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Notícias de Pernambuco

Recife é a quarta cidade mais criativa do país, aponta Fecomercio

SPA pesquisa, que é uma luz em meio à falta de dados que permeia o campo da economia criativa no Brasil, considerou três bases iniciais – geral criativo, geral econômico e geral social – para montar o ranking, composto por 50 municípios de todas as regiões do país. Oferta de empregos, renda por habitante, PIB do setor de serviços, quantidade de empresas dedicadas a segmentos criativos, saneamento básico e até número de estabelecimentos públicos de saúde foram levados em conta pelos pesquisadores.“O poder econômico entra, principalmente, no investimento em educação. Tendo educação de qualidade, se consegue atrair talentos e, com isso, se atrai empresas para se instalar nessa cidade. Automaticamente, tudo isso passa a se desenvolver melhor”, destacou o presidente do conselho de criatividade e inovação da Fecomércio-SP, Adolfo Melito, no estudo.No caso do Recife, a posição de quarta cidade criativa do país deve-se sobretudo a experiências como o Porto Digital, que desponta como referência no segmento de TI – hoje, são mais de R$ 1 bilhão faturados por ano e cerca de 6,5 mil profissionais empregados. Tanto que a Prefeitura do Recife sancionou recentemente a lei municipal 17.762/2011, cujo texto expande o território do polo de negócios para o bairro de Santo Amaro, contemplando novas empresas com a redução de até 60% do ISS (Imposto Sobre Serviços). A expectativa é fomentar novas cadeias produtivas na cidade.


Petroquímica Suape fecha contrato de 400 milhões com Copergás
"É um contrato importante, que vai alavancar os investimentos da empresa, que agora tem foco no atendimento da demanda do litoral Norte", disse Aldo Guedes, presidente da Copergás.A Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) assinou hoje um contrato para fornecimento de gás natural para a PetroquímicaSuape. A empresa fornecerá 230 mil metros cúbicos de gás natural por dia para abastecer a fábrica de PTA e resina PET, instalada no Complexo Industrial Portuário de Suape, no litoral Sul pernambucano.O contrato representa 25% do fornecimento de gás natural industrial da Copergás e no período de cinco anos resultará num volume de negócios de até R$ 400 milhões. Para atender à demanda da empresa, a Copergás investiu R$ 5,3 milhões para ampliar a rede.“A Petrobras passa a ser o nosso maior cliente. É um contrato importante, que vai alavancar os investimentos da empresa, que agora tem foco no atendimento da demanda do litoral Norte, com o aumento da demanda que acontecerá com a instalação da fábrica da Fiat, em Goiana, e das demais empresas que já estão se instalando na região”, explicou Aldo Guedes, presidente da Copergás.Com esta demanda industrial, a empresa já está construindo um novo gasoduto, com capacidade para fornecer 1 milhão de metros cúbicos de gás natural. O investimento total é de R$ 92 milhões – sendo R$ 52 milhões este ano e o restante em 2013.

Coca-Cola vai investir R$ 14,1 bilhões até 2016 no Brasil

A Coca-Cola anunciou hoje (30) que vai investir R$ 14,1 bilhões no Brasil até 2016. O aporte é 50% maior do que o realizado no quinquênio anterior (2007-2011), quando foram investidos R$ 9,4 bilhões. Em Pernambuco, o Sistema Coca-Cola atua através do fabricante autorizado Coca-Cola Guararapes, que se reporta diretamente a The Coca-Cola Company desde 2001. São três unidades localizadas em Jaboatão dos Guararapes, Suape e Petrolina.No Brasil, a Coca-Cola contabiliza 33 trimestres seguidos (oito anos) de crescimento, expansão que acabou gerando sete mil novos empregos diretos. Atualmente, são cerca de 60 mil funcionários diretos e 600 mil indiretos. O país detém o quarto maior volume de vendas dos produtos da marca em todo o mundo, atrás apenas de Estados Unidos, México e China. E a perspectiva é de mais crescimento. A Coca-Cola é patrocinadora da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. De olho na sustentabilidade, a empresa trabalha para alcançar, até 2020, diversas metas em escalas nacional e global. Entre os objetivos estão ter todas as fábricas verdes certificadas e atingir níveis de reciclagem de quase 100% nas embalagens.

UFPE promove feira de estágio e trainee em 10 e 11 de abril

UFPE no Mercado é aberta ao público e irá unir empresas e mundo acadêmicoA feira de estágios e programa de trainee UFPE no Mercado 2012 acontece nos dias 10 e 11 de abril, das 14h às 22h, no Teatro da UFPE, no Campus Recife. O evento promoverá palestras e minicursos, além de contar com a participação de convidados e empresas de diversas áreas, distribuídas em 15 estandes.O objetivo principal é unir o meio acadêmico ao mercado de trabalho, através do contato dos universitários com grandes empresas. A feira é aberta ao público. O UFPE no Mercado é realizado, pelo segundo ano consecutivo, pela ACE Consultoria, com o apoio da UFPE.As atividades serão realizadas em um espaço com capacidade para mais de 1.500 pessoas. A programação é direcionada à realidade do mercado e ao perfil profissional necessário para o ingresso no ambiente empresarial. Os estudantes também poderão disponibilizar seus currículos no site. De acordo com o presidente da ACE Consultoria, Otávio Teixeira, o cadastro serve como banco de currículos para grandes empresas à procura de novos profissionais.O evento contará com presença da autora do livro “Intercâmbio de A a Z”, Marina Motta, e do empresário Moisés Assayang, presidente do Grupo Provider, empresa pioneira em Pernambuco na área de TI. O comediante Murilo Gun fará uma palestra misturando humor e mercado de trabalho. Entre as empresas participantes da feira estão Coca-Cola, Odebrecht, Itaú, Deloitte, Lojas Americanas, Gerdau, Ernst & Young Terco e Vitarella.

Garanhuns ganha revenda de caminhões e ônibus Volks/Man

A Veneza Diesel Garanhuns já está funcionandoA cidade de Garanhuns, a 228 quilômetros do Recife, ganhou uma das mais modernas concessionárias MAN/Volkswagen do Brasil. A nova loja da Veneza Diesel já está funcionando com a marca Volks, que será a responsável pelas vendas de caminhões e ônibus de pequeno e médio portes. Já a MAN vai explorar o segmento de extra-pesados, a partir de abril.A revenda vai atender a 43 municípios do interior pernambucano. A nova concessionária chega para reforçar o pós-venda do grupo já que a marca é bastante forte na região de Recife e de Caruaru. O presidente da Man Latin-America, Roberto Cortes, esteve em Garanhuns e fez questão de enaltecer o bom momento que a economia de Pernambuco passa. "O Cabo de Santo Agostinho e o Porto de Suape estão vivendo um crescimento grande, mas nós acreditamos que o interior de Pernambuco também irá crescer bastante. E Garanhuns, pelo que representa, já estava merecendo ter uma revenda de caminhões e ônibus deste porte", afirmou.

Cetrel e Grupo JB inauguram fábrica de biogás a partir da vinhaça

O Grupo pernambucano JB e a empresa Cetrel inauguraram, ontem, a primeira planta industrial que fabrica biogás a partir da vinhaça, um subproduto gerado na produção do álcool. O investimento foi de R$ 15 milhões, dos quais R$ 6 milhões foram empregados nas instalações da Companhia Alcoolquímica Nacional, usina do Grupo JB, em Vitória de Santo Antão. O projeto contou com o apoio financeiro da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do governo federal.Os recursos investidos foram bancados pela Cetrel e Finep. Para concretizar o projeto, as pesquisas foram iniciadas há três anos. Além da unidade instalada, foi um implantado um projeto piloto em Japungu, na Paraíba. Também existem outros projetos de pesquisa sendo desenvolvidos que usam a vinhaça como matéria-prima. Até então, a vinhaça era usada na adubação do canavial. A usina pernambucana é a primeira a usar essa tecnologia em escala industrial no País. Segundo informações da Cetrel, as 440 usinas de álcool implantadas no País poderiam gerar a energia de uma hidrelétrica do porte Xingó, (no Rio São Francisco) e que tem a capacidade de produzir 3,1 mil megawatts, aproximadamente cerca de 30% do parque gerador da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf).

Pernambuco na disputa por fábrica de caminhões

O governo do Estado e a empresa Metro Shacman do Brasil estão negociando os detalhes da possível implantação da unidade fabril. “Há uma probabilidade grande da planta industrial ficar em Pernambuco”, disse ontem o diretor executivo da Metro Shacman do Brasil, Rodrigo Teixeira, que estava no Porto do Recife acompanhando o desembarque de uma primeira importação dos caminhões da companhia chinesa Shacman que chegaram à estatal (leia matéria vinculada). O investimento na fábrica é superior a R$ 1 bilhão. A expectativa é que o protocolo de intenção para a implantação do empreendimento seja assinado na viagem que o governador Eduardo Campos (PSB) vai fazer, no final deste mês, à China. Teixeira não revelou o nome das cidades que estão sendo cotadas para receber o empreendimento. “O governo do Estado nos deu algumas opções entre o litoral, a Zona da Mata e o Agreste”, afirmou. Ele acrescentou também que os detalhes sobre o empreendimento vão estar definidos num prazo de 60 dias. “Estamos esperando as novas regras do setor automotivo que deverão ser anunciadas pelo governo federal”, contou. A expectativa é que a nova lei estabeleça um tipo de benefício especial para as empresas automotivas que se instalarem em regiões menos desenvolvidas, como o Nordeste e o Centro-Oeste. “A ideia de produzir caminhões no Brasil é para atender a todo o mercado da América Latina e também o lado leste da África”, comentou Teixeira. O Brasil é o 4º maior mercado de caminhões do mundo com um consumo anual de cerca de 190 mil unidades. Embora a China já tenha anunciado que vai desacelerar um pouco a sua economia este ano, Teixeira acredita que não haverá impacto na futura implantação da fábrica. “Isso vai fortalecer o nosso projeto, porque essa desaceleração vai fazer com que algumas empresas chinesas tenham que aumentar a sua internacionalização para chegar a novos mercados”, comentou. Desde março último, a previsão de crescimento da economia chinesa passou a ser de 7,5% para 2012. Antes disso, a expectativa era 8%. Segundo Teixeira, os caminhões da empresa que estão chegando ao País têm tecnologia brasileira e foram modificados para atender todas as normas de segurança em vigor no Brasil. Os caminhões da marca que estão chegando ao País têm o Euro 5, um sistema que polui menos ao queimar o diesel, de acordo com o diretor técnico da Metro Shacman do Brasil, João Comelli. Ainda na chegada dos caminhões, está sendo estudada a possibilidade de implantação de uma fábrica de ônibus da empresa no Brasil, que não tem ainda o local definido.

