5 Dicas Para Fazer Um Planejamento de Vendas em 2014
Marcelo Ortega, especialista em vendas, lista recomendações para quem deseja planejar as metas desse ano
Como fazer um planejamento de vendas para 2014
Respondido por Marcelo Ortega, especialista em vendas
Respondido por Marcelo Ortega, especialista em vendas
Seguem cinco dicas poderosas para quem precisa planejar bem as metas e estratégias de vendas da sua empresa.
1. Olhe no retrovisor
Analise os últimos dois anos, se for possível. Tenha pelo menos uma análise de mercado, caso esteja iniciando um negócio. Como sua empresa ou seus concorrentes vêm performando? Qual o potencial de crescimento em seu negócio? Quais os desejos do seu mercado-alvo ou público consumidor?
Analise os últimos dois anos, se for possível. Tenha pelo menos uma análise de mercado, caso esteja iniciando um negócio. Como sua empresa ou seus concorrentes vêm performando? Qual o potencial de crescimento em seu negócio? Quais os desejos do seu mercado-alvo ou público consumidor?
2. Avalie seu posicionamento e sua precificação
Seu negócio compete por preço ou por valor? De acordo com o Sebrae, no Brasil, a cada cinco empresas abertas, quatro quebram até o segundo ano de vida. Quem se posiciona por percepção de valor do cliente consegue competir de forma mais saudável e corre menos risco.
Seu negócio compete por preço ou por valor? De acordo com o Sebrae, no Brasil, a cada cinco empresas abertas, quatro quebram até o segundo ano de vida. Quem se posiciona por percepção de valor do cliente consegue competir de forma mais saudável e corre menos risco.
3. Treine seu time de vendas
As pessoas da sua empresa são a maior arma para vencer o concorrente e o maior diferencial no mercado.
As pessoas da sua empresa são a maior arma para vencer o concorrente e o maior diferencial no mercado.
4. Faça um mapa de oportunidadesFaça um mapa de oportunidades global e individual, dependendo do seu negócio, porte ou ramo de atividade. Relacione potenciais clientes com produtos ou serviços que vende e defina uma estratégia para cada contato: argumento do vendedor, lista de benefícios que precisam despertar o interesse de compra; evidências que comprovem ao cliente a sua credibilidade.
5. Meça sua conversão em vendas atual
Responda: a cada 10 clientes atendidos, quantos compraram ou comprarão? Se sua conversão estiver abaixo de 10%, é preciso rever seu esforço de divulgação e treinamento de sua equipe ou seu, porque terá que ter muitos clientes para sobreviver e atingir metas, que precisam ser sempre maiores, ano após ano.
Responda: a cada 10 clientes atendidos, quantos compraram ou comprarão? Se sua conversão estiver abaixo de 10%, é preciso rever seu esforço de divulgação e treinamento de sua equipe ou seu, porque terá que ter muitos clientes para sobreviver e atingir metas, que precisam ser sempre maiores, ano após ano.
84% das Estratégias Empresarias Falharão em 2014, diz Edo
Um dos principais problemas, segundo a pesquisa da FranklinCovey, é a falta de foco. Quanto mais metas uma companhia estabelece, menos ela consegue alcançar
Entre os repondentes, 87% disseram não saber o que deveriam fazer ajudar a empresa a alcançar suas metas
São Paulo - Oitenta e quatro por cento das estratégias empresarias que demandam mudança de comportamento das equipes vão falhar este ano. O indicador é resultado de uma pesquisa da consultoria FranklinCovey.
O estudo é conduzido continuamente desde 2000. Foram ouvidas cerca de 300 mil funcionários de aproximadamente 2 mil empresas no mundo todo. No Brasil, cerca de 4 mil pessoas participaram da pesquisa.
Os motivos pelos quais os projetos irão fracassar estão relacionados a problemas de execução, segundo a pesquisa. Entre os pesquisados, 85% não sabem sequer dizer quais são as metas que a sua empresa deve perseguir.
