma indireta: A canção S.O.S de Rihanna é construída sobre um sample dela) é a de 1981 gravada pela dupla Soft Cell. Tainted Love foi o compacto foi o mais vendido em 1981 na Inglaterra e chegou entre os 10 mais dos EUA. Com o fim do punk um se número de novas vertentes e sub-vertentes surgiram no horizonte. A do tecnopop foi uma das mais bem sucedidas tanto artística quanto comercialmente e seguiria forte durante o resto da década graças a nomes como Depeche Mode, Human League, OMD., Yazoo, Associates e outras bandas que descobriram na eletrônica um jeito novo e criativo de se fazer música. Na segunda metade dos anos 80 o gênero foi perdendo a força, mas grupos como os Pet Shop Boys e o Erasure mantiveram a chama do gênero viva.
New Order: Blue Monday Durante a década de 80 o Joy Divison foi tomando proporções mitológicas. Os três músicos sobreviventes (acrescidos da tecladista Gillian Gilbert) tomaram a inteligente decisão de, aos poucos, se afastarem do som da antiga banda. Assim, o som soturno e melancólico, foi dando espaço pra uma música dançante, eletrônica e... melancólica. Não seria exagero considerar Blue Monday a música mais importante dos anos 80. Além de ter se tornado o compacto de 12 polegadas mais vendido da história inglesa (a capa feita em formato de disquete custava mais para ser confeccionada e como resultado a gravadora deles, a Factory, continuou no vermelho), Blue Monday serviu para começar a quebrar preconceitos, abrindo os olhos dos roqueiros para a dance music (coisa que desde a discoteca não era muito bem vista) e vice-versa. Os descendentes ainda hoje estão surgindo. De Stone Roses ao Prodigy passando pelo Franz Ferdinand muita gente se beneficiou, mesmo que indiretamente, com as lições ensinadas pelo quarteto de Manchester. Com o dinheiro ganho com essa música a banda pôde abrir o Hacienda, um dos mais importantes clubes para o desenvolvimento do pop inglês (para mais detalhes confiram o filme; “A Festa Nunca Termina”).
The Smiths: How Soon Is Now? A chegada da banda de Morrissey e Johnny Marr na cena pop é um caso de timing perfeito. Em 83, as sonoridades pós punk já davam mostra de cansaço. Sobrava o pop das paradas, encabeçado pelos new romantics Duran Duran e Culture Club que eram, simpáticos, mesmo geniais em certos momentos, mas sem muita utilidade se você buscava emoções menos rasteiras. Dava então para assumir o modelito preto e virar gótico niilista-existencialista (os anos 80 adoravam rótulos, especialmente esses que ninguém conseguia explicar direito) fã de Siouxsie, Bauhaus, Cure e Sisters of Mercy. Os Smiths chegaram então para falar com todos que se sentiam excluídos da “grande festa da música oitentista”. Estava ali um grupo que soava diferente de quase tudo que viera antes, e, mais notável, sem apelar para experimentações e radicalismos. O som dos Smiths se fundamentou em duas bases: as melodias de Johnny Marr e as letras de Morrissey e seus contos de desilusão, desamor e inadequação aos tempos modernos. Os Smiths gravaram várias obras-primas, mas nenhuma tão perene quanto How Soon is Now. Afinal quem nunca foi em uma festa com grandes expectativas e voltou pra casa sozinho e amaldiçoando o mundo que atire a primeira pedra.
- U2: One Desde 1987 e o estouro de Joshua Tree, o U2 é a maior banda do planeta. Tendências vêm e vão, a crítica reclama se a banda muda de som e também xinga se eles não mudam, o público ameaça trocar de ídolo, mas no fim todo mundo ainda presta atenção aos novos discos da banda, que, verdade seja dita, ainda não se deitou sobre seus louros. Sempre foi curioso ver como não só o U2, mas os seus companheiros de geração em geral, apesar de terem criado um cancioneiro vasto e de qualidade, raramente criaram os chamados standarts, aquelas canções que ganham diversas regravações e que nos dão a impressão que sempre estiveram por aí. One foi a música que mostrou que a geração dos anos 80 também tinha fôlego para criar canções tão duradouras quanto os maiores clássicos do rock das décadas passadas. Nascida em um período complicado para o grupo, que sentiu que precisaria se renovar se quisesse continuar em evidência nos anos 90, One foi a música que mostrou que o grupo estava na direção certa e os impulsionou a terminar o disco Achtung Baby. One se tornou não apenas o ponto central de todos os shows do U2 como se mostrou uma canção versátil o bastante para ser interpretada tanto por Johnny Cash (que a gravou de forma tocante) quanto por Mary J. Blige que levou a canção novamente às paradas em 2005.