Flora investe R$ 150 milhões

Empresa faz parte do grupo JBS e é dona de marcas como Minuano, Neutrox e Francis. A fábrica será instalada em JaboatãoPernambuco vai ganhar mais duas indústrias dos setores de cosméticos, higiene e limpeza, com investimento total de R$ 162,2 milhões. A goiana Flora e a paranaense Chlorophylla escolheram o Estado como plataforma de produção no Nordeste. Os anúncios foram feitos ontem, durante a 78ª reunião do Condic (leia matéria o lado). A Flora vai aportar R$ 150 milhões em uma unidade em Jaboatão dos Guararapes e a Chlorophylla outros R$ 12,2 milhões em uma planta no município de Gravatá.O presidente da Flora, Eduardo Luz, diz que chegou a estudar a implantação da fábrica nos Estados da Paraíba, Ceará e Bahia, mas se decidiu por Pernambuco. Empresa do grupo goiano JBS, a Flora é dona de marcas conhecidas do consumidor nordestino, como Minuano, Lavarte, Neutrox, Assim, Francis, Kolene e outras. A unidade pernambucana vai fabricar tanto os produtos de higiene quanto os de limpeza do portfólio da companhia e gerar 600 empregos nas áreas de vendas, distribuição e produção.A expectativa é que a indústria nordestina responda por um terço do faturamento da Flora quando estiver operando. “Hoje, a região representa entre 20% e 25% das vendas da companhia, mas a estimativa é alcançar até 40%”, afirma Luz. O executivo destaca que em 2011 a Flora dobrou de tamanho, passando de um faturamento de R$ 500 milhões para R$ 1 bilhão e que a meta é repetir o feito nos próximos 3 anos. O grupo conta com uma fábrica própria em Goiás e outra em Santa Catarina. “Nossa presença no Nordeste vai permitir não só reduzir custos logísticos, mas nos aproximar do consumidor”, completa.Com 178 franquias no Norte e Nordeste, a Chlorophylla quer contar com uma fábrica local para atender a esses mercados. Hoje, a planta do grupo está localizada no Paraná. O consultor Raul Costa conta que a unidade de Gravatá terá capacidade para produzir 972 mil itens no primeiro ano, chegando a 1,9 milhão no terceiro ano. A unidade vai fabricar sabonete líquido, perfumes, xampus, cremes, gloss labial e desodorantes. A previsão é começar a operar em janeiro de 2013 e faturar R$ 12 milhões no primeiro ano.

Treze novas indústrias e dez ampliações em Pernambuco

Treze novas indústrias e dez ampliações de plantas já existentes foram anunciadas na 78ª reunião do Conselho Estadual de Política Industrial, Comercial e de Serviços (Condic), realizada na manhã desta terça-feira, na sede da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (ADDiper). Ao todo, são R$ 707,104 milhões em investimentos e 2,4 mil empregos gerados. A maior parte dos postos de trabalho são na Região Metropolitana do Recife (RMR), com 1.386 das vagas.“Mas cerca de 40% (1.017 empregos) serão em cidades do interior do estado. São novas fábricas chegando em municípios como Gravatá, Bezerros, Carpina, Glória de Goitá”, ressalta Geraldo Júlio, secretário de Desenvolvimento Econômico do estado de Pernambuco. Na reunião do Condic, foram aprovados para esses empreendimentos descontos no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de até 95% (caso dos empreendimentos instalados no interior do estado).Quatro empresas também receberam incentivos para aumentarem a pauta de importação de produtos, dentro do estado. Entre elas, o grupo Pão de Açúcar, cujo volume anual a receber o benefício fiscal será de R$ 283,2 milhões. Veja a relação das novas fábricas: - AMXCC (Gravatá): R$ 12,25 milhões e 120 empregos- Cimenteira Santo Antônio (Santa Maria do Cambucá): R$ 37,3 milhões e 86 empregos- Herval Nordeste Indústria de Móveis, Colchões e Espumas (Bezerros): R$ 17,4 milhões e 134 empregos- Flora Produtos de Higiene e Limpeza (Jaboatão dos Guararapes): R$ 150 milhões e 600 empregos- Vofsi (Jaboatão dos Guararapes): R$ 570 mil e 26 empregos- Inoplast (Carpina): R$ 3,4 mi e 60 empregos- Koilflex – Indústria e comércio de plásticos (Paulista): R$ 5,3 milhões e 46 empregos- Lilou Indústrias de Cerâmica (cabo de Santo Agostinho): R$ 1,6 milhões e 16 empregos- Mineradora Rostale (Afogados da Ingazeira): R$ 4,2 milhões e 40 empregos- Nissin-Ajinomoto Alimentos (Glória do Goitá): R$ 46,5 milhões e 252 empregos- Nova Piramidal Thermoplastics (Jaboatão dos Guararapes): R$ 1,4 milhões e 13 empregos- Tramo Equipamentos (Recife): R$ 1,8 milhões e 30 empregos- Wind Power Energia (Cabo de Santo Agostinho): R$ 247,3 milhões e 386 empregos

Banco do Nordeste disponibiliza 51% do FNE para negócios de pequeno porte

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) deve destinar 51% dos recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para empreendedores de mini, micro, pequeno e pequeno-médio portes em 2012. De acordo com a projeção, esses clientes devem receber R$ 5,9 bilhões em recursos do FNE até dezembro deste ano.Segundo o superintendente da Área de Políticas de Desenvolvimento, José Rubens Dutra Mota, até o final de fevereiro deste ano, do total de recursos contratados com o Fundo, o BNB aplicou cerca de 70% nesses segmentos considerados prioritários. ?Isso demonstra a dinâmica dos negócios de pequeno porte na Região e as condições favoráveis de financiamento do FNE?, afirma.Ele acrescenta que a revisão dos limites de classificação de porte, aprovada pelo Conselho Deliberativo da Sudene (Condel) no ano passado, ampliou o contingente de beneficiários enquadrados nas faixas de mini, micro e pequeno porte. Como as taxas de juros são menores para esses portes, clientes assim enquadrados tiveram condições mais favoráveis ao crédito.Atualmente, as taxas de financiamento com o FNE são de 5% a.a para miniprodutores e 6,75% a.a para os pequenos. O cliente que efetuar o pagamento em dia terá rebate na taxa de juros de 25% no semiárido e de 15% para áreas fora do semiárido.A mudança na classificação de portes já permitiu a migração, por exemplo, de mais de 2,3 mil clientes do segmento Médio para o segmento Pequeno e Miniprodutor Rural, assegurando a esses clientes formas mais vantajosas de financiamento.O Banco do Nordeste já destinou mais de R$ 160 milhões para pequenos e miniprodutores rurais no primeiro trimestre desse ano. A meta anual de aplicações para este público é de R$ 660 milhões.

Pesquisa aponta que executivos pernambucanos apostam em alto crescimento de TI

O setor de Tecnologia da Informação (TI) de Pernambuco está sendo impactado pelo desenvolvimento da economia no estado e pela chegada de novos empreendimentos, segundo pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham). O estudo aponta que 89% dos executivos e empresários do setor já sentem esses efeitos sobre seus negócios. Segundo as informações da Amcham, praticamente a totalidade dos consultados pela pesquisa (98%) aposta em expansão do polo de TI em Pernambuco em 2012, sendo que 76% falam em “crescimento amplo”.Com foco em suas próprias empresas, a maioria dos entrevistados (76%) revelou apostar em evolução bem acima da projetada para o PIB pernambucano neste ano, na casa dos 6%. Uma fatia de 20% fala em avanço nos negócios de suas companhias acima de 50% sobre 2011. No entanto, os executivos e empresários apontaram alguns pontos que precisam ser enfrentados para garantir o crescimento do setor de TI em Pernambuco a longo prazo. Os destaques são: gargalos tributários, de infraestrutura e mão de obra, que comprometem a competitividade (49%); pouco diálogo entre universidades, entidades fomentadoras do setor e empresas (49%); pouca aproximação do polo local com os grandes empreendimentos (38%); dificuldade de acesso a fontes de recursos para investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e inovação (33%); e falta de incentivos públicos (29%)

Muda prazo de recolhimento do PIS e da CofinsIndústria, Política Econômica

O pacote de medidas de aquecimento da economia anunciado nesta terça-feira (3) pelo governo altera o prazo de recolhimento do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Atualmente, o recolhimento é feito no mês subsequente à venda ou ao faturamento. Com a mudança, o pagamento dos meses de abril e maio será feito em novembro e dezembro, respectivamente.De acordo com as medidas, serão beneficiados os setores têxtil, de autopeças, confecção, calçados e móveis. O valor estimado de tributos a serem recolhidos pelos cinco setores é R$ 670 milhões em abril e R$ 727 milhões em maio.Também fazem parte do pacote de medidas incentivos ao Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon). O objetivo é ampliar os recursos do setor privado na prevenção e combate ao câncer. Com isso, pessoas físicas e jurídicas poderão deduzir do Imposto de Renda as doações e patrocínios em favor de parte das entidades dedicadas à pesquisa e tratamento da doença.Com a medida, o Ministério da Fazenda estima impacto fiscal de R$ 305,8 milhões em 2013 e de R$ 337 milhões em 2014.
 
Dilma anuncia pacote bilionário de incentivo às empresas
 
Depois de uma longa reunião com o ministro Guido Mantega (Fazenda), realizada ontem no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff apresenta na manhã desta terça-feira um pacote de incentivos e desonerações fiscais para as empresas.Segundo Mantega, 15 setores serão beneficiados com as medidas de desoneração de folha de pagamento: têxtil, confecções, calçados e couro, móveis, plástico, material elétrico, auto-peças, ônibus, naval, aéreo, de bens de capital mecânica, hotelaria, tecnologia de informação e comunicação, equipamentos para call center e design house (chips).Existe uma tendência natural de redução da indústria no mundo, que se acentuou com a crise, disse Mantega. "Hoje, o Brasil é um dos países do mundo que mais gera emprego, mesmo com a economia crescendo a um ritmo moderado. Temos que continuar reduzindo o custo tributário, econômico e financeiro para dar competitividade à economia brasileira."Segundo o ministro, as ações sobre o câmbio são de caráter permanente. O dólar acima de R$ 1,80 é razoável para a indústria, afirma Mantega.As medidas se somarão aos R$ 35 bilhões de desonerações já oferecidas pelo governo federal para o setor empresarial."Queremos mais investimento com mais qualidade associado à mais inovação e produtividade, e dar acesso às pequenas empresas, disse o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. " O novo programa PSI Projetos Transformadores representa salto qualitativo na industrialização brasileira", acrescentou.A expectativa maior é de que novos cortes no pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ampliem em mais alguns dígitos os R$ 19 bilhões da recusa fiscal praticada para a indústria desde a chegada da crise em 2008. Somente para 2012, as desonerações são estimadas em R$ 4,484 bilhões pela Receita Federal.Entre as medidas, o mercado espera aumento de linhas de financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento, Econômico e Social (BNDES), com mudanças nas taxas de juros principalmente para pequenas e médias empresas.O Planalto também deve alterar as regras de atuação dos fundos de desenvolvimento regional para alavancar investimentos em infraestrutura pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, com empréstimos subsidiados pelo Tesouro Nacional.Além de uma reformulação no Programa de Sustentação do Investimento (PSI), criado pelo ex-presidente Lula para auxiliar as empresas a enfrentar a entrada de importados mais baratos pelo câmbio e a crise internacional.
 
Fonte: C2

Notícias de Pernambuco

Rio Ave vai construir torres empresariais na PE-60


O Grupo Sisa – Santo Inácio S.A., que controla o Shopping Costa Dourada, está se juntando à Construtora Rio Ave para a construção de duas torres empresariais ao lado do centro comercial, nas margens da PE-60. Os prédios terão área total de 8.700 m², mais 270 garagens, que, devido à elevação do terreno (mais de 30 metros), permitirão vista de Suape, Jaboatão e Litoral Sul, com obras ainda neste semestre. A Sisa é a dona do terreno e a Rio Ave vai construir os edifícios.

Emprego no setor industrial cresce 4,2% em Pernambuco, é o segundo maior índice no país.