"O que as empresas têm feito em termos de comunicação, não é suficiente para que as equipes conheçam as metas. Além disso, falta foco", afirma Bill Moraes, líder de Prática e Execução da FranklinCovey no Brasil e co-autor do livro "As 4 disciplinas da Execução", baseado no estudo e lançado no fim do ano passado.
De acordo com a pesquisa, quanto mais metas uma companhia estabelece para cumprir, menos objetivos ela consegue alcançar. Nas empresas que tinham até três metas, todas elas puderam ser alcançadas com excelência. Nas empresas que tinham de quatro a dez metas, no máximo duas delas atingiam resultados exitosos. Já entre as que possuiam entre 11 a 20 ideias, nenhuma delas foi alcançada.
"Sabemos que um líder busca a excelência e quer realizar o máximo de coisas possível. Mas ter foco é saber priorizar e dizer não para algumas metas", destaca Moraes.
O segundo problema que impede as empresas de terem estratégias bem-sucedidas é que a equipe não sabe como alcançar a meta. Entre os participantes do estudo, 87% disseram não saber o que deveriam fazer para isso.
"Alcançar metas requer fazer coisas que nunca foram feitas. Não é simples", destaca Moraes. Segundo ele, o ideal é que o líder se reúna com todo o time e que eles deliberem juntos quais são as metas cruciais para a empresa naquele momento. Além disso, ele recomenda determinar quais são as atividades semanas que cada um deve cumprir em busca do resultado esperado.
Um dos principais problemas, segundo a pesquisa da FranklinCovey, é a falta de foco. Quanto mais metas uma companhia estabelece, menos ela consegue alcançar
Estabelecidas essas tarefas, uma reunião geral deve ser realizada a cada semana para acompanhar se as ações estão sendo feitas. Isso ajudaria a resolver a terceira questão apontada na pesquisa: 81% dos respondentes dizem que não são responsabilizados pelo progresso mensal das metas da sua companhia. As reuniões, porém, devem ser objetivas e não ultrapassar 20 minutos de duração, segundo Moraes.
A falta de engajamento dos funcionários é outra pedra no caminho da empresa rumo às metas. Dos que participaram do estudo, 49% dizem não estar envolvidos emocionalmente com o que é proposto.
Uma forma de amenizar esse desafio é, de acordo com Moraes, é deixar que cada funcionário diga o que vai fazer para ajudar a alcançar os objetivos da empresa, e não deixar essa tarefa para o líder. "Isso gera engajamento, porque a prestação de contas é direta para a equipe, e não somente para o líder", diz.
Todos os obstáculos encontrados pela pesquisa são parte de um ainda maior: o de administrar as metas ao mesmo tempo em que e empresa cumpre as atividades necessárias para mantê-la com as portas abertas, ou seja, as tarefas cotidianas e as urgências. A esse conjunto de atividades, a pesquisa chama "redemoinho".
Luísa Melo, de Exame
10 Maiores Mitos Sobre a Motivação de Funcionários
Manter os funcionários motivados é o maior interesse de 10 entre 10 gestores. No entanto, nem todas as práticas de motivação são verdadeiras. Confira os maiores mitos sobre o assunto
Um dos tópicos mais frequentes quando se trata de empresas e equipes de trabalho é a motivação. Um funcionário – ou uma equipe – pode se sentir desmotivado pelos mais diversos motivos, como o salário, a quantidade de trabalho e até mesmo a infraestrutura oferecida pela empresa.
Para evitar esse tipo de problema os gestores trabalham constantemente com conceitos de motivação e incentivo. Mas será que todas as coisas que ouvimos sobre isso são verdadeiras? Confira quais são os 10 maiores mitos sobre a motivação de colaboradores:
1. O dinheiro é o melhor motivador
O mito de que pagamentos altos são a melhor maneira de motivar um colaborador persiste, em parte, porque é um problema fácil de ser resolvido do ponto de vista da gestão. Entretanto, aumentos no salário não são mais uma solução de longo prazo, especialmente para problemas motivacionais. Em alguns meses os trabalhadores encontram em que investir esse dinheiro e o descontentamento volta a surgir.