Nirvana: Smells Like Teen Spirit É uma pena que o suicídio de Kurt Cobain tenha, para o bem e para o mal, colocado toda a obra do Nirvana em outra perspectiva. Assim, a música do grupo é vista com um certo desprezo por gente que acha inconcebível que “o som do cara que se deu um tiro na cabeça” seja ouvido com a mesma reverência dos grandes clássicos. Por outro lado, essa mesma reverência torna difícil que se escute o Nirvana pelo que eles foram de melhor: uma grande banda de pop barulhento. Quem está na casa dos 25/30 anos ainda deve se lembrar de como foi ouvir Smells Like Teen Spirit, pela primeira vez, da excitação trazida por aquela música aparentemente banal, da sensação de que os anos 90 estavam começando. Essa é a sensação que deve ser buscada não só quando algum hit da banda tocar, mas principalmente ao se descobrir uma banda nova. A grande lição deixada por Kurt Cobain foi exatamente essa: a de que o rock sempre consegue se reinventar especialmente quando ele parece estar morto.
Pearl Jam: Jeremy Que o Nirvana foi a banda mais importante dos anos 90 praticamente não se discute, mas o Pearl jam foi a mais influente, principalmente pelo fato de que, ao contrário da banda de Cobain, eles sempre acreditaram mais na mitologia e em um passado glorioso do rock. Verdade seja dita, gostamos de ver os músicos como heróis e não como caras comuns, e ainda que o Eddie Vedder se esforce para parecer um cara qualquer, não é assim que seu público o vê. O Pearl Jam sempre teve uma queda pelo som praticado nos anos 70 por gente como o Led Zeppelin, Neil Young e o Who além da influência do punk e do rock alternativo dos anos 80. Essa mistura agradou não só á molecada mas também aos fãs mais tradicionais de rock que transformaram a banda numa das mais influentes dos últimos anos (basta ver a quantidade de clones de Eddie Vedder que já surgiram desde então), o pontapé inicial dessa trajetória foi Jeremy que apresentou ao público da MTV aquele cantor “que fazia umas caras estranhas enquanto o menino se matava na frente dos colegas” ao som de uma música nervosa e dramática e que, ainda hoje, é o momento mais aguardado nos shows da banda.
Oasis: Live Forever Os detratores do Oasis costumam dizer que a banda não tem valor por três motivos básicos: A - porque sempre fazem a mesma coisa. Argumento razoável, mas de Jorge Benjor aos Ramones dá pra fazer uma lista só com gente “que sempre faz a mesma coisa. B – Que eles acabaram com qualquer chance de evolução no rock jogando a Inglaterra (que sempre se responsabilizou por lançar tendências) em uma onda retrógrada e auto-celebratória. Mais uma vez, ser retrô não é necessariamente algo ruim, e é impossível ir para frente sem conhecer o passado. O lado celebratório tinha razão de ser também, afinal o auge da banda marca o fim do reinado conservador e a chegada de Tony Blair ao poder. E finalmente os ingleses tinham bandas boas o bastante para colocar o país de volta ao mapa do pop depois de amargarem anos de obscuridade por conta do grunge, do REM, do Metallica e por aí afora. C - os irmãos Gallagher são um saco. Ok, aí já fica mais difícil a defesa, mas a gente leva para casa o disco e não as pessoas que o fizeram. O grande lance do Oasis foi ter trazido de volta o prazer de se ouvir a música pop de três minutos.. Entre os vários compactos do grupo, Live Forever sempre terá um destaque especial, mais até do que Wonderwall, porque é nela que está tudo de bom que o Oasis sabe fazer: canções com melodias fortes, instrumental enxuto e uma das melhores interpretações de Liam Gallagher (que no futuro iria exagerar nos maneirismos dando mais lenha para quem detesta a banda). A letra também merece destaque, afinal depois de anos de escritores melancólicos, suicidas ou desesperados encontrar alguém otimista o bastante a ponto de querer “viver para sempre” era um alívio e tanto.
Fonte: Internet
Rolling Stones: (I Can't Get No) Satisfaction Existem músicas e existem hinos, canções que marcam toda uma geração e continuam fazendo sentido para quem vem depois. Assim é Satisfaction, uma música que pode-se ouvir sem parar e mesmo assim não ficar cansado dela. Satisfaction além de ter se tornado talvez o maior clássico do rock, serviu para mostrar que o quinteto inglês não era mais uma entre as tantas bandas britânicas que estavam conseguindo emplacar na cola dos Beatles mas sim que eles eram uma banda com som e temática próprios e talento e arrogância em quantidades suficientes para lhes garantir um lugar ao sol mesmo quando a chamada invasão dos ingleses chegasse ao fim.