O emprego industrial do País cresceu 0,5% em janeiro deste ano, na comparação com igual mês de 2011. Em Pernambuco, a alta foi de 4,2%, a segunda maior do Brasil, atrás apenas do Paraná, com um aumento de 4,6%. Os dados são de uma pesquisa mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, o principal responsável pelo desempenho pernambucano foi o setor de alimentos e bebidas, com uma elevação de 8,1%. O resultado de São Paulo, uma queda de 3% motivada por reduções nos setores de metal, metalurgia básica e plástico., foi a maior influência para o baixo desempenho do emprego da indústria no País.

CBVP, que iniciou obras hoje em Goiana, terá produção 50% maior

A Companhia Brasileira de Vidros Planos (CBVP) terá uma produção 50% maior que o projeto inicial. A capacidade do forno da fábrica cresceu 600 toneladas para 900 toneladas por dia, segundo anunciou o presidente da CBVP, Paulo Drummond, em cerimônia que marca o início das obras, realizada agora em Goiana, a 70 km do Recife. Por esta razão, o investimento na planta, que será a primeira fábrica de vidros planos do Nordeste e a única do Brasil nesse segmento com capital 100% nacional, subiu de R$ 333 milhões para R$ 770 milhões.A área da fábrica cresceu de 80 mil para 90 mil metros quadrados. A ampliação da planta também aumentou em R$ 100 milhões o faturamento anual estimado para o empreendimento, que deve ficar em R$ 500 milhões. Não houve alteração na estimativa inicial de contratações, que será de 370 empregos diretos e mais de 1,5 mil indiretos. O evento conta com a presença do governador Eduardo Campos, além dos ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional). "A fábrica vai fornecer vidros para a nossa construção civil, como também para a indústria automobilística que está nascendo aqui em Goiana, com a planta da Fiat. Ficamos muito felizes em saber que já em agosto, teremos 1,5 mil pernambucanos trabalhando nessa que será uma grande fábrica", afirmou o governador Eduardo Campos.“A região Nordeste vive um excelente momento econômico e este empreendimento vai somar ao desenvolvimento da região. Temos consciência de que estamos contribuindo para este novo cenário e que a CBVP trará um impacto muito positivo, propiciando uma maior movimentação de insumos e produtos, além de geração de empregos. Teremos uma indústria intensiva de capital e tecnologia, competitiva, moderna e ecoeficiente”, comenta Paulo Drummond, presidente da CBVP.

A indústria ajuda a construção

No meio do debate sobre o impacto que a construção civil produziu nas taxas do PIB de Pernambuco nos últimos anos, com projetos como Estaleiro Atlântico Sul, Petroquímica Suape e Refinaria Abreu e Lima, mais o crescimento do setor imobiliário, existe um fator que vem ajudando nos números gerais da indústria de transformação graças à formatação de nosso parque industrial, que abriga importante número de indústrias de produtos destinados ao setor da construção e que se beneficiaram do atual momento econômico.O boom de obras de grande porte beneficiou a cadeia produtiva instalada para o setor como, por exemplo, a de minerais não metálicos – vidros, cimento, artefatos de concreto, fibrocimento, gesso, cal e produtos cerâmicos como pias, banheiras e bacias, pisos e revestimentos.Um outro setor que ajuda ao PIB ligado à construção civil é o de metalurgia básica, onde os setores de siderurgia, tubos, metalurgia de não ferroso e fundição também têm relação direta com o setor, já que produzem vergalhões de aço e chapas e tiras de alumínio largamente usados em obras. Finalmente, Pernambuco abriga, no segmento de produtos químicos, o setor de tintas e vernizes. Ou seja: a indústria local se beneficiou diretamente com a implantação desses projetos e os que vêm junto deles, ainda sem os chineses.Embora afirme que a construção civil continuará sendo para o Estado uma alavanca de emprego, o governo de Pernambuco já faz contas sobre o que uma indústria como a Petroquímica Suape vai impactar no PIB do setor têxtil e de produtos químicos (resina PTA), a refinaria no setor de refino de petróleo e álcool (que hoje contempla apenas a agroindústria canavieira) e, finalmente, a de veículos automotores com a Fiat, suas coligadas e sistemistas.

BNDES aprova 32 milhões para hotéis em Pernambuco

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou hoje a aprovação de um financiamento de R$ 32 milhões para reforma de três empreendimentos hoteleiros da Paulista Praia Hotel S.A., do Grupo Pontes Hotéis e Resorts, em Pernambuco.O crédito corresponde a 96% do investimento total que será feito pela empresa na reforma e modernização dos empreendimentos Mar Hotel e Atlante Plaza, no Recife, e do Summerville Beach Resort, em Porto de Galinhas. Segundo o BNDES, os investimentos aprovados pelo banco para os três empreendimentos do Pontes Hotéis e Resorts deverá aumentar em 30% a oferta de leitos do grupo em Pernambuco.A conclusão das obras, que devem gerar quase mil empregos diretos, está prevista para janeiro de 2014. O crédito foi aprovado no âmbito do programa BNDES ProCopa Turismo, pelo qual o banco financia a construção e reforma de hotéis em condições especiais para melhorar a infraestrutura de acomodação no País até o mundial de futebol, em 2014.O programa tem condições mais atraentes para as cidades-sede da Copa, mas também visa melhorar a infraestrutura hoteleira em regiões que poderão se beneficiar do impacto do evento no turismo do País. Lançado em 2010, o BNDES ProCopa Turismo teve até agora uma demanda de R$ 633 milhões do orçamento total de R$ 1 bilhão, que pode ser elevado. Desse total, R$ 245 milhões já foram aprovados. Nessas operações, o banco de fomento oferece taxas entre 6,9% e 8,8% ao ano e prazos de até 18 anos.

Wilson Sons vai construir 4 PSVs para a Petrobras

A Wilson Sons Limited informou que a Wilson, Sons Ultratug Offshore (WSUT) assinou contrato com a Petrobras para a construção e operação de quatro embarcações do tipo PSV 4500 (Platform Supply Vessel).Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as embarcações serão financiadas com recursos provenientes do Fundo da Marinha Mercante (FMM).As quatro embarcações serão construídas no estaleiro da companhia, no Guarujá (SP), e serão entregues até 2015. A WSUT – empresa da qual a Wilson Sons Limited detém 50% de participação – estima que terá uma frota de mais de 30 OSVs (Offshore Support Vessels) em 2017.A estratégia da WSUT é de construir um mix adequado de embarcações que atenda à demanda das companhias nacionais e internacionais de petróleo no Brasil.

Nordeste produz mais da metade da energia eólica brasileira

O Nordeste é a região brasileira com o maior número de parques eólicos. No ano passado, o país gerou a energia dos ventos mais barata do planeta.Das 71 usinas instaladas no Brasil, 46 funcionam nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Piauí.O número nordestino representa 64,8% do parque nacional. E é quase o dobro do que existe no Sul, onde há 24 parques.Por sua vez, o Sudeste, apesar de ser o maior consumidor de energia no país, possui somente um parque. Ele fica no Rio de Janeiro.O peso do Nordeste é menor quando comparada a sua capacidade de produção de energia dos ventos com outras regiões.Nesse quesito, o Nordeste possui 58,75% da potência instalada no país. A participação do Sul é de 39,35%, enquanto o Sul responde por apenas 1,9%.


Fonte: C2

Notícias de Pernambuco

Joint-venture entre Microsoft e Accenture ancora no Porto Digital

O barco do Porto Digital não para de crescer. Dessa vez é a joint-venture Avanade, composta pelas multinacionais Microsoft e Accenture, que abrirá uma unidade de negócios no Bairro do Recife.
O empreendimento em questão é um centro de soluções de tecnologia Microsoft, uma fábrica de softwares que vai atender, a princípio, o mercado brasileiro, mas que logo poderá entrar no circuito mundial de entrega de sistemas customizados.
Segundo o gerente nacional da Avanade, Jun Endo, o centro de soluções recifense será o segundo da empresa no País e o 15º do mundo. A Avanade está no Brasil desde 2010. “Com o centro do Recife queremos completar nosso time para entregar soluções”, comenta.Inicialmente, o laboratório contará com 40 desenvolvedores, mas a meta é dobrar este número até o fim do ano. “A disputa por talentos é grande, mas acreditamos que aqui teremos quantidade e qualidade mais que suficientes”, diz. O outro laboratório da

Avanade, em Joinville (SC), possui 150 desenvolvedores.Endo preferiu não revelar o investimento da companhia no centro recifense, mas disse que o projeto na cidade é de longo prazo. “Queremos construir carreiras e temos muitos planos para a cidade”, diz. Um desses planos envolve tornar o Recife um centro de atendimento para a Europa, além de criar infraestrutura para a Microsoft e soluções para CRM.“Recife insere-se em uma cadeia global de centros de entrega com nossa chegada. É possível que num futuro próximo o centro daqui atenda clientes de fora do País. Afinal, a cidade está bem posicionada geograficamente e seria uma ótima opção para atendimento de clientes estrangeiros”, diz. Na primeira fase, o laboratório da Avanade no Recife criará aplicações em .Net e soluções para a nuvem, usando o Microsoft Azure.Segundo Endo, a escolha da capital pernambucana para sediar a nova operação da Avanade foi uma decisão fácil. “Tanto a Microsoft quanto a Accenture têm operações no Recife e, mais que isso, têm uma experiência bastante positiva no Porto Digital”, comenta. (J.W.)

Mercado Pernambucano de Seguros recebe 5ª maior empresa do setor no mundo

A JLT Seguros, a quinta maior empresa de seguros do mundo e a primeira não americana está prestes a desembarcar em Pernambuco ainda nos próximos dias.A empresa, do grupo inglês JLT International Network é uma das gigantes do setor, especialmente em infra-estrutura e energia. Um dado curioso: é da JLT a maior apólice de seguros da história do país e da JLT, realizada para a Usina de Belo Monte com as empreiteiras responsáveis pelo projeto.

Agora a JLT instala-se em Pernambuco, pelas mãos do empresário Yuri Romão, que passou anos no sistema financeiro e volta às suas origens: seguradora.Esta semana, Yuri Romão viaja para Londres, para o quartel general da JLT juntamente com o CEO para o Brasil Álvaro Eyler. Além de se apresentar formalmente em Londres, ela terá várias rodadas de discussões sobre o potencial brasileiro e, especificamente, o Estado de Pernambuco.Essa visita é importante, pois dará as diretrizes da atuação da JLT em Pernambuco, que, pela primei8ra vez, terá decisão local para seguros em infra-estrutura ( as montadores que chegam ao Estado); energia; transportes e, claro, no setor de seguros de uma forma mais ampla.

É importante ressaltar que todas as grandes apólices realizadas em Pernambuco até agora não são no Estado, mas por meio das empresas que operam em todo o território nacional, com sedes em São Paulo e Rio.

Dos tablets made in PE à rede wi-fi

Comunicar parece ser o lema da fábrica de periféricos pernambucana Elcoma. Instalada no Parqtel do Recife desde 2008, a empresa, que hoje atua na produção de computadores e notebooks em parceria com grandes fabricantes de componentes mundiais como a Intel, se lança agora no ramo de soluções de conexão, através de redes wi-fi mais amplas e sofisticadas.

De acordo com informações do seu diretor de pesquisa e desenvolvimento, Rafael Moraes, a fábrica tem em vista lançar até o início de 2013, em conjunto com o Centro de Estudos Avançados do Recife (Cesar), uma linha de roteadores baseados na tecnologia Mesh, que vão facilitar a conectividade principalmente entre os municípios do interior, que sediarão a Copa de 2014.