2. Todos os funcionários querem o mesmo tratamento
Embora os gestores acreditem que todos os funcionários mereçam ser tratados da mesma maneira, esse comportamento, em geral, não agrada os colaboradores. O ideal é que os gerentes reconheçam quais são os pontos fortes e fracos de cada um dos seus funcionários e, a partir daí, desenvolvam um método para lidar com cada funcionário individualmente.
3. Progresso não é importante
Quando se trata de motivar funcionários, grande parte dos gestores coloca como prioridade práticas como reconhecimento pelo trabalho ou mesmo uma relação saudável com os gestores. No entanto, os funcionários prezam mais pelo progresso na carreira do que pelo reconhecimento.
4. Internet afeta a produtividade
Uma das máximas da gestão de funcionários é que trabalhadores felizes são mais produtivos, mas ainda hoje os empregadores esquecem que passar um tempo na internet pode contribuir para a felicidade dos funcionários e proíbem o uso desse recurso. Porém, uma série de estudos já comprovou que a internet, na verdade, é capaz de melhorar em 20% a capacidade de concentração dos seus funcionários, além de aliviar a exaustão e o tédio.
5. Colaboradores inteligentes não precisam ser motivados
O mundo seria perfeito se a inteligência viesse acompanhada de motivação, mas na prática não é assim que as coisas funcionam. Um talento nunca deve ser desperdiçado, portanto, é necessário dedicar atenções especiais mesmo ao mais inteligente, criativo ou produtivo dos funcionários. Se o trabalho dele está dando resultado, é melhor não arriscar deixá-lo desmotivado.
6. Funcionários devem estabelecer seus próprios objetivos
Embora dar aos funcionários a chance de criar seus objetivos dê aos chefes uma ideia de quão comprometidos eles estão, deixar essa tarefa nas mãos deles não é uma atitude motivadora. Os funcionários devem ter o tempo e as habilidades necessárias, mas também precisam do apoio da companhia e devem ser direcionados. Dessa maneira as expectativas ficam alinhadas e a relação não decepciona nenhum dos lados.
7. Toda motivação é criada igualmente
Da mesma maneira que os funcionários não querem ser tratados igualmente entre si, tentar motivá-los usando as mesmas técnicas tende a ser uma tentativa falida. É preciso reconhecer quais são as deficiências de cada um dos funcionários e trabalhar nelas individualmente. Em muitos casos o reconhecimento vale mais do que um aumento de salário, por exemplo. Já em outros, um funcionário quer só mais liberdade para estabelecer sua rotina, enquanto o outro precisa de acompanhamento constante.
8. Esconder notícias ruins é melhor para a motivação
É natural que as organizações tentem esconder os resultados negativos para que os funcionários não percam o interesse em trabalhar. Entretanto, os funcionários não vivem em outra dimensão e são perfeitamente capazes de ler o cenário da empresa e tirarem suas próprias conclusões. Mais cedo ou mais tarde eles saberão o que se passa, então o ideal é que a informação chegue cedo, por meio da própria empresa. Dessa maneira eles se sentirão incentivados a buscar resultados melhores.
9. A motivação resolve tudo
Por mais importante que seja ter equipes motivadas, com membros que tenham interesse em fazer o trabalho dar certo, é um erro pensar que investir simplesmente em motivação vai resolver todos os problemas da empresa. Uma boa parte da motivação dos funcionários é construída a partir de boas condições de trabalho. O melhor é investir nesse aspecto.
10. Qualquer pessoa pode se motivar em qualquer emprego
Para se sentir feliz em trabalhar em certa área a pessoa precisa se identificar. Em muitos casos os funcionários estão apenas “aguardando ofertas melhores” e acabam se sentindo desmotivados por terem que cumprir as funções determinadas. No entanto, se não houver interesse por parte do colaborador, dificilmente a situação terá resultados bons.