Bob Dylan: Like A Rolling Stone “Existem artistas que falam por sua geração”. Foi assim que Jack Nicholson apresentou Bob Dylan no Live Aid de 1985. Entrar no mundo de Dylan pode ser difícil: as letras são gigantescas, a voz anasalada não ajuda e até para quem fala inglês muito bem pode ser difícil de captar todas as imagens de suas letras. Mas quando você entra nesse planeta dificilmente sai. Essa canção é uma excelente porta de entrada para esse mundo: seja pela linha de órgão criada no improviso por Al Kooper (que sequer sabia tocar o instrumento), pela melodia forte que não cansa, apesar dos mais de seis minutos e pela interpretação carregada de Dylan contando a história da madame que vira mendiga. Dylan gravou vários discos e músicas fundamentais antes e depois desse compacto de julho de 1965, mas aqui mais do que uma simples canção a gente fala de um acontecimento que marcaria a história da arte no século 20. Para se ter uma idéia, o prestigiado jornalista Greil Marcus acabou de lançar um livro todo dedicado a ela, A Rolling Stone a elegeu a melhor música da história do rock e a revista inglesa Uncut também botou a música como o maior acontecimento da cultura pop dos últimos 50 anos.
The Who: Substitute O who surgiu no início dos anos 60 e logo se tornaram a principal banda Mod da Inglaterra (os mods gostavam de soul music, boas roupas, lambretas e de arrumar briga com os rockers). Antes de descobrir a ópera rock, Pete Towshend, o guitarrista e autor de 98% das músicas, era o rei dos compactos. Quase todos os singles que ele compôs para o Who nos anos 60 são não menos que antológicos. Talvez My Generation devesse estar aqui. Mas como, ao contrário do que a letra dizia, tanto ele, quanto vários outros de seus colegas de geração preferiram continuar vivos (e por vezes produzindo material de qualidade) ao invés de morrerem jovens, ficamos com esse perfeito exemplo de canção curta, grossa e capaz de levar o ouvinte para um outro estado de espírito.
- Velvet Underground: Venus In Furs Em 1967 o mundo era só paz, amor e flores no cabelo, quer dizer, menos para esses Nova Iorquinos que preferiam cantar sobre traficantes, heroína, paranóia ou, como nessa canção, sado-masoquismo. Tudo regado a muita dissonância, barulhos diversos e, sim, até boas melodias pop. O primeiro disco do Velvet não vendeu nada em sua época, mas, como costuma ser dito, quem o comprou montou uma banda. O grupo de Lou Reed (e John Cale que saiu depois do segundo LP para se tornar artista solo e produtor) pode realmente ser considerado visionário, já que o punk, o pós punk e os estilos dali derivados, jamais teriam existido sem os Velvets. Por causa disso, o “disco da banana” foi recentemente considerado a melhor estréia do rock – pela Uncut. Até agora ninguém chiou. O Velvet iria lançar outros três discos de estúdio igualmente importantes e todos também com péssimas vendas e acabaria em 1970. Lou Reed se lançaria em carreira solo e, ainda que não tenha se tornado mega-estrela, conseguiu se impor não só artística, mas também comercialmente, dentro do mercado (graças a ajuda de David Bowie que produziu sua música e disco mais conhecidos: Walk on the Wild Side presente em Transformer de 1973).
The Doors: Break On Through Assim como o Velvet Underground, os Doors tinham um fascínio pelo lado oculto da vida. Mas se a banda de Lou Reed passou anos no ostracismo, os Doors de Jim Morrison se tornariam ultra-populares, tocando para garotinhas histéricas e se apresentando no Ed Sullivan Show. Jim tinha um comportamento errático por conta do abuso de substâncias lícitas e ilícitas. Sendo assim a banda era capaz de gravar grandes músicas e discos de material bastante inferior. Break on Through obviamente entra na primeira lista, com a batidinha bossa-nova preparando a chegada do órgão de Ray Manzareck e a clássica entrada de Morrison: “You know the day destroys the night.. Jim morreu em 1971, os sobreviventes tentaram continuar mas desistiram após gravarem dois discos que, até hoje, quase ninguém ouviu.