O projeto, intitulado Vagalumes, aliado às políticas de inclusão digital do plano nacional de banda larga previstos para 2012, busca ampliar a oferta de internet sem fio, tanto para organizações quanto para usuários comuns, de modo mais em conta. Levando internet de ponta a praticamente todas as cidades brasileiras até 2014. “A proposta visa atender principalmente aos municípos do interior que até então não contam com o acesso banda larga, e que até a copa de deverão estar conectados, a um menor custo na aparelhagem de conexão”, afirma Rafael.

O formato Mesh, aprovado pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (lIEEE) apenas no final do ano passado, permite criar grandes redes, com mais amplitude em metros quadrados. De acordo com Eduardo Peixoto, executivo de negócios do Cesar, a novíssima tecnologia permite estabelecer conexões de maior extensão, sem a necessidade de instalação de roteadores fixos. E que, por sua vez, podem ser alocados em locais diferentes, sem risco de perda de sinal, já que as informações são reestabelecidas automaticamente, através do seu protocolo inteligente, além de serem de fácil configuração.

O projeto vem sendo desenvolvido há pelo menos três anos, desde a iniciativa de produção em parceria com instituto de projetos no Bairro do Recife, até a aprovação pela Finep, que investe atualmente cerca de R$ 1,3 milhão aliados aos mais de 700 mil da fábrica pernambucana, no projeto. Segundo Rafael, a previsão é de que os aparelhos estejam disponíveis a partir do início de 2013, custando cerca de R$ 350 cada.

A fábrica planeja também expandir sua atuação no mercado de produção de periféricos para o interior, mais precisamente para o município de Vitória de Santo Antão, local para onde podem ser relocadas as estruturas de montagem de computadores, devido a incentivos fiscais da prefeitura da cidade. Além da ampliação, a empresa perspectiva lançar a sua primeira linha de tablets, a partir do primeiro trimestre do ano que vem, já com o Android 4.0, com cerca de 16GB, custando entre R$ 600 e R$ 700.

Outra grande inovação da corporação que o Diario apurou, e que em grande parte ainda é mantido a sete chaves por parte da companhia, é a elaboração de um projeto de desenvolvimento de servidores, com tecnologia Intel, em parceria com o Centro de Informática (Cin) da UFPE. Com previsão de serem entregues em meados do ano que vem.

Workshop abordará processamento de chapas metálicas

A discussão de técnicas atuais de processamento de chapas metálicas por soldagem e cortes será tema de um encontro a ser realizado no próximo dia 23 de março, as 8h30 às 17h, no auditório do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco Simmepe).

Engenheiros e gerentes de negócios das empresas Trumpf, Lincoln Electric, Liquigás e Air Liquide estarão ministrando palestras sobre Utilização do GLP nos processos de produção industrial; Aplicações da tecnologia a laser nas Indústrias Eólicas, naval e sua cadeia produtiva; Novos ventos na tecnologia de soldagem para a construção de torres eólicas; e Gases de soldagem, novidades no mercado.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelos telefones 81 3423.8744 e 81 3423.8441. As vagas são limitadas. Produtores de cana do NE negociam inclusão de subsídio em MPAcabou há pouco, em Brasília, a reunião dos produtores de cana-de-açúcar do Nordeste e o deputado federal Heleno Silva (PRB/SE), relator da Medida Provisória 554, que altera a lei nº 11.110, de 25 de abril de 2005, para autorizar a União a conceder subvenção econômica para operações de financiamento e estocagem de álcool combustível.

Segundo o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), Alexandre Andrade Lima, o relator se comprometeu a colocar a demanda dos produtores locais no texto final que será levado para votação em plenário.A chamada equalização de parte dos custos da produção de cana-de-açúcar para a produção de etanol é uma demanda dos produtores de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte e vem sendo praticada ao longo dos anos para compensar o maior custo da produção de etanol na região Nordeste, em comparação com os do centro-sul do país.

Estima-se que o custo de produção na região seja entre 15% e 20% mais elevado do que nas outras regiões produtoras, devido a questões relacionadas ao relevo. A expectativa é que a manutenção da medida beneficie 18 mil pequenos e médios produtores. A subvenção econômica é concedida através de adequação das taxas de juros dos financiamentos para a estocagem de combustível.“Na prática a subvenção é revertida em R$ 5 por tonelada de cana colhida, até o limite de 10 mil toneladas, totalizando R$ 50 mil.

É uma política do governo de subvenção do preço mínimo e aplicada a várias culturas, incluindo a soja, o milho e o algodão”, explica Andrade Lima, para quem a medida não é um mero benefício aos produtores nordestinos, mas uma necessidade para a manutenção da atividade econômica na região.Em 2011, segundo a Unida, o governo subvencionou a produção de cana nordestina com R$ 58 milhões, enquanto os produtores de arroz receberam R$ 1 bilhão através da política de preço mínimo.

Ainda segundo Alexandre Andrade Lima, mesmo com todos os investimentos feitos durante décadas, ainda não se consolidou uma alternativa econômica rentável para a Zona da Mata, além da monocultura da cana-de-açúcar.“Há questões práticas que não foram resolvidas ao longo dos anos, inclusive a sugestão de plantar alimentos na região não conseguiu ser equalizada inclusive nos assentamentos rurais – onde a maioria dos agricultores cultiva a cana-de-açúcar.

Mesmo em Vicência, onde existe o cultivo forte da banana, muitos produtores estão abandonando a cultura, para voltar a plantar cana”, defende o presidente da Unida, acrescentando que as críticas que o setor recebe por ser subvencionado não têm respaldo na realidade econômica da região, sendo a cana-de-açúcar, mesmo depois de 500 anos, a atividade economicamente mais viável.

A expectativa dos produtores de cana-de-açúcar nordestinos é que a Medida Provisória 554 seja votada em até um mês e meio. O documento aguarda a votação de outras cinco MPs, muitas relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e consideradas prioritárias pelo governo federal.

Nordeste avança na convergência salarial

A convergência da renda regional é um dos pontos cruciais no desenvolvimento das economias periféricas. Este ponto é mais visível principalmente nas grandes economias periféricas em desenvolvimento, os chamados BRICS, cuja expansão se deve em geral a políticas centradas em aproveitar vantagens comparativas que são usualmente concentradas em termos geográficos.

O Brasil não é exceção, muito pelo contrário, apresentando um cenário onde a Região outrora mais rica (o Nordeste) se tornou ao longo do processo de desenvolvimento nacional a que concentra os principais bolsões de pobreza.Ao longo dos últimos séculos a inversão de posição entre o Nordeste e o Sudeste tornou esta primeira uma Região periférica dentro do contexto nacional, e já faz décadas que se utilizam políticas públicas no sentido de recuperar uma trajetória de convergência da renda ou, ao menos, dos salários.

Visto que o Nordeste vem se mostrando ao longo dos últimos anos um bastião do crescimento nacional, cabe considerar se a convergência ao menos dos salários médios é uma realidade alcançável ainda na vida dos atuais trabalhadores (a da renda, se alcançável, é coisa para gerações).Utilizando os dados mais recentes na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, temos que alguns elementos estilizados quando a remuneração do trabalho no Brasil são apoiados pelos dados e, também, que há sinais de convergência.

O primeiro quadro a seguir sugere que nas principais áreas metropolitanas o salário médio real atualmente convergiu para três patamares: um mais alto para Rio de Janeiro e São Paulo, um segundo intermediário para as demais áreas menos Recife, que se isola sem apresentar tendência de crescimento nos últimos anos. Em média, a distância entre todas as áreas e São Paulo diminuiu consideravelmente ao longo dos últimos 10 anos.


Um segundo ponto importante que já pode ser claramente visualizado na série é que o número de horas de trabalho vem claramente diminuindo, embora estranhamente de forma mais acelerada nas regiões de renda mais baixa (Recife e Salvador). Permanece verdade que Paulistas e Cariocas apresentam mais horas de trabalho que os Nordestinos, mas o quadro seguinte mostra aquilo que é mais importante: a diferença na remuneração por hora vem diminuindo acentuadamente.

A convergência do salário por hora é claramente mais forte que a observada para o salário total, embora ainda pode se arguir que também há três grupos e que Recife fica para trás. O mais importante desta série é o comportamento das demais áreas em relação a São Paulo que, apesar de apresentar crescimento no salário real por hora, vem sendo alcançado pelas demais áreas.

Não há elementos na PME que permitam avaliar os motivos pelos quais se observa convergência, nem por quer Recife vem ficando para trás quando se esperava o contrário dada a velocidade com que a taxa de desemprego caiu na Região. Talvez a redução no desemprego tenha se dado em funções que na média tem menor remuneração, derrubando assim a estatística geral.
 
Vendas da Deten crescem 21% no NE
 
Enquanto as vendas da Deten Química para o mercado interno cresceram 6,4% em 2011, no Nordeste, elas foram 21% maiores, o que fez a participação da região nos negócios da companhia subir de 15% para 17%. Para o gerente comercial Rosalvo Peixoto, esse quadro é resultado dos investimentos realizados por empresas que utilizam tensoativos em seu processo produtivo, como a nova fábrica de detergentes da Unilever em Igarassu (PE), a Bombril que implantou mais uma linha de envase de detergente em Abreu Lima (PE), a Química Amparo que ampliou a capacidade em Simões Filho (BA) e a Oriental que inaugurou uma fábrica de detergentes em pó em Aracaju (SE). “A Deten apressa-se com seus investimentos para ampliação de sua capacidade produtiva”, destaca.
 
A Deten Química, instalada no Polo Petroquímico de Camaçari (BA), produz o LAB (Linear Alquilbenzeno) matéria-prima para tensoativos utilizados na fabricação de detergentes líquidos e em pó. Saiu licença ambiental do EISA – AlagoasO Grupo Synergy conseguiu a licença ambiental para implantar o estaleiro Eisa, orçado em R$ 1,5 bilhão. Enquanto o Ceará ainda analisa as áreas para instalação do Estaleiro Promar Ceará, o Estado de Alagoas assegurou ao Grupo Synergy, a licença ambiental prévia à implantação do Estaleiro Eisa Alagoas, um empreendimento orçado em R$ 1,5 bilhão e que será construído no município de Coruripe, no litoral alagoano.
 
A licença foi concedida pelo Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram) no início deste mês, mas anunciada apenas esta semana, pelo Diretor Comercial do estaleiro, Jorge Gonçalves.Com a licença em mãos, estão abertas as “comportas” para o Estaleiro Eisa Alagoas S/A participar do processo de licitação da Petrobras, para fabricação de sete sondas de perfuração, utilizadas em plataformas. A estatal perolífera já anunciou, no entanto, que serão quatro lotes de sete sondas, totalizando 28 unidades.
 
Cada sonda corresponde ao valor aproximado US$ 750 milhões, num total aproximado de R$ 9 bilhões de investimentos da Petrobras. Assim como o Promar Ceará foi aprovado pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) para ser a construído no Ceará, o Eisa Alagoas foi o empreendimento naval assegurado a Alagoas. Dois parques eólicos são inaugurados em GuamaréA Bioenergy e a GE Energy inauguraram na manhã desta quinta-feira (1) os parques Aratuá 1 e Miassaba 2, no município de Guamaré, distante 170 Km de Natal. O Aratuá 1 e o Missaba 2 representam os dois primeiros parques na América Latina a operarem com turbinas produzidas pela GE.Parques eólicos foram inaugurados na manhã de hoje, 01/03, em GuamaréO Miassaba 2 também é o primeiro parque eólico privado do país, com energia comercializada no mercado livre – sem intermediação do Governo Federal.
 