Fonte: Universia Brasil
O Sucesso Consiste em Não Fazer Inimigos
Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2014.
Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória.
NEGÓCIOS FORAM FEITOS PARA SER RENTÁVEIS, CONSULTE UM ESPECIALISTA EM CUSTOS
POR MAX GEHRINGER
Parábola do Mundo Corporativo - A Formiguinha
Todos os dias uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho.
Ela era produtiva e feliz. Mas o gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar
sem supervisão, e pensou: se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda
mais se fosse supervisionada! E colocou uma barata, famosa por preparar belíssimos
relatórios e com larga experiência como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi padronizar o horário de entrada e saída da
formiga. Mas pra isso a barata precisou de uma secretária que a ajudava a preparar
os relatórios; contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as
ligações.
O marimbondo ficou encantado com a barata e pediu-lhe gráficos com indicadores
e análise das tendências para mostrar nas reuniões. A barata contratou então
uma mosca, comprou um computador com impressora colorida, e logo a formiga
produtiva e feliz começou a se lamentar de toda aquela movimentação…
O marimbondo concluiu que era chegado o momento de criar a função de gestor
para a área onde trabalhava a formiga produtiva e feliz. O cargo foi dado a
uma cigarra, que precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente
na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias
e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não
cantarolava mais como antes.
A cigarra, então, quis convencer o gerente marimbondo a fazer um estudo
de clima, mas o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade
na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes… Algo ia mal… E contratou
então a coruja, prestigiada e famosa consultora, para que fizesse um diagnóstico
da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório,
ao fim do qual concluía: Há muita gente nesta empresa! E o marimbondo
mandou demitir… a formiga, claro! Porque ela andava muito desmotivada e
aborrecida.
Já viu esse filme antes?
autor desconhecido
Ranking Masculino de Tenis (ATP)
| Posição | Nome | Pontos | Variação |
|---|---|---|---|
| 1 | Rafael Nadal | 13030 | 0 |
| 2 | Novak Djokovic | 12260 | 0 |
| 3 | David Ferrer | 5800 | 0 |
| 4 | Andy Murray | 5790 | 0 |
| 5 | Juan Martin Del Potro | 5255 | 0 |
| 6 | Roger Federer | 4205 | 0 |
| 7 | Tomas Berdych | 4180 | 0 |
| 8 | Stanislas Wawrinka | 3730 | 0 |
| 9 | Richard Gasquet | 3300 | 0 |
| 10 | Jo-Wilfried Tsonga | 3065 | 0 |
| 11 | Milos Raonic | 2860 | 0 |
| 12 | Tommy Haas | 2435 | 0 |
| 13 | Nicolas Almagro | 2290 | 0 |
| 14 | John Isner | 2150 | 0 |
| 15 | Mikhail Youzhny | 2145 | 0 |
| 16 | Fabio Fognini | 1930 | 0 |
| 17 | Kei Nishikori | 1915 | 0 |
| 18 | Tommy Robredo | 1810 | 0 |
| 19 | Gilles Simon | 1790 | 0 |
| 20 | Kevin Anderson | 1685 | 0 |
O Brasil e a Caverna de Platão
Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder mover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.1 Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos - desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomarão por louco e inventor de mentiras.
Platão não buscava as verdadeiras essências na simples Phýsis, como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a essência das coisas para além do mundo sensível. E o personagem da caverna, que por acaso se liberte, como Sócrates correria o risco de ser morto por expressar seu pensamento e querer mostrar um mundo totalmente diferente. Transpondo para a nossa realidade, é como se você acreditasse, desde que nasceu, que o mundo é de determinado modo, e então vem alguém e diz que quase tudo aquilo é falso, é parcial, e tenta te mostrar novos conceitos, totalmente diferentes. Foi justamente por razões como essa que Sócrates foi morto pelos cidadãos de Atenas, inspirando Platão à escrita da Alegoria da Caverna pela qual Platão nos convida a imaginar que as coisas se passassem, na existência humana, comparavelmente à situação da caverna: ilusoriamente, com os homens acorrentados a falsas crenças, preconceitos, idéias enganosas e, por isso tudo, inertes em suas poucas possibilidades.