Led Zeppelin: Whole lotta love Passada a onda psicodélica algumas bandas voltaram para o rock mais básico enquanto outras preferiram seguir viajando. Desse embate nasceriam dois dos estilos que definiram os anos 70: o rock progressivo e o hard rock/heavy metal. O Led deu seqüência às idéias do Cream de Eric Clapton e de Jimi Hendrix: um som pesado e com forte influência do blues americano. A essa receita o líder Jimmy Page acrescentou umas pitadas de música celta, um baterista mosntruoso (John Bohan falecido em 1980, selando o fim da banda) e um baixista quietinho mas muito talentoso chamado John Paul Jones. Ah tinha também o vocalista e sex symbol Robert Plant e seu jeitão de hippie e fã do “Senhor dos Anéis”. Some a isso um empresário brutamontes (que chegava a pegar 90% da bilheteria dos shows) e o resultado não poderia ser diferente: O Led se tornou a maior banda dos anos 70, mesmo com a crítica toda caindo de pau (coisa difícil de se acreditar hoje em dia). Selecionar uma ou duas músicas do grupo também é tarefa complicada. Stairway to heaven talvez até fosse a escolha mais óbvia, mas é em Whole Lotta love que se define o Led Zeppelin com o vocal gritado, o riff que todo guitarrista mais cedo ou mais tarde aprende a tocar e a parte final com o uso do Theremin selando a mistura de passado e futuro. Detalhe: o Zeppelin tinha o “hábito” de roubar antigos blues e renomeá-los (sem dar crédito nenhum para os autores). Para muitos Whole Lotta é somente uma versão turbinada de um antigo blues de howlin' Wolf chamado You Need Love.
David Bowie: Changes Bowie foi o artista símbolo da década de 70. Entre as inúmeras canções de David Bowie essa é a que melhor o sintetiza, principalmente pelo refrão: “Mudanças: vire-se e encare o desconhecido”. Já que foi isso que Bowie sempre fez por toda a sua carreira: arriscou-se em gêneros e personagens sem saber como sairia no final. Changes foi gravada em Hunky Dury, o último lançado antes de dominar a Inglaterra com seu disco e personagem Ziggy Stardust e abrir as portas para o glam rock. Depois Bowie estaria livre para atirar para todos os lados: voltou ao passado em um disco de covers, descobriu a música negra norte americana, abriu caminhos para a música eletrônica e a world music e finalmente, com Let's dance, de 1983 se tornou um dos maiores astros do planeta. Até chegar ao personagem dos dias de hoje: o cara cool e antenado nas bandas mais legais (como os Nine Inch Nails e o Arcade Fire).
Black Sabbath: Paranoid Há quem amaldiçoe o Black Sabbath por ter criado, praticamente sozinho, o Heavy-Metal. Já uma horda de adolescentes espinhentos sempre estarão prontos ajoelharem-se perante Ozzy Osbourne, Tony Iommy e cia. Exemplo clássico de banda desdenhada pelo público dito “sério” em seu tempo, o Sabbath com o passar dos anos viria a ser considerado um dos grupos mais importantes e influentes do rock. Os temas sobre ocultismo, o carisma de Ozzy, os riffs poderosos de Iommy, tudo contribuía para um som pesado, soturno e viciante e que as vezes até emplacava nas paradas, como essa canção, a única da banda a figurar no top 5 inglês e clássico incontestável atualmente.
The Who: Won't Get Fooled Again Em 1971 o Who já era uma mega-banda, principalmente por conta de Tommy, a ópera rock que vendeu horrores. Para dar seqüência àquele disco Pete Townshend veio com uma idéia ambiciosa que misturaria filme, um concerto gigante, o uso pioneiro do sintetizador e uma história que ninguém entendeu direito. O pacote todo se chamaria Lifehouse que, como era de se esperar, não vingou. Muito a contra-gosto Townshend então pegou as melhores músicas que havia composto para o projeto e assim nasceu“Who's Next” um dos discos mais queridos por fãs de bom rock. “Won't get fooled Again” se tornou um clássico e a canção mais emblemática da banda graças a força da banda (todos em seu auge como instrumentistas) e aos vocais de Roger Daltrey (há até quem defenda que o grito que ele dá quase no fim da canção é o maior momento da história do rock).
Yes: Roundabout O mais vilipendiado dos estilos do rock merece um pouco mais de carinho. É claro que muita bobagem foi feita em nome do Rock progressivo, e não colocamos muitas músicas do gênero nessa lista porque o prog-rock não foi feito para ser sorvido aos poucos e sim tomado de goladas. Apesar das faixas longas, a maioria dos medalhões do gênero sabia fazer coisas de mais fácil aceitação. Assim o Genesis tinha “I Know what i Like”, o Rush “Closer to the Heart”, o Jethro Tull “Aqualung” e o Pink Floyd “Money”. Selecionamos essa música do Yes porque (além dela ser muito legal, óbvio) ela é da banda talvez mais associada com o gênero (e por isso a mais criticada) e, ao contrário de muita coisa feita na época, sobrevive bem ao tempo (que o diga Jack Black que indica a música para o futuro tecladista da “Escola de Rock”).