Ao todo, foram investidos R$ 200 milhões nos parques, que já começaram a operar e geram 150 empregos, entre diretos e indiretos.A potência chega a 28,8 MW, energia suficiente para abastecer uma cidade com 70 mil residências. Coteminas construirá complexo no valor de R$ 1 bi em São Gonçalo do Amarante/RNO grupo Conteminas, que atua no segmento têxtil, apresentou o Horizontes do Potengi – um misto de condomínio residencial e centro comercial com shopping, apartamento, centro de convenções, teatro e escola – à governadora do Estado Rosalba Ciralini na tarde desta sexta-feira (24).O projeto do complexo, que será implantado no município de São Gonçalo do Amarante, está orçado em R$ 1 bi e integrará 5 mil pessoas em sua fase inicial. Todo o projeto será detalhado logo mais em coletiva de imprensa.
 
Micro e pequenas empresas alavancam contratação
 
As micro e pequenas empresas (MPE) puxaram a contratação de trabalhadores no início de 2012. As que possuem no máximo quatro funcionários foram responsáveis por 85,9% dos 118.895 empregos formais gerados em todo o país no primeiro mês do ano.
 
A conclusão é resultado de um levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).No período analisado, esse grupo de empresas abriu 102.111 postos de trabalho com carteira assinada. O percentual é superior ao registrado no mesmo mês de 2011, de 69% do total. “A curva ascendente da geração de emprego nos pequenos negócios confirma a tendência de aumento do nível de atividade desse segmento, em função do aumento da renda, do crédito e, consequentemente, do consumo da população”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto do Santos.
 
A abertura de mais postos de trabalho em janeiro reflete o incremento da atividade econômica, principalmente no setor de serviços, em expansão no país, assinala o diretor do Sebrae.Para Carlos Alberto, essa tendência deve prevalecer tendo em vista as oportunidades decorrentes dos megaeventos esportivos nos próximos anos, do crescimento do fluxo de turistas brasileiros e estrangeiros e da melhoria da renda.
 
“Isso implica mais demanda, favorecendo a atividade produtiva e os serviços, o que gera mais postos de trabalho”. A análise do Sebrae considera como micro e pequena empresa aqueles negócios que possuem até 99 funcionários. Ao contrário das empresas menores, as que possuem entre cinco e 99 trabalhadores fecharam vagas. Os dois g rupos somados, porém, geraram 80,3% das vagas formais em janeiro. As empresas que possuem entre 100 e 499 empregados em seus quadros contrataram 6,3% do total, e as que têm mais de 500 funcionários, 13,4%.
 
Das MPE que possuem menos de 99 funcionários, as do setor de serviços foram as que mais elevaram seus quadros, sendo responsáveis por metade dos novos postos de trabalho. Juntas, a indústria de transformação e a construção civil contrataram a outra metade dos profissionais. O único setor que demitiu foi o de comércio, em função de fatores sazonais.
 
Brasil tem mais de 13 milhões de casas com TV por assinatura
 
O crescimento percentual do serviço de TV por assinatura ficou acima da média nacional de 31,5% nas regiões Nordeste (48,5), Norte ( 48,4%) e Centro-Oeste (35,1%).Brasília - O país ultrapassou a marca de 13 milhões de domicílios com TV paga em janeiro deste ano. Foram mais 309,8 mil novos assinantes, um crescimento de 2,43% em relação à dezembro do ano passado.
 
Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De cada cem residência, 22,1 possuem o serviço de TV por assinatura.O serviço de TV paga via satélite (DTH) é o que mais vem crescendo, e adicionou em janeiro 259.413 novos assinantes, passando a deter 55,5% do mercado. O serviço de TV a cabo também conseguiu novos clientes, foram 56.809 e ele ficou com 42,7% do mercado.
 
Por outro lado, as empresas que utilizam tecnologia MMDS (microondas) vem perdendo espaço mês a mês. Elas perderam 6.413 assinantes no mesmo período, o que representou queda de 2,67% de sua base de clientes.O crescimento percentual do serviço de TV por assinatura ficou acima da média nacional de 31,5% nas regiões Nordeste (48,5), Norte ( 48,4%) e Centro-Oeste (35,1%), enquanto o Sul (24,5%) e Sudeste (29,3%) registraram crescimento inferior.
 
Entretanto, das mais de 3,1 milhões de novas assinaturas registradas nos últimos 12 meses, quase 2 milhões ocorreram no Sudeste.
 
Fonte: C2

Parábolas do Mundo Corporativo

Um rato, olhando por um buraco na parede, viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Mas ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.

Foi para o pátio da fazenda e advertiu a todos:

- Tem uma ratoeira na casa, tem uma ratoeira na casa!!!

A galinha, que andava ciscando de um lado para outro, levantou a cabeça e cacarejou:
- Desculpe, Sr. Rato, eu sei que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada. Ratoeiras não são para as galinhas, por tanto não corro nenhum perigo por causa da ratoeira.

O rato foi até o porco:
- Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces - concluiu irônico.

O rato dirigiu-se então à vaca. Mas ela nem ligou para um animalzinho tão pequeno:
- Você acha que eu estou em perigo por causa de uma ratoeirazinha? E mugiu despreocupada.Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar sozinho a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite, ouviu-se na casa o barulho característico da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha acontecido. No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha prendido a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.

Como a mulher continuava mal, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que isso não lhe diz respeito, lembre-se: quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre perigo.

Parábolas do Mundo Corporativo

Seis divertidas parábolas para ensinar como ser mais eficiente no mundo corporativo



Lição nº 1 – Gestão do Conhecimento

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem ia atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: “Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha.” Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro “Quem era?” – “Era o Bob, o vizinho da casa ao lado.” – diz ela. “Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?”

Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!

Lição nº 2 – Chefia e Liderança

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: “Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês”. “Eu primeiro, eu primeiro.” grita um dos funcionários. “Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!” Puf! e ele se foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:” Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!” Puf e ele se foi. “Agora você” diz o gênio para o gerente. “Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço.” – diz o gerente.

Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

Lição nº 3 – Zona de Conforto

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: “Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?” O corvo responde: “Claro, porque não?” O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Moral da História: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.

Lição nº 4 – Motivação

Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.

Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.

Lição nº 5 – Criatividade

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas na sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Moral da História: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.

Lição nº 6 – Criatividade


Todos os dias uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. Ela era produtiva e feliz. Mas o gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão, e pensou: se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada! E colocou uma barata, famosa por prepar belíssimos relatórios e com larga experiência como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Mas pra isso a barata precisou de uma secretária que a ajudava a preparar os relatórios; contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações.

O marimbondo ficou encantado com a barata e pediu-lhe gráficos com indicadores e análise das tendências para mostrar nas reuniões. A barata contratou então uma mosca, comprou um computador com impressora colorida, e logo a formiga produtiva e feliz começou a se lamentar de toda aquela movimentação…

O marimbondo concluiu que era chegado o momento de criar a função de gestor para a área onde trabalhava a formiga produtiva e feliz. O cargo foi dado a uma cigarra, que precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais como antes.

A cigarra, então, quis convencer o gerente marimbondo a fazer um estudo de clima, mas o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes… Algo ia mal… E contratou então a coruja, prestigiada e famosa consultora, para que fizesse um diagnóstico da situação.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, ao fim do qual concluía: Há muita gente nesta empresa! E o marimbondo mandou demitir… a formiga, claro! Porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Já viu esse filme antes?

Noticias de Pernambuco!

Nordeste amplia participação na construção do PIB nacional


As regiões Nordeste e Centro-Oeste aumentaram suas participações no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, em 0,4 ponto porcentual cada uma, na passagem de 2008 para 2009, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a participação do Sudeste continuou caindo, com um recuo de 0,7 ponto porcentual no período. As participações das regiões Norte e Sul tiveram leve queda de 0,1 ponto porcentual cada uma, de acordo com os dados das Contas Regionais do Brasil 2005 – 2009, divulgados hoje.

Apesar disso, a economia brasileira ainda é bastante concentrada, com apenas oito Estados responsáveis por 78,1% do PIB nacional em 2009. A maior participação continua sendo a de São Paulo: 33,5%, o equivalente a mais de R$ 1 trilhão.

O Estado de Santa Catarina, apesar de ter perdido apenas 0,1 ponto porcentual, caiu da sexta para a oitava posição no ranking, e foi ultrapassado por Bahia e Distrito Federal.

Piauí - No período, Piauí registrou o menor PIB per capita brasileiro, de R$ 6.051,10, bem abaixo da média nacional, de R$ 16.917,66. Já a região com maior PIB per capita no ano foi o Distrito Federal, de R$ 50.438,46.

Na passagem de 2008 para 2009, o Estado de Rondônia foi o que teve o maior crescimento em volume do PIB, de 7,3%, embora tenha mantido uma participação relativamente baixa no montante nacional (0,6%). Já o Espírito Santo registrou a maior queda em volume do PIB, de 6,7%.

As regiões que registraram avanço na participação no PIB entre 2002 e 2009 foram o Centro-Oeste (0,8%), o Nordeste (0,5%) e o Norte (0,3%). Juntas, as três regiões totalizavam 26,4% do PIB em 2002 e passaram a representar 28,1% do total em 2009.
 
Pernambuco segue na mira da construtora Mendes Júnior


A construtora mineira Mendes Júnior confirmou que Pernambuco está disputando com Espírito Santo e Santa Catarina a implantação do primeiro estaleiro de plataformas do grupo. O estaleiro, que começará a ser construído no primeiro trimestre de 2012, terá um investimento de R$ 1 bilhão e gerará cerca de 2 mil empregos diretos e indiretos. Sérgio Mendes, vice-presidente da empresa, adiantou que Goiana já foi riscada dos planos da construtora.

Caso seja instalado em Pernambuco, o estaleiro de plataformas irá para Suape. “Estamos esperando um detalhamento dos três estados para definir em qual deles iremos montar o estaleiro. Como é um empreendimento grande, cujas obras devem durar dois anos ou mais, temos pressa, porém, não vamos votar sozinhos; a própria Petrobras terá um peso importante na escolha”, explicou Mendes.

Apesar de o estado já ter o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) em operação, mais dois em construção – o Promar e o CMO -, e um previsto, o Navalmare, a vinda da Mendes Júnior colocaria Pernambuco numa posição estratégica dentro da cadeia mundial de exploração do petróleo. “O pré-sal vai exigir uma estrutura gigante de plataformas, e não há fabricantes suficientes no Brasil. A demanda atual do País nos garante pelo menos 20 anos de produção”, reforçou o vice-presidente da construtora.

Mendes adiantou que no primeiro ano de construção do estaleiro, a empresa deve contratar mão de obra especializada para montar as plataformas. “Queremos começar a operar ainda em 2012. Neste tipo de obra, à medida que vamos concluindo as fases, já vamos produzindo”, completou. E, mesmo não tendo uma definição sobre o assunto, Mendes ressaltou o interesse da empresa em participar de outras obras de infraestrutura no estado.

“Estamos interessados na parceria público-privada (PPP) do saneamento da Região Metropolitana e já começamos a conversar com a Fiat sobre uma participação na construção da fábrica da empresa em Goiana.”

Vale lembrar que a Mendes Júnior já participa da construção da Hemobrás e está construindo três estações elevatórias, em Salgueiro, que fazem parte da transposição do rio São Francisco. “Também queremos concorrer nas licitações do aeroporto e porto da Zona da Mata Norte”, crê Mendes.
 