A partir da leitura do Mito da Caverna, é possível fazer uma reflexão extremamente proveitosa e resgatar valores de extrema importância para a Filosofia. Além disso, ajuda na formulação do senso crítico e é um ótimo exercício de interpretação de texto.
Fonte: Wikipédia
Fonte: Wikipédia
Recife é a Cidade onde mais se Consome Uísque no Brasil e no Mundo
Há quem diga que seja efeito da proximidade geográfica com o Caribe e sua inclinação etílica pelos destilados fortes. Há quem atribua a uma evolução do hábito de beber aguardente, que configurou uma predileção por bebidas de teor alcoólico mais elevado e gosto acentuado. Ou ainda ao efeito refrescante criado a partir da cultura de usar copos longos e com bastante gelo (de preferência, com água de coco). Até o gosto por status, passado de pai para filho, é mencionado.
Explicações à parte, o fato é que não é de hoje que a cálida Recife, capital de Pernambuco, impressiona o Brasil e o resto do mundo ao despontar em rankings internacionais de consumo de uísque – não só como a cidade de maior consumo per capita da bebida escocesa no país, mas também um dos mais elevados no globo.
Segundo dados da Nielsen, de agosto de 2011 a julho de 2012, o consumo de uísque na Região Metropolitana de Recife foi quatro vezes superior à média brasileira: no período, os recifenses entornaram 0,571 litro por pessoa, em média – o que dá 11,5 doses.
No resto do Brasil, a média foi de 0,145 litro ou 2,9 doses. Em São Paulo, por exemplo, o consumo ficou em 0,171 litro (3,5 doses) e no Rio, 0,078 litro (1,5 dose). Pelos cálculos da Nielsen, a região de Recife representa sozinha 37% das vendas de uísque do Brasil.
No respingo de dados como esses, ainda em 2009, a conceituada revista inglesa “The Whisky Magazine” concedeu a Recife o título de cidade com maior consumo per capita da bebida no planeta – uma consagração internacional de um curioso hábito que já chamava a atenção dos fabricantes do segmento.
Mas se o título é antigo, ele foi consolidado recentemente com a escolha da capital pernambucana para receber uma loja pioneira no Brasil, que deve ser replicada no resto do país a partir da experiência às margens do Rio Capibaribe. Inaugurada em agosto, a Casa dos Destilados é um templo dedicado às marcas produzidas pela Diageo, líder mundial e brasileira de bebidas alcoólicas premium. Mas a grande estrela é mesmo o uísque – especialmente o Johnnie Walker, que encontra na capital pernambucana os mais sedentos consumidores do país. No caso do blend Red Label, a cidade lidera as vendas no Brasil e detém um recorde internacional.
“Recife é onde temos um dos mais exigentes apreciadores de destilados”, afirma Alexandre Boucinhas, diretor de vendas da Diageo Brasil. “A região é estratégica para avaliarmos novas abordagens com consumidores, tanto que escolhemos a cidade pra inaugurar nossa primeira loja conceito do Brasil.”
Divulgação
Localizada no famoso bairro da Boa Viagem, a Casa dos Destilados é uma dobradinha da Diageo com o grupo Walmart. Ali, é possível encontrar produtos exclusivos do portfólio da gigante dos copos, como um limitado The John Walker, produzido a partir de um pequeno número de uísques raros de destilarias que operavam na época de John Walker, no século 19. Com apenas 24 unidades disponíveis no Brasil, a garrafa de cristal com tampa de ouro custa mais de R$ 10 mil.
O ponto também foi o primeiro do mercado nacional a abrir as vendas do Johnnie Walker Gold Label Reserve, por R$ 164. A partir da experiência de Recife, a Diageo pretende espalhar outras lojas similares no país, com outros parceiros locais. A meta do grupo é abrir 100 operações do gênero no Brasil em três anos.