Bob Marley: No Woman No Cry Bob Marley foi a primeira (e até agora única) mega estrela surgida em um país terceiro mundista. Marley tornou o reggae da sua Jamaica natal, em um ritmo universal. As apresentações de Marley no Lyceum de Londres em 1975 são um dos momentos chave da história do pop. Muitos os consideram os melhores shows dos anos 70. Se você quer saber se existe um fundo de verdade nisso é só ouvir o disco Live, ou apenas essa versão definitiva de um de seus maiores sucessos. No Woman, No cry já havia saído no disco Natty Dread mas é difícil achar quem se lembre da versão original hoje em dia (e olha que era uma bela versão). No woman, também tem importância para nós brasileiros, já que foi com a versão de Gilberto Gil (gravada em seu disco Realce de 1978 como “Não Chores Mais”) que o grande público daqui travou seu primeiro contato com aquele novo ritmo(já a primeira menção ao termo reggae por aqui cabe a Caetano Veloso que o mencionou em sua “9 out of 10” de 1972.
- Sex Pistols: Anarchy In The U.K. Se nos Estados Unidos o punk não vingou, na Inglaterra a história foi outra. Milhares de jovens cansados da monarquia, do rock pomposo, enfim de tudo, como é de se esperar quando se tem uma certa (pouca) idade, resolveram botar tudo abaixo em um dos períodos mais excitantes do rock. Ninguém simbolizou melhor essa geração que os Pistols para o bem (o carisma de Johnny Rotten, os grandes riffs do guitarrista Steve Jones) e para o mal (o niilismo desenfreado que acabou vitimando o segundo baixista Sid Vicious, com meros 21 anos e a idéia de que quase tudo feito ate então no rock deveria ser esquecido). O legado da banda se resume a apenas um disco (fora a trilha de “The Great Rock'n'Roll Swindle) mas ele perdura até hoje, basta ouvir Nirvana, Green Day, Offspring, Oasis e tantas outras que tentam emular, cada um a seu modo, os riffs de Steve Jones e a postura de Johnny Rotten e suas letras que misturavam raiva, política e bom humor (“eu sou um anarquista, sou o anticristo, não sei o que quero mas como conseguir, eu quero destruir”). Anarchy in UK é tão emblemática que ninguém deverá se surpreender se um dia ela começar a ser usada em salas de aula inglesas para explicar qual o era o estada das coisas no já longínquo 1976.
Ramones: Sheena Is A Punk Rocker Mais uma dúvida: se, como se diz, os Ramones só gravaram uma única música em toda a sua carreira, bastaria então escolhermos uma canção qualquer do grupo aleatoriamente e tudo estaria resolvido. É claro que não é bem assim. Mesmo trabalhando dentro de uma área bem delimitada: um rock veloz, curto e grosso e quase sem solos, a banda de Nova York tem um punhado de bons discos e um número ainda maior de músicas memoráveis em seu currículo. “Blitzkrieg Bop” por ter sido a primeira a ser lançada tem importância monolítica e “I wanna be sedated” foi o grande hit que a banda não teve e merecia (apesar de serem nomes comuns por aqui é bom lembrar que os Ramones nunca venderam bem nos EUA). Então vamos sair pela tangente e escolher “Sheena is...” que além de ser muito querida não só pelos fãs da banda, foi uma das raras faixas do grupo a chegar no top 100 e define bem o estilo do grupo que no fundo era uma adaptação para os sombrios anos 70 do som alegre e inocente do início dos 60. Mesmo assim, sem esse som muitas bandas e gêneros que surgiram depois ou não existiriam ou seriam bem diferentes (punk inglês, hardcore dos anos 80, grunge, o neo-punk dos anos 90...).
The Cure: Apesar de ser uma banda punk tipicamente inglesa e muito influenciados pelo Sex Pistols, fizeram um som de 1º categoria e canções poéticas e melodias que até hoje são tocadas nas melhores rádios do mundo todo. No final dos anos 80 até meados do final dos anos 90, esta banda influenciou muitas outras, assim como, era CD de cabeceira de várias tribos. Canções como Letter to Elise, Appart, do album Wish, mostram o lado punk da banda, mas ao mesmo tempo, a sensibilidade.