BNDES investe cerca de R$ 25 milhões em Suape


Nesta quarta-feira (23), teve início o XIII Simpósio Observa Nordeste, organizado pela Fundação Joaquim Nabuco. Entre as questões que estiveram em pauta no primeiro dia do encontro, esteve a participação do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no financiamento de projetos estruturadores no Nordeste e também a o desenvolvimento na inclusão das regiões às cadeias produtivas.

O chefe do Departamento Regional Nordeste do BNDES, Paulo Ferraz Guimarães apresentou dados que mostram uma mobilização maior dos municípios do Nordeste para o financiamento de de projetos de desenvolvimento integrado.

“Aqui em Pernambuco, o BNDES investe R$ 25 milhões em Suape nos projetos estruturadores. Pelo menos oito projetos de bastante relevância devem surgir desse aporte, como escolas técnicas que surgem com empreendimentos como a PetroquímicaSuape”, exemplifica.

Além de Paulo Guimarães, a economista Tânia Bacelar e o professor da UFPE Raul Motta participaram no debate (Foto: Lara Holanda)

De acordo com Paulo Guimarães, enquanto houve um investimento de R$ 37.339 milhões financiados pelo banco entre 2000 e 2008 no Nordeste, de 2009 até setembro de 2011 essa carteira de financiamentos já chega a R$ 50.572.
 
Estados disputam estaleiro de plataformas. Investimento é de R$ 1 bilhão


Com aporte de R$ 1 bilhão e geração de 2 mil empregos, a construtora mineira Mendes Júnior analisa situar entre Pernambuco, Espírito Santo e Santa Catarina a implantação do primeiro estaleiro de plataformas do grupo, a ser construído no primeiro trimestre de 2012.

Para o vice-presidente da empresa, Sérgio Mendes, caso seja instalado em Pernambuco, o estaleiro irá para Suape. “A Petrobras terá um peso na escolha”, explicou, ao ressaltar que ainda o interesse na parceria público-privada (PPP) do saneamento da Região Metropolitana.

Outra empresa que atua com obras na construção é a Cyrela Brazil Realty, que ao avaliar os negócios para o próximo ano descarta inicialmente a restrição de crédito ao setor imobiliário. O vice-presidente-financeiro e diretor de Relações com Investidores da construtora e incorporadora, José Florêncio Rodrigues, disse que a companhia projeta para o ano que um cenário macroeconômico vem similar ao de 2011.

Ainda mais otimistas com os negócios no próximo ano estão a Marfinite Arenas e a NEC, que querem prestar serviços para consórcios como os da Odebrecht, Camargo Corrêa e WTorre para as obras da Copa do Mundo de 2014. A holding A2DP, que assumiu a Marfinite, de assentos para estádios, projeta em dois anos atingir R$ 216 milhões de receita, ante os R$ 154 milhões estimados para este ano. “Falamos em 1,2 milhão de novos assentos”, diz Alexandre Pimentel, porta-voz da empresa.
 
Sistema FIEPE lança programa Inova Pernambuco


Aumentar a competitividade da indústria pernambucana pelo estímulo à cultura da inovação empresarial é a proposta do Programa Inova Pernambuco, lançado no dia 21. Executivos, gestores do Sistema Indústria e empresários se reunião no lançamento, realizado no hotel Transamérica Prestige Beach Class International, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

O coordenador executivo do Programa, o vice-presidente da FIEPE Oscar Rache, apresentou na ocasião os detalhes do projeto. De acordo com Rache, a iniciativa terá uma agenda de ações para atender da melhor forma possível às necessidades das empresas pernambucanas. O trabalho integra a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), da CNI, e tem participação da Federação, IEL, SESI e SENAI.

Segundo o superintendente do IEL Nacional, Carlos Cavalcante, é essencial, para a elaboração da agenda, pensar em questões como formação de mão de obra qualificada, atração de centros de pesquisa de empresas estrangeiras para Pernambuco e internacionalização das empresas brasileiras. “A agenda é o caminho para a sobrevivência de micro, pequenas e médias empresas nos tempos atuais”, acrescentou o presidente da FIEPE, Jorge Corte Real.

O lançamento ainda teve debate com os empresários Raimundo Ferreira (Arclima) e Edson Moura (Baterias Moura) e palestra com o pesquisador de tecnologia Sílvio Meira.
 
Novos polos industriais seduzem montadoras


Camaçari (BA), Resende (RJ) e Suape (PE) lideram disputa para atrair fábricas que serão erguidas pela Volkswagen, BMW, Land Rover, Lifan Motors, Hyundai e Districar.

O interesse de montadoras tradicionais e marcas entrantes em instalar fábricas no país criou uma nova rodada de disputa entre estados que nos últimos anos se esforçam para consolidar sua posição como polos produtores de veículos.

As novas fronteiras da indústria automotiva, cada vez mais distantes do ABC paulista, o berço da indústria, tentam seduzir como podem companhias como Volkswagen, BMW, Land Rover, Lifan Motors, Hyundai e Districar – representante das marcas chinesas Changan, SsangYong, Haima e JMC.

O flerte dos governos é quase sempre o mesmo: incentivos fiscais generosos, facilidades nas negociações trabalhistas e vantagens logísticas. Os polos de Camaçari, na Bahia, Rezende, no Rio de Janeiro e Suape, em Pernambuco, tentam angariar novas empresas.

Restrito nos últimos dez anos a apenas uma fábrica, da Ford em Camaçari, na Bahia, o Nordeste desponta como nova preferência das companhias e deve ganhar musculatura nos próximos anos.

Pernambuco já captou R$ 4 bilhões para a construção de uma fábrica da Fiat, em Goiana, acertou a instalação de duas montadoras chinesas de motos, a Sazaki e a Shineray, e está no páreo para receber as novas unidades da Volkswagen e da BMW.
 
Escada entre os dez municípios que mais geram empregos no estado


Pernambuco gera 7.421 empregos em outubro e mantém liderança regional

Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego do Ministério do Trabalho, foram criados em Pernambuco 7.421 postos de trabalho formal em outubro de 2011, consolidando a maior quantidade de empregos celetistas gerados no Nordeste e a sétima do Brasil.

“É importante constatar que, em meio ao ambiente externo crítico, estamos mantendo a trajetória positiva, com o mercado de trabalho pernambucano seguindo dinâmico e gerando cada vez mais empregos formais”, afirmou o governador Eduardo Campos, ao saudar o resultado da pesquisa divulgado nesta sexta-feira (18/11).

Tal comportamento foi proveniente da expansão do emprego principalmente nos setores de Serviços (+5.061 postos), da Indústria de Transformação (+3.421 postos), do Comércio (+2.298 postos). Com a chegada das festas de final de ano, a tendência é que o nível da geração de empregos continue aumentando, principalmente no comércio.

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos primeiros dez meses do corrente ano, houve acréscimo de 83.519 postos (+7,10%). Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses, verificou-se crescimento de 7,44% no nível de emprego ou +87.222 postos de trabalho. Estes dados mostram o quanto o mercado de trabalho pernambucano está aquecido, gerando cada vez mais emprego para a população. O ponto mais importante é que esta criação é de empregos formais, fazendo com que o trabalhador esteja sempre assegurado.

Analisando os resultados das regiões metropolitanas, a RMR destaca-se, pois, em outubro de 2011, obteve a terceira maior geração de emprego formal, ficando atrás apenas das regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Dado o tamanho das RM’s de São Paulo e do Rio de Janeiro, o crescimento do número de postos de trabalho celetistas na RMR foi espetacular.

Outro ponto que merece destaque é a participação dos municípios do interior na geração de emprego formal do estado. Caruaru, Escada e Bezerros, aparecem na lista dos dez municípios que mais geraram emprego em outubro. Isso mostra que o desenvolvimento econômico está atingindo o estado inteiro, levando emprego de carteira assinada para toda a população.

O estado de Pernambuco cria cada vez mais empregos formais, distribuídos por todos os segmentos econômicos. A geração de postos de trabalho atinge tanto a região metropolitana do recife, quanto o interior do estado. Pernambuco cresce economicamente, levando empregos formais para toda a população.
 
Coreana Hyundai e Wollk Elevadores anunciam fusão


Governador Eduardo Campos recebeu visita de representantes da Hyundai

O grupo coreano Hyundai e a pernambucana Wollk Elevadores anunciam a fusão das empresas, que dão início à nova linha de produção já em dezembro. Com a parceria, a Hyundai deve trazer inovação e tecnologia ainda não utlizadas no Brasil para os equipamentos produzidos na Wollk elevadores, que agora vai se chamar Hyundai Elevadores Wollk.

A Wollk é considerada uma empresa de pequeno porte, com capacidade de produção de 400 elevadores por ano. A fusão com a empresa coreana deve ampliar a carta de clientes da emrpesa pernambucana. Hoje, a Hyundai detém 0,8% do mercado nacional no segmento de elevadores. Com a fábrica em Pernambuco e também uma que está em operação no Rio Grande do Sul, a coreana pretende ampliar sua participação em 20% no mercado brasileiro em três anos. O faturamento anual do grupo é de R$ 120 bilhões.

O diretor da Hyundai, Victor Park, indica que a escolha da empresa pernambucana vai ajudar o crescimento do grupo no Brasil. “A Wollk já tem o Know-how, conhece o mercado de elevadores. Unimos o útil ao agradável: eles sabem vender e como instalar, e nós temos os produtos.” Na prática, a Wollk vai deixar de ser produtora de elevadores para ser montadora da Hyundai.

A tecnologia da Hyundai deve diminuir o tempo gasto em processos de instalação e conserto de elevadores. As empresas brasileiras trabalham com prazo de dois meses, em média. Já as empresas que usam a tecnologia da Hyundai conseguem diminuir esse prazo para uma semana e meia.

“A Hyndai é a produtora dos elevadores mais rápidos do mundo. No Recife, temos os maiores arranha-céus do Brasil e um parque antigo que precisa de reformas. Temos uma média de duas chamadas para consertos por mês, enquanto eles têm duas chamadas a cada três anos”, aponta o presidente da Wollk, Roberto Maia.

As empresas já estão com encomendas para montar a esteira rolante no shopping Rio-Mar e dois elevadores no aeroporto de Natal, além de negociações para elevadores de prédios residenciais. As empresas não divulgaram dados sobre geração de emprego e de investimentos realizados.
 
Empresarial na Reserva do Paiva atrai executivos


O Novo Mundo Empresarial, que está sendo construído no bairro planejado Reserva do Paiva, está atraindo executivos e profissionais liberais para a região, que fica na rota para o Complexo Industrial Portuário de Suape. O complexo multiuso faz parte da terceira etapa do bairro planejado.

Esse é o sentimento verificado no Espaço de Vendas da Reserva do Paiva, que comercializa os espaços e verifica que a região “é destino de quem atua em Suape ou tem atividades relacionadas ao complexo industrial.” As salas comercializadas vão dar espaço a escritórios de advocacia, de câmbio, agências de turismo, consultoria contábil, entre outros segmentos que devem servir à região.

O bairro planejado está sendo construído pela Odebrecht Realizações Imobiliárias em parceria com os grupos Cornélio Brennand e Ricardo Brennand. A Reserva do Paíva já conta com três condomínios residenciais e terá o complexo multiuso.

O condomínio de casas Morada da Península, que já teve as 67 casas entregues, foi anunciado na primeira etapa do bairro. A segunda etapa contou com o condomínio Vila dos Corais, em construção.