Também para a Pernod Ricard, principal rival da Diageo, a “Veneza brasileira” é mercado que faz salivar. Com market share de 43,6% no Brasil (em volume) no ano passado, a empresa tem no Nordeste – e em especial, em Pernambuco – grandes consumidores de dois de seus uísques: Ballentine’s e Teacher’s.
Conforme Colin Kavanagh, diretor de marketing da Pernod Ricard Brasil, o Teacher’s é líder de vendas em Pernambuco, com 53,8% do share de volume do Estado (Nielsen) e 55,7% de share no Recife. E a ligação da marca com o mercado pernambucano é antiga: há 17 anos, o rótulo participa das festas juninas no Estado – em 2012, marcou presença pelo terceiro ano do famoso São João de Gravatá (PE), que recebe cerca de 600 mil turistas a cada mês de junho.
Para a gigante de bebidas, Pernambuco também é uma praça especial pela presença de uma importante fábrica do grupo em Suape. “Isso ajuda bastante no desenvolvimento de nossas marcas, tanto por questões logísticas como pelo conhecimento da cultura local”, avalia Kavanagh.
Outra concorrente com fábrica em Suape, a italiana Campari também fez um agrado ao peculiar consumidor pernambucano e nordestino recentemente. Lançou uma versão de seu uísque Old Eight que já vem com água de coco – a primeira bebida do gênero com sabor no Brasil. Produzida na planta pernambucana, a bebida é feita à base do tradiconal Old Eight, enriquecido com aromas do tradicional fruto da região.
DOSES DE SURPRESA
• Pernambuco é o Estado com maior número de Clubes de Uísque do Brasil. É habitual em bares e restaurantes e funciona assim: em vez de comprar uma dose a cada visita, o cliente adquire uma garrafa de sua preferência, que fica reservada somente para ele, com nome e medidor de volume. Esses clubes chegam a representar 75% das vendas de alguns fabricantes.
• Recife lidera também no consumo de uísques importados. Conforme dados da Scotch Whisky Association (SWA), a capital pernambucana foi a que recebeu maior dose das 2,4 milhões de caixas de 9 litros de envelhecidos acima de 15 anos, importadas da Escócia pelo Brasil em 2011. Em segundo veio o Ceará e, só então, São Paulo e Rio.
• A fama internacional de Recife é tamanha que a cidade recebeu um rasante, em agosto, do prestigiadíssimo especialista Richard Paterson, conhecido como The Nose, por seu nariz com seguro de US$ 2,4 milhões. Paterson incluiu o Estado no roteiro de lançamento do Dalmore King Alexander III no mercado brasileiro. Foi a única cidade do país a receber o evento além de São Paulo e Rio.
• Duas das maiores empresas do segmento têm fábricas em Pernambuco. A Pernod Ricard tem em Suape (PE) a principal de suas três unidades fabris no Brasil. A planta é dedicada ao blending e ao engarrafamento dos uísques Passport, Teachers, Natu Nobilis, Blenders Pride e Wall Street, além da vodca Orloff e do rum Montilla. A italiana Campari também tem fábrica em Suape desde 2010, onde produz o uísque Old Eight. Antes disso, tinha uma planta em Jaboatão dos Guararapes (PE).
• Há bares e restaurantes com até mil garrafas de uísque em exposição.
Fonte: IG/Forbes
Parábolas Corporativas - Atrasos
Despedida do padre
>
> No jantar de despedida, depois de 25 anos de trabalho à frente da paróquia,
> o padre discursa:
>
> - A primeira impressão que tive desta paróquia foi com a PRIMEIRA CONFISSÃO
> que ouvi. A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos
> seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com as
> esposas dos amigos. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia
> transmitido uma doença venérea a uma cunhada. Fiquei assustadíssimo. Com o
> passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente
> responsável, com valores, comprometida com sua fé.
>
> Atrasado, chegou então o prefeito para prestar uma homenagem ao padre.
> Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso:
>
> - Nunca vou esquecer o dia em que o padre chegou à nossa paróquia. Como
> poderia? Tive a honra de SER O PRIMEIRO A ME CONFESSAR
>
> Seguiu-se um silêncio assustador.
>
>
> MORAL DA HISTÓRIA: Nunca se atrase aos eventos. Mas quando se atrasar,
> fique de boca fechada!
>
>
> No jantar de despedida, depois de 25 anos de trabalho à frente da paróquia,
> o padre discursa:
>
> - A primeira impressão que tive desta paróquia foi com a PRIMEIRA CONFISSÃO
> que ouvi. A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos
> seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com as
> esposas dos amigos. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia
> transmitido uma doença venérea a uma cunhada. Fiquei assustadíssimo. Com o
> passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente
> responsável, com valores, comprometida com sua fé.
>
> Atrasado, chegou então o prefeito para prestar uma homenagem ao padre.
> Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso:
>
> - Nunca vou esquecer o dia em que o padre chegou à nossa paróquia. Como
> poderia? Tive a honra de SER O PRIMEIRO A ME CONFESSAR
>
> Seguiu-se um silêncio assustador.
>
>
> MORAL DA HISTÓRIA: Nunca se atrase aos eventos. Mas quando se atrasar,
> fique de boca fechada!
>
Parábolas Corporativas - Chiuaua
Uma senhora leva seu chihuahua de estimação com ela em um safari. Passeando um dia muito longe o chihuahua se perde no mato e. por azar, logo encontra um leopardo a procura de comida. O chihuahua percebe que está em apuros, mas, vendo alguns ossos frescos no chão, ele resolve mastigar alguns deles, de costas para o grande felino. Quando o leopardo está prestes a pular sobre ele, o chihuahua lambe os lábios e exclama em voz alta: “Cara, este leopardo estava delicioso. Gostaria de saber se existem mais por aqui.”
O leopardo muda de rumo, e se esconde à distância entre as árvores.
“Ufa”, diz o leopardo – aquele cachorro quase me mata!. “
Um macaco ali perto tudo vê e acha que ele vai ganhar um favor, explicando ao leopardo o golpe do cachorrinho. O chihuahua, por sua vez, vê o macaco ir atrás do leopardo e adivinha a intenção dele.
Quando o leopardo ouve a história do macaco, sente-se irritado por ter sido feito de tolo, e oferece uma carona ao macaco para que ele testemunhasse a vingança que se aproximava.
O cachorrinho vê que o leopardo se aproxima e teme o pior.
Pensando rapidamente, o cachorrinho vira as costas, finge não perceber, e quando a dupla está ao alcance, diz bem alto: “Delicioso mesmo. Mas, agora, onde está aquele macaco? Combinei com ele há tempos pagar-lhe um dinheirão se me trouxesse outro leopardo vivo!”
O leopardo foge em desabalada carreira derrubando o macaco na poeira.
CARGA TRIBUTÁRIA PELO MUNDO
Os dez países mais e os dez menos!
Os 10 países onde MENOS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011:
1. Maldivas: 0 horas
2. Emirados Árabes Unidos: 12 horas
3. Bahrein: 36 horas
4. Qatar: 36 horas
5. Bahamas: 58 horas
6. Luxemburgo: 59 horas
7. Omã: 62 horas
8. Suíça: 63 horas
9. Irlanda: 76 horas
10.Seicheles: 76 horas
Os 10 países onde MAIS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011:
1. Brasil: 2.600 horas ( é mais que o dobro do 2º colocado! )
2. Bolívia: 1.080 horas
3. Vietnã: 941 horas
4. Nigéria: 938 horas
5. Venezuela: 864 horas
6. Bielorrússia: 798 horas
7. Chade: 732 horas
8. Mauritânia: 696 horas
9. Senegal: 666 horas
10.Ucrânia: 657 horas
Fonte: Banco Mundial (Doing Business 2011)
"O Brasil tem a maior carga tributária do mundo para pagar a maior corrupção do mundo"
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