The Police: Message In A Bottle Ok, o grande momento de Sting e do Police foi Every Breath You Take e estamos conversados. Mas o fato é que o grupo entrou para a história por outros motivos além de ter escrito uma das melhores baladas dos últimos tempos. O grande lance do Police foi ter popularizado o termo: “reggae de branco”, ajudando a tornar o som da Jamaica palatável não só para rockeiros menos abertos mas para o público em geral. O Police também contrariava a escola punk que dizia que quanto menos se soubesse tocar melhor. Todos os três policiais eram excelentes músicos, mas eles entenderam que o segredo estava na simplicidade. É por isso que Message in a Bottle está aqui, por mostrar exatamente o porquê de até hoje ter tanta gente lamentando o fato de Sting, Andy Summers e Stewart Copeland não estarem mais juntos no palco e estúdio. E porque sem ela o rock brasileiro dos anos 80 teria sido bem diferente (que o digam os Paralamas do Sucesso, Blitz e Léo Jaime).
Pink Floyd: Comfortably Numb Quando surgiu em 1967 o Pink Floyd rapidamente se tornou a principal banda da cena psicodélica inglesa. Nessa época o líder da banda era Syd Barret (recentemente falecido). O Floyd de Barrett lançou compactos antológicos como See Emily Play e Arnold Lane e o disco The Piper at Gates of Dawn. Infelizmente as “experiências” de Barret com alucinógenos não foi das melhores e já em 1968 ele se mostrava impossibilitado de seguir com a banda. Começava então o reinado de Roger Waters que transformou o Floyd em uma das primeiras bandas do nascente rock progressivo. E conquistaram um público enorme ávido pelo instrumental do grupo e pelas letras paranóicas e depressivas de Roger Waters. Comfortably Numb está em The Wall, praticamente um disco solo de Waters. Uma das poucas exceções é essa música, feita em parceria com o guitarrista David Gilmour. A divisão bem definida entre os dois compositores lembra certos momentos dos Beatles (A Day in the Life, we can work it out, I've got a Feeling...) onde se via claramente o que tinha sido feito por cada compositor. Infelizmente esses momentos de colaboração foram raros na carreira da banda. Em 1983 o Floyd lançou The Final Cut (outro “solo” de Waters) e se despediu. Sem Waters eles se reuniram novamente e nasceu assim o terceiro Pink Floyd, que virou uma máquina de fazer dinheiro principalmente com seus shows apesar dos narizes torcidos dos fãs mais antigos e de toda a crítica.
Neil Young: My my, hey hey (Out of the blue) Se existe alguém que personifica o rock, esse alguém é Neil Young. Símbolo máximo do artista inquieto que assume os maiores riscos sem se importar com as conseqüências, Neil serve de modelo para quem acha que é possível ter uma carreira longa, instigante e digna. Grosso modo existem dois Neils: um que escreve baladas tranqüilas temperadas pelo folk e country. Esse Neil gravou faixas como Heart of Gold, After the Goldrush e Helpless. O outro gosta de fazer barulho, de preferência ao lado do Crazy Horse, uma das duas ou três melhores bandas acompanhantes de todo o rock. Essa faceta pode ser conferida em discos como Zuma e em canções como Cinnamon Girl e Rockin' in the Free world. My, My, Hey, hey acaba matando dois coelhos com a mesma cajadada, já que foi gravada dos dois modos (no disco Rust Never Sleeps que tinha um lado elétrico e um acústico). Mais que isso ela é a música símbolo de Neil com o famoso verso: “é melhor queimar que esvanecer” citado por Kurt Cobain na carta encontrada ao lado de seu corpo. Por causa disso Neil (que hoje em dia viu que uma ou outra ferrugem na lataria não condena o carro por inteiro) disse que não iria mais cantar a música. Felizmente ele mudou de idéia e a tocou em seu único show no Brasil (em 2001 no Rock in Rio 3).
Joy Division: Love Will Tear Us Apart Em 1979 o punk já dava sinais de desgaste, foi quando o pós punk surgiu. Várias bandas abraçaram o gênero (marcado por baixo pulsante, guitarras esparsas e canções intensas mas não necessariamente melódicas). Entre os principais nomes estavam o PIL, formado pelo ex-vocalista dos Sex Pistols Johnny Rotten, agora John Lydon, especializado em experimentar com o reggae e o dub. A Gang of Four com sua mistura de punk com funk e, principalmente, o Joy Division. O Joy era um quarteto de Manchester que começou punk e em dois discos criou um som bastante original (com a ajuda fundamental do produtor Martin Hannet). Boa parte do que é chamado hoje de “rock dos anos 80” tem as suas origens no som da banda. Love Will Tear us Apart, uma das mais dolorosas canções de amor desde sempre, deveria ter sido o trampolim da banda para o sucesso. Deveria se Ian Curtis não tivesse se enforcado com apenas 23 anos às vésperas da primeira turnê norte-americana. Tony Wilson, o chefe da gravdora deles, a Factory, contou recentemente que logo depois do ocorrido um ainda jovem Bono lhe disse que estava pronto para assumir a missão de Ian. Os sobreviventes do Joy se reorganizaram como New Order numa história que será vista mais á frente.