A terceira etapa terá o condomínio Terraço Laguna, além do Novo Mundo Empresarial e um hotel 5 estrelas com centro de convenções e que tem parceria do grupo português Promovalor. Ao todo, serão investidos R$ 450 milhões para a terceira etapa. No total, são mais de 90 mil metros quadrados (m²) de área destinada para negócios, comércio e serviços, com investimentos a partir de R$ 990 mensais.
 
Fonte: C2 Consultoria

Noticias de Pernambuco!

Shineray desembarca hoje 400 utilitários

A montadora chinesa Shineray desembarca no Porto do Recife, hoje, sua primeira carga de veículos utilitários. A importação será mensal. São vans, minicaminhões e furgões de motor 1.0 a gasolina. A empresa tenta liberar a mercadoria antes do dia 16 do mês que vem, para não ter incidência nos produtos da alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O registro da carga antes ou depois dessa data influenciará diretamente no preço de venda dos veículos.A carga é de um total de 400 utilitários que serão distribuídos em Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. Dentro do Estado eles vão para a Região Metropolitana do Recife e para Caruaru. A ideia é trazermos um navio por mês, diz o diretor da Shineray, Paulo Perez. Ele afasta a possibilidade de a empresa instalar no Brasil uma fábrica de automóveis.As estimativas iniciais de preços dos automóveis não levaram em conta a nova alíquota do IPI. Como poderá haver a necessidade de recálculo de preços, com a alta do IPI, os valores iniciais dos 200 minicaminhões com capacidade de transporte de até 800 quilos e que chegarão da China para o consumidor sairão por volta de R$ 22 mil.Outros cem furgões, para o transporte de mercadorias, custarão cada um por volta de R$ 21,5 mil (igualmente sem contar um IPI mais alto).Observando a mesma condição de um imposto que ainda pode ser recalculado, no caso das cem vans, com sete lugares para os passageiros mais um para o motorista, os preços sairão por volta de R$ 28 mil.Para as vendas, a ideia da montadora é abrir uma rede de concessionárias Shineray Automobile, com uma primeira loja funcionando no Recife.Tanta expectativa sobre o IPI é porque o governo federal, em setembro, editou um decreto que determina o aumento do imposto apenas para os veículos com um índice de nacionalização abaixo de 65%, o que afeta diretamente a importação de automóveis.A aplicação seria imediata, mas o Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar o caso, determinou que as regras só valerão após o dia 15 do mês que vem.Em meio às negociações para a atração de uma fábrica de US$ 2 bilhões da Volkswagen para Pernambuco, o governador Eduardo Campos comentou que um segundo decreto do governo federal será publicado até o dia 15, para regulamentar e detalhar as regras da nacionalização que deverão ser seguidas pelas montadoras nacionais.

Caruaru negocia fábrica de R$ 50 mi

A multinacional americana Procter & Gamble, que atua em vários segmentos, tem interesse de instalar uma unidade para produzir a batata frita Pringles no AgresteExecutivos da multinacional americana Procter & Gamble (P&G) desembarcam hoje em Caruaru, no Agreste do Estado, para analisar a cidade como possível destino para duas fábricas orçadas em R$ 50 milhões.Atuando em diversos segmentos (lâminas Gillette, fraldas Pampers, Pantene, Oral-B, Duracell etc.), o grupo pretende instalar sua indústria numa área de 10 hectares. A P&G quer instalar uma planta para produzir a batata frita Pringles e outra apenas para a confecção das embalagens cilíndricas do produto. As duas unidades, quando em funcionamento, irão criar 450 empregos diretos.O investimento seria feito, inicialmente, no Estado de Goiás. As obras das fábricas chegaram a começar quando foram detectados problemas com o abastecimento de água na região. Diante do entrave, a empresa caiu em campo para encontrar, o mais rápido possível, um novo destino para os empreendimentos.Pesam a favor da cidade pernambucana a disponibilidade de terrenos nas duas etapas do Distrito Industrial (que hoje possui 100 empresas instaladas), a oferta regular de água e a posição privilegiada, próximo às rodovias BR-232 e 104 (que passa atualmente por obras de duplicação). Procurado pelo JC, o prefeito de Caruaru, José Queiroz, confirmou o encontro e adiantou que serão discutidos hoje benefícios como a cessão da área, isenção no pagamento do Imposto Territorial e Predial Urbano (IPTU) e outros descontos fiscais oferecidos pelo governo do Estado.O possível investimento em solo pernambucano acontece em meio as negociações de venda da marca Pringles para a gigante do mercado norte-americano de aperitivos Diamond Foods (dona de marcas pouco conhecidas no Brasil como a linha de batatas fritas Kettle ou de lanches a base de nozes Emerald).Em abril deste ano, a P&G anunciou a transação, que atingirá a cifra de US$ 2,4 bilhões. A estimativa inicial era de que até dezembro a negociação estivesse concluída, porém, comunicados aos acionistas divulgados na semana passada informaram que o processo só deverá ser concluído em junho de 2012.

 Fiat fará jipinho na fábrica de Pernambuco

A aliança entre a italiana Fiat e a norte-americana Chrysler renderá seu primeiro grande fruto no Brasil em 2014. As duas empresas desenvolvem em silêncio um utilitário esportivo compacto para ser produzido na futura fábrica do grupo no município de Goiana (PE). DivulgaçãoFuturo Fiat será menor que Jeep Compass, que chega em 2012A Folha apurou que o jipinho terá porte semelhante ao do recém-lançado Renault Duster(foto). Seu alvo será a segunda geração do Ford EcoSport, que chega às lojas no próximo ano.A renovação deixará o carro mais refinado que o atual, que lidera o segmento com média de 3.000 emplacamentos mensais.O jipinho Fiat marcará a estreia da marca nesse mercado em ascensão, importantíssimo para a manutenção da montadora no primeiro lugar do ranking geral de vendas.Segundo dados da Fenabrave (federação das concessionárias), o crescimento dos emplacamentos de veículos utilitários foi de 15,9% em 2011, quase três vezes maior do que o da média geral (5%).A versão Chrysler será posicionada em um patamar superior também de preço, para não haver canibalização entre eles. Deverá sair com o distintivo Jeep, mais adequado à proposta aventureira do produto -a Chrysler ainda é dona das marcas Dodge e Ram, esta última especializada em picapes.Atualmente, Fiat e Chrysler oferecem em conjunto os “crossovers” Freemont e Dodge Journey.O primeiro leva a marca italiana e tem motor quatro cilindros (172 cv). O segundo chega neste mês às lojas com pequenas mudanças visuais e o novo V6 Pentastar (286 cv).A capacidade inicial de produção para a fábrica de Goiana, ao ser inaugurada em 2014, está estimada em 200 mil automóveis por ano. De lá sairá também o sucessor do Fiat Mille.

Vale busca parceiros em Pernambuco

Representantes de mais de 60 empresas pernambucanas se inscreveram para encontro realizado na FIEPE com diretores da Vale, no dia 8. O evento, que teve como destaque de sua programação reuniões de negócios entre potenciais fornecedores e gestores da companhia, apresentou aos empresários locais os principais projetos e oportunidades previstos pela multinacional para 2012. A realização do encontro contou com o apoio do Centro Internacional de Negócios da Federação.O presidente do CIEPE, Aurélio Nogueira, representou o presidente da Federação, Jorge Côrte Real, na abertura do evento. Nogueira elogiou a iniciativa e afirmou desejar que a multinacional não só faça parceria com empresas pernambucanas como também se instale no Estado. Presente na ocasião, o gerente geral de suprimentos da Vale, Rogério Amaral, enfatizou que esse encontro é um importante passo para a aproximação entre a companhia e o Estado. O encontro ainda contou com a presença do coordenador do Núcleo de Desenvolvimento, Articulação e Integração Industrial (NDI) da FIEPE, Antonio Sotero, e do presidente do Sinduscon, Gustavo Miranda.As oportunidades disponibilizadas pela Vale para empresas pernambucanas são para projetos do Pará, Maranhão e Tocantins, com foco nos segmentos de super e infraestrutura, edificação, obra industrial, terraplanagem, drenagem, pavimentação e obras de arte especiais (construção de pontes, viadutos etc.).

Refinaria auxilia infra em Pernambuco

Um convênio vai viabilizar a implantação de projetos de infraestrutura urbana e social nas regiões dos novos empreendimentos da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cujas operações vão causar um grande impacto na economia nacional.“Dois em cada dez caminhões utilizarão diesel produzido em Pernambuco. Os 25.837 metros cúbicos que sairão da Abreu e Lima representam 18% do consumo nacional”, informou Paulo Roberto Costa, diretor.Assinado em agosto entre Petrobras, Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades e Fundação Getúlio Vargas, o convênio visa a fortalecer a capacidade de gestão das prefeituras municipais das áreas do entorno dos empreendimentos.Para isso, o documento prevê apoio técnico às equipes gestoras dos municípios no planejamento, contratação, captação de recursos, gestão e execução de planos, projetos e obras no setor de infraestrutura urbana e social.Os municípios conveniados devem estruturar-se para elaboração e acompanhamento dos projetos, comprometendo-se a instituir uma Unidade Gestora Municipal (UGM), composta por técnicos das prefeituras. Essa equipe receberá a assistência técnica e a capacitação e será responsável pela gestão dos processos.

Ambev entra em operação este mês em Itapissuma

A fábrica da Ambev em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife, vai começar a operar neste mês, após um investimento de R$ 260 milhões da InBev, multinacional de capital belga e brasileiro. Anualmente, a produção será de 1 bilhão de litros de cerveja Brahma Fresh, Brahma, Skol e Antarctica, além de 400 milhões de litros de H2OH! e Guaraná Antarctica. Duzentos empregos foram gerados.Incluindo a indústria pernambucana, a Ambev está investindo R$ 793 milhões este ano no Nordeste, região apelidada internamente pela fabricante de bebidas como a China brasileira, devido ao seu forte crescimento econômico. Estão em construção ou em processo de expansão plantas na Bahia, Maranhão e Paraíba.A companhia aumentou em 70% a sua capacidade de produção na região nos últimos dois anos.Os recursos fazem parte do pacote de R$ 2,5 bilhões já anunciado pela empresa para este ano e só perde, na divisão regional, para o Sudeste, que recebe R$ 1 bilhão.O potencial de crescimento no Nordeste é muito grande. Em 2010, a indústria de cerveja cresceu 18% na região, mais que o dobro da média nacional, que foi de 8%, disse Nelson Jamel, diretor de Relações com Investidores da Ambev.O baixo consumo per capita comprova a oportunidade. Segundo Jamel, enquanto o brasileiro bebe 62 litros de cerveja por ano, o nordestino consome 45 litros anuais. Desde 2009, a Ambev reforçou os investimentos em capacidade de produção no Nordeste, onde a participação de mercado da empresa é inferior à média brasileira.A maior disponibilidade de produto resultou em ganho de mercado na região, diz Jamel, que não revela números.O fortalecimento da empresa no Nordeste também acontece no momento em que a marca líder na região, a Schincariol, deve se fortalecer após ser comprada pela japonesa Kirin. O nosso foco no Nordeste é independente das mudanças no concorrente, garante Jamel.Outro destaque entre os aportes deste ano é a fábrica do município de Aquiraz, no Ceará. Estão sendo destinados R$ 245 milhões para a implantação do processo de produção de cerveja e melhorias na linha de refrigerantes. A capacidade de produção vai mais do que dobrar, para 8 bilhões de litros.Ontem, a companhia divulgou um lucro de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre, queda de 7% em relação ao mesmo período de 2010. O resultado foi influenciado por um aumento nas despesas financeiras, causadas pelo câmbio.