Soft Cell: Tainted Love Caso raro de regravação que supera a original, Tainted foi gravada pela primeira vez em 1964 pela cantora de soul Gloria Jones. Mas a versão que até hoje é ouvida (nem que de forma indireta: A canção S.O.S de Rihanna é construída sobre um sample dela) é a de 1981 gravada pela dupla Soft Cell. Tainted Love foi o compacto foi o mais vendido em 1981 na Inglaterra e chegou entre os 10 mais dos EUA. Com o fim do punk um se número de novas vertentes e sub-vertentes surgiram no horizonte. A do tecnopop foi uma das mais bem sucedidas tanto artística quanto comercialmente e seguiria forte durante o resto da década graças a nomes como Depeche Mode, Human League, OMD., Yazoo, Associates e outras bandas que descobriram na eletrônica um jeito novo e criativo de se fazer música. Na segunda metade dos anos 80 o gênero foi perdendo a força, mas grupos como os Pet Shop Boys e o Erasure mantiveram a chama do gênero viva.
New Order: Blue Monday Durante a década de 80 o Joy Divison foi tomando proporções mitológicas. Os três músicos sobreviventes (acrescidos da tecladista Gillian Gilbert) tomaram a inteligente decisão de, aos poucos, se afastarem do som da antiga banda. Assim, o som soturno e melancólico, foi dando espaço pra uma música dançante, eletrônica e... melancólica. Não seria exagero considerar Blue Monday a música mais importante dos anos 80. Além de ter se tornado o compacto de 12 polegadas mais vendido da história inglesa (a capa feita em formato de disquete custava mais para ser confeccionada e como resultado a gravadora deles, a Factory, continuou no vermelho), Blue Monday serviu para começar a quebrar preconceitos, abrindo os olhos dos roqueiros para a dance music (coisa que desde a discoteca não era muito bem vista) e vice-versa. Os descendentes ainda hoje estão surgindo. De Stone Roses ao Prodigy passando pelo Franz Ferdinand muita gente se beneficiou, mesmo que indiretamente, com as lições ensinadas pelo quarteto de Manchester. Com o dinheiro ganho com essa música a banda pôde abrir o Hacienda, um dos mais importantes clubes para o desenvolvimento do pop inglês (para mais detalhes confiram o filme; “A Festa Nunca Termina”).
The Smiths: How Soon Is Now? A chegada da banda de Morrissey e Johnny Marr na cena pop é um caso de timing perfeito. Em 83, as sonoridades pós punk já davam mostra de cansaço. Sobrava o pop das paradas, encabeçado pelos new romantics Duran Duran e Culture Club que eram, simpáticos, mesmo geniais em certos momentos, mas sem muita utilidade se você buscava emoções menos rasteiras. Dava então para assumir o modelito preto e virar gótico niilista-existencialista (os anos 80 adoravam rótulos, especialmente esses que ninguém conseguia explicar direito) fã de Siouxsie, Bauhaus, Cure e Sisters of Mercy. Os Smiths chegaram então para falar com todos que se sentiam excluídos da “grande festa da música oitentista”. Estava ali um grupo que soava diferente de quase tudo que viera antes, e, mais notável, sem apelar para experimentações e radicalismos. O som dos Smiths se fundamentou em duas bases: as melodias de Johnny Marr e as letras de Morrissey e seus contos de desilusão, desamor e inadequação aos tempos modernos. Os Smiths gravaram várias obras-primas, mas nenhuma tão perene quanto How Soon is Now. Afinal quem nunca foi em uma festa com grandes expectativas e voltou pra casa sozinho e amaldiçoando o mundo que atire a primeira pedra.
- U2: One Desde 1987 e o estouro de Joshua Tree, o U2 é a maior banda do planeta. Tendências vêm e vão, a crítica reclama se a banda muda de som e também xinga se eles não mudam, o público ameaça trocar de ídolo, mas no fim todo mundo ainda presta atenção aos novos discos da banda, que, verdade seja dita, ainda não se deitou sobre seus louros. Sempre foi curioso ver como não só o U2, mas os seus companheiros de geração em geral, apesar de terem criado um cancioneiro vasto e de qualidade, raramente criaram os chamados standarts, aquelas canções que ganham diversas regravações e que nos dão a impressão que sempre estiveram por aí. One foi a música que mostrou que a geração dos anos 80 também tinha fôlego para criar canções tão duradouras quanto os maiores clássicos do rock das décadas passadas. Nascida em um período complicado para o grupo, que sentiu que precisaria se renovar se quisesse continuar em evidência nos anos 90, One foi a música que mostrou que o grupo estava na direção certa e os impulsionou a terminar o disco Achtung Baby. One se tornou não apenas o ponto central de todos os shows do U2 como se mostrou uma canção versátil o bastante para ser interpretada tanto por Johnny Cash (que a gravou de forma tocante) quanto por Mary J. Blige que levou a canção novamente às paradas em 2005.
Nirvana: Smells Like Teen Spirit É uma pena que o suicídio de Kurt Cobain tenha, para o bem e para o mal, colocado toda a obra do Nirvana em outra perspectiva. Assim, a música do grupo é vista com um certo desprezo por gente que acha inconcebível que “o som do cara que se deu um tiro na cabeça” seja ouvido com a mesma reverência dos grandes clássicos. Por outro lado, essa mesma reverência torna difícil que se escute o Nirvana pelo que eles foram de melhor: uma grande banda de pop barulhento. Quem está na casa dos 25/30 anos ainda deve se lembrar de como foi ouvir Smells Like Teen Spirit, pela primeira vez, da excitação trazida por aquela música aparentemente banal, da sensação de que os anos 90 estavam começando. Essa é a sensação que deve ser buscada não só quando algum hit da banda tocar, mas principalmente ao se descobrir uma banda nova. A grande lição deixada por Kurt Cobain foi exatamente essa: a de que o rock sempre consegue se reinventar especialmente quando ele parece estar morto.
Pearl Jam: Jeremy Que o Nirvana foi a banda mais importante dos anos 90 praticamente não se discute, mas o Pearl jam foi a mais influente, principalmente pelo fato de que, ao contrário da banda de Cobain, eles sempre acreditaram mais na mitologia e em um passado glorioso do rock. Verdade seja dita, gostamos de ver os músicos como heróis e não como caras comuns, e ainda que o Eddie Vedder se esforce para parecer um cara qualquer, não é assim que seu público o vê. O Pearl Jam sempre teve uma queda pelo som praticado nos anos 70 por gente como o Led Zeppelin, Neil Young e o Who além da influência do punk e do rock alternativo dos anos 80. Essa mistura agradou não só á molecada mas também aos fãs mais tradicionais de rock que transformaram a banda numa das mais influentes dos últimos anos (basta ver a quantidade de clones de Eddie Vedder que já surgiram desde então), o pontapé inicial dessa trajetória foi Jeremy que apresentou ao público da MTV aquele cantor “que fazia umas caras estranhas enquanto o menino se matava na frente dos colegas” ao som de uma música nervosa e dramática e que, ainda hoje, é o momento mais aguardado nos shows da banda.
Oasis: Live Forever Os detratores do Oasis costumam dizer que a banda não tem valor por três motivos básicos: A - porque sempre fazem a mesma coisa. Argumento razoável, mas de Jorge Benjor aos Ramones dá pra fazer uma lista só com gente “que sempre faz a mesma coisa. B – Que eles acabaram com qualquer chance de evolução no rock jogando a Inglaterra (que sempre se responsabilizou por lançar tendências) em uma onda retrógrada e auto-celebratória. Mais uma vez, ser retrô não é necessariamente algo ruim, e é impossível ir para frente sem conhecer o passado. O lado celebratório tinha razão de ser também, afinal o auge da banda marca o fim do reinado conservador e a chegada de Tony Blair ao poder. E finalmente os ingleses tinham bandas boas o bastante para colocar o país de volta ao mapa do pop depois de amargarem anos de obscuridade por conta do grunge, do REM, do Metallica e por aí afora. C - os irmãos Gallagher são um saco. Ok, aí já fica mais difícil a defesa, mas a gente leva para casa o disco e não as pessoas que o fizeram. O grande lance do Oasis foi ter trazido de volta o prazer de se ouvir a música pop de três minutos.. Entre os vários compactos do grupo, Live Forever sempre terá um destaque especial, mais até do que Wonderwall, porque é nela que está tudo de bom que o Oasis sabe fazer: canções com melodias fortes, instrumental enxuto e uma das melhores interpretações de Liam Gallagher (que no futuro iria exagerar nos maneirismos dando mais lenha para quem detesta a banda). A letra também merece destaque, afinal depois de anos de escritores melancólicos, suicidas ou desesperados encontrar alguém otimista o bastante a ponto de querer “viver para sempre” era um alívio e tanto.
Fonte: Internet
Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena! (*). Luís Fernando Veríssimo.
Escritor, jornalista, humorista e cronista brasileiro, filho do também escritor Érico Veríssimo. É o escritor que mais vende livros no Brasil.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena! (*). Luís Fernando Veríssimo.
Escritor, jornalista, humorista e cronista brasileiro, filho do também escritor Érico Veríssimo. É o escritor que mais vende livros no Brasil.
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