Pernambuco Vive Sua Revolução Industrial

O helicóptero decola do heliponto do Centro Administrativo de Suape. A 200 metros do chão, é possível ter a dimensão da revolução econômica que a injeção de R$ 46 bilhões em investimentos públicos e privados previstos até 2014 está promovendo em Pernambuco, a nova locomotiva do Nordeste.

Não é o único canto do Estado que avança ligeiro e que tem mudado não só a vida dos 8,7 milhões de pernambucanos, mas sobretudo permitido a volta dos retirantes que um dia caíram no mundo atrás de uma vida melhor.

Investimento público cresce 2,5 vezes em 4 anos

Setor privado forma polos industriais

'Pagamos até passagem aérea para candidato a vaga'

Veja o especial sobre a Revolução Pernambucana

No interior, duas obras gigantes (a transposição do rio São Francisco e a construção da Ferrovia Transnordestina) ajudam a desenhar uma nova paisagem na vida do morador do agreste e do sertão.

LITORAL

No litoral, onde pode-se observar a síntese da nova dinâmica econômica, o complexo industrial-portuário de Suape, erguido a 40 quilômetros ao sul do Recife, brota a velocidade impressionante.

"Cento e vinte empresas já estão instaladas, outras 30 estão em construção e mais 20 irão surgir até 2014", enumera Frederico Amâncio, vice-presidente de Suape. Do alto é possível avistar obras em todos os cantos dos 13,5 mil hectares do complexo.

Justo ali, onde há 380 anos invasores holandeses que acharam de tomar uma fatia do Brasil colônia indicaram como ponto mais propício à criação de um porto.

E foi nessa região, após romperem pequena porção da parede dos arrecifes que protege o litoral do Atlântico, que os holandeses criaram uma passagem para que os barcos de açúcar alcançassem os navios em alto-mar.

A visão dos invasores ganhou forma quase quatro séculos depois. Investimentos de mais de US$ 3 bilhões nos últimos dez anos criaram a infraestrutura básica para o atual ciclo de expansão do porto de Suape, e converteram a região no principal polo de atração de negócios do Nordeste brasileiro.

A APOSTA PRIVADA

Agora, o PIB pernambucano demonstra vigor e o combustível é Suape. Em 2010, o PIB estadual foi de R$ 87 bilhões _expansão de 15,78% num só ano. Os velhos engenhos de cana e as usinas de açúcar e álcool pouco a pouco deixam de ser predominantes na matriz econômica de Pernambuco.

A aposta do poder público em Suape ao longo de 40 anos desde o plano original de 1960 começou a seduzir o capital privado. O complexo industrial-portuário, um modelo inédito no Brasil, está fazendo surgir um novo Estado industrial no país.

"Não tínhamos indústria de petróleo e gás, nem indústria naval ou automobilística. Agora há uma nova perspectiva para o Estado", diz Geraldo Júlio, presidente de Suape e secretário de Desenvolvimento Econômico.

ACIMA DO NORDESTE

A forte expansão econômica elevou a renda per capita do Estado a quase R$ 10 mil, acima da média do Nordeste, de R$ 7.488, mas ainda inferior à renda nacional, de R$ 15.990.

A criminalidade caiu 25% em quatro anos, mas ainda é de 40 homicídios por 100 mil habitantes, quatro vezes mais que no Estado de São Paulo, e superior à média nacional, de 24,5 por 100 mil.



A expansão industrial de Pernambuco deve entrar agora na segunda fase: a atração de fornecedores dos projetos-âncoras.

Um dos maiores empreendimentos no Estado, o EAS (Estaleiro Atlântico Sul) negocia a instalação, em Suape, de fornecedores de equipamentos para a montagem de navios-plataforma e navios-sonda usados na perfuração de campos de petróleo.

"Alguns grandes fornecedores internacionais já vieram aqui para observar se o polo naval oferece escala de produção. Acho que, em breve, vamos ver alguns desses fornecedores chegando", diz José Roberto de Moraes, diretor de operações da empresa.

O EAS, associação entre a Queiroz Galvão, a Camargo Corrêa, a PJMR e a sul-coreana Samsung, conseguiu uma carteira que vale hoje US$ 8,1 bilhões.

São 22 navios-petroleiros, sete navios-sonda e o casco da P-55 (plataforma que irá operar no campo de Roncador, na bacia de Campos, no Rio), um pacote todo atrelado aos pedidos de uma só empresa, a Petrobras.

Para o EAS, atrair fornecedores para ampliar o polo naval de Suape pode ajudar o próprio estaleiro a melhorar a performance de construção das embarcações. O plano do estaleiro é reduzir o tempo em que um casco de navio permanece no dique seco.

Hoje, eles demoram até seis meses na instalação. O plano é reduzir o tempo para dois meses. Para isso, o estaleiro terá de montar navios a partir de megablocos. O primeiro petroleiro, o João Cândido (em fase de acabamento), foi montado a partir da junção de 240 blocos.

O Zumbi dos Palmares, atualmente em montagem, será construído a partir de 150 blocos. O terceiro, ainda não batizado, será feito com 30 blocos gigantes, cada um montado fora do dique. A meta do estaleiro é montar um petroleiro unindo apenas 22 partes.

DE VENTO EM POPA

Se as perspectivas para atração de fornecedores do estaleiro são boas, as chances de a Impsa (Indústrias Metalúrgicas Pescarmona) criar o primeiro grande cluster em Suape são maiores ainda. A companhia argentina entrou no negócio de energia eólica há cinco anos. A atividade já responde por 60% das receitas.

O sucesso nos leilões de energia eólica no Brasil garantiu à companhia uma carteira de pedidos de R$ 3 bilhões em aerogeradores.

"A empresa está instalada em Suape há dois anos e já negocia a vinda de pelo menos dois produtores de torres para os aerogeradores e duas empresas de pás (as hélices do gerador)", diz o gerente comercial da empresa, Paulo Ferreira.

Distante cerca de três quilômetros da Impsa, a Petrobras monta uma mega refinaria que terá capacidade de processar 250 mil barris de petróleo por dia. Ao lado da refinaria também é construída uma petroquímica.

A estatal não quis falar sobre o projeto, mas a expectativa em Pernambuco é que a produção de matérias-primas petroquímicas viabilize um polo têxtil na região, com indústrias para fabricação da fibra, do tecido e, quem sabe, confecções.

Outra promessa é a formação de um novo polo automotivo no Nordeste, com a instalação da Fiat até 2014, segundo previsão da própria montadora.

A unidade terá capacidade para 200 mil veículos e a previsão é a de que, por isso, constitua um novo parque de autopeças.





Fonte: folha.com
AGNALDO BRITO
ENVIADO ESPECIAL A SUAPE (PE)

Editoria de Arte/Folhapress

Professores e Educadores

Marcas de batom no banheiro...Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...


Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores...

Comunicar é sempre um desafio!

Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.Por quê?

• Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade;

• Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência;

• Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença;

• Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade."

Lição do Rato

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira fico aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!!

A galinha:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e:

- Há ratoeira na casa, ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:

- Há ratoeira na casa,

- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima..

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Mas ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.

O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
 
O problema de um é problema de todos!

Ninguém é Insubstituível...

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos, e olhando nos olhos de cada um, ameaça:

- "Ninguém aqui é insubstituível"!

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.

Ninguém ousa falar nada...

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim... E o Beethoven?

- Como? - encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível, e quem substituiu Beethoven?

Silêncio…

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são apenas peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar um outro para por no lugar.

Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim?Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc., Etc., Etc..?…

O rapaz fez uma pausa e continuou:

- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?

Nova pausa e prosseguiu:

- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO, PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO, KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO…

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, Obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO.

Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando sobre o assunto, o rapaz continuava...

- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de 'técnico de futebol', que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert
Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo.

E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.

Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor olhava para baixo pensativo...

E voltou a dizer nesses termos:

- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos, não haveriam montanhas, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados…

Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas', ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:

…NINGUÉM!… Pois nosso Zaca é insubstituível.” ...

- Concluiu o rapaz e o silêncio foi total...




Fonte: Internet (F.França)

Para Quem Gosta de Violão e Banjo!

O filme Amargo Pesadelo estava sendo rodado no interior dos Estados Unidos. O diretor fez a locação de um posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores contracenando com o proprietário do posto onde ele também morava com sua mulher e filho. Este último autista e nunca saía do terreno da casa.


A equipe parou no posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme.

Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.

Como houve uma 'resposta musical" por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar. O restante vocês verão no vídeo.

Atentem para alguns detalhes:

- O garoto é verdadeiramente um autista;
- ele não estava nos planos do filme;
- A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos... dançando
- A felicidade da mãe captada numa janela da casa;
- A reação autêntica de um autista quando o ator músico quer cumprimentá-lo.

Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto.

A sua expressão. No início está distante, mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria.

A alegria de um autista, que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro. O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.

Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no filme "Amargo Pesadelo" (Ano: 1972).
 

A Reconfortante Fórmula do Picadinho!

Pessoal,

Depois do churrasco e da feijoada, meu prato preferido é o picadinho.

O meu favorito era o do Luna Bar do Leblon RJ (faz tempo que não vou lá).

Hoje , de vez em quando, como no Restaurante Leite em Recife.

Mas de qualquer forma, segue a receita que saiu no IG São Paulo:





Picadinho de filé-mignon


Fonte: iG São Paulo

Picadinho é prato boêmio. Foi criado nos anos 1950, no Rio de Janeiro, para matar a fome de quem havia esticado a noite e há muitas horas, desde o jantar, amargava um vazio no estômago. A exemplo da canja, tornou-se sinônimo de prato reconfortante, daqueles que é só comer e correr para a cama. Ganhou tanto apreço que cunhou espaço no menu trivial de cariocas e paulistas, com algumas diferenças de receita, além de ser lembrado até hoje por chefs que fazem versões alternativas e caprichadas desse clássico PF.


1kg de filé-mignon para picadinho
1/2 cenoura
Alguns ramos de tomilho
1 colher de chá de gengibre
2 colheres de chá de salsão
1 dente de alho
2 colheres de sopa de óleo
10g de cebola picada
1 pitada de sal
200ml de molho rôti pronto (molho de carne)
1 chope preto ou uma lata de cerveja escura

Modo de Preparo:

Aqueça uma frigideira com óleo e adicione a cebola, o alho e a metade salsão. Refogue até dourar e reserve. Bata em um liquidificador o gengibre, a cenoura e o restante do salsão e reserve. Em uma panela, aqueça o chope preto (ou a cerveja) até reduzir. Coloque o picadinho para cozinhar por aproximadamente 15 minutos, retire 80% do caldo e adicione o puxado de cebola, alho e salsão, adicione o batido de cenoura, gengibre e salsão e tempere com sal. Após 10 minutos, adicione o restante do caldo e o molho rôti, acerte o sal e por último coloque o tomilho. Deixe cozinhar por aproximadamente 20 minutos.

Isso tudo com uma cerveja bem gelada!

Bom apetite a todos!

Samir

Vídeo Sobre a Construção do Shopping Rio Mar em Recife e o Desenvolvimento de Pernambuco

Recebi este vídeo via e-mail e achei muito interessante. Vale a pena dar uma olhada!

Grupo JCPM e Italo Bianchi