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Porto de Suape Redefiniu a Economia Pernambucana


O Complexo Industrial de Suape, situado nos municípios de Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, Região Metropolitana do Recife, pode ser considerado o maior empreendimento econômico do Estado. A empresa Suape surgiu oficialmente em 1978, através de uma lei criada naquele ano.


Situado numa área de 13,5 mil hectares, Suape possui dezenas de empresas instaladas, que trazem investimentos para o Estado da ordem de bilhões de reais. Suape, ao contrário do que muita gente pensa, não é uma sigla.

Ele remonta à língua dos índios Caetés da tribo tupi-guarani da região, que usava a palavra para designar os “caminhos sinuosos” da região, atravessada pelos rios Massangana, Ipojuca e Tatuoca. Os atrativos que fazem do porto algo viável para os investidores nacionais e estrangeiros são inúmeras.

A localização privilegiada permite às empresas escoarem e receberem produtos através das rotas que levam a mais de 160 portos no mundo todo, sem falar nos investimentos em pesquisas, promovidas pelas universidades da região, que buscam o desenvolvimento e a modernização da produção.

O setor em que o porto mais se destaca está na canalização de investimentos, tanto do setor público como privado. Segundo dados do relatório PAC-Suape, lançado em setembro de 2009, a soma de investimentos públicos de 2007 a 2010 deve chegar a R$ 1,4 bilhão. No setor privado, a quantia é ainda maior.

Em 2010, a soma de todos os investimentos das 96 empresas já instaladas e outras 16 em fase de implantação, atinge a cifra de US$ 15 bilhões. A chegada desses investimentos promove ao Estado grande geração de empregos, fator que só traz benefícios à sociedade, como diminuição da violência e aquecimento da economia.

Outro ponto a ser destacado diz respeito às políticas de desenvolvimento sustentável e de responsabilidade social promovidas pelo complexo. 45% da área de 13,5 mil hectares é destinado à preservação ambiental, submetendo todas as empresas por lá instaladas às regras do CPRH e do Ibama.“Nós temos um estudo de impacto ambiental já aprovado. Quando uma empresa vem se instalar, ela ganha muito tempo com isso.

A Refinaria, por exemplo, em 6 meses conseguiu o licenciamento. É um recorde mundial”, comenta Sidnei Aires, vice-presidente do complexo.Além disso, o Centro de Treinamento do Porto de Suape realiza constantemente uma série de cursos profissionalizantes, promovendo a inserção dos cidadãos no mercado de trabalho, fato que favorece a economia e o próprio investidor, que vai encontrar in loco mão-de-obra qualificada.

Ainda de acordo com o relatório PAC-Suape, mais de 150 mil vagas, entre empregos diretos e indiretos, foram e devem ser geradas durante a implantação dos novos empreendimentos. Destes, dois chamam bastante atenção: a Refinaria Abreu e Lima e o Estaleiro Atlântico Sul.

REFINARIA ABREU E LIMA

Com investimentos de cerca de US$ 12,2 bilhões, a Refinaria Abreu e Lima é o maior empreendimento do complexo. Com 60% de participação acionária da Petrobras e 40% da estatal venezuelana PDVSA, a Refinaria será capaz de produzir 230 mil barris de petróleo por dia, destinados em sua maioria ao abastecimento interno da região Nordeste.Prevista para ser inaugurado em 2012, o projeto deve gerar cerca de 130 mil empregos diretos e indiretos. É considerada a estação de refino mais avançada do mundo.

ESTALEIRO ATLÂNTICO SUL

“Criar um novo perfil econômico para o Nordeste, dotando-o de um setor industrial naval, que não existia”. Segundo as próprias palavras de Sidnei Aires, este é o papel do Estaleiro Atlântico Sul em Pernambuco.Situado na Ilha de Tatuoca, o empreendimento entrou em operação em setembro de 2008 e contou com investimentos de R$ 1,6 bilhão.Construído com a mais moderna tecnologia do setor, o estaleiro é considerado de quarta geração, o que significa dizer que adota a tecnologia encontrada nos estaleiros asiáticos e é capaz de construir grandes navios cargueiros e plataformas de petróleo.Atualmente, o estaleiro tem encomendados 22 navios pra Transpetro e um casco de plataforma pra Petrobras.

FUTURO

O primeiro Plano Diretor de Suape, que determinou as diretrizes do porto por 30 anos, acabou. Logo, surgiu a necessidade da criação de um novo Masterplan, também previsto para dirigir o complexo pelas próximas três décadas.O segundo Plano Diretor de Suape encontra-se em fase de finalização. Com ele, o que se espera, de acordo com o vice-presidente, é “modernizar Suape e dotá-lo de uma capacidade operacional de 100 milhões de toneladas por ano.

A ideia é tornar o perfil [do porto] bastante diversificado, integrando setor industrial e portuário. E o mais importante: um empreendimento que tenha integração com toda a cadeia mundial”.

Postada em 28.01.10
Por Ascom Suape
Fonte: Portal PE 360°
Foto: Simone Medeiros/ Ascom Suape

Música do Senna Tocada em Violão...Pelo Mestre Robson Miguel

O detalhe é que este cara nunca entrou numa aula de música, e hoje é um dos melhores do país...

Uma Atualização do vídeo "Você Sabia?"

Vale a pena ver pelas informações!


Maioria dos Brasileiros está Satisfeita com seu Chefe

Uma pesquisa feita em seis países mostra que 64% dos brasileiros se dizem satisfeitos com o desempenho de seus chefes.

A pesquisa "O que é preciso para ser um bom gerente", realizada pela empresa norte-americana Kenexa Research Institute, ouviu 16 mil funcionários dos Estados Unidos, Brasil, Índia, China, Grã-Bretanha e Alemanha.

O objetivo central da enquete é avaliar a opinião dos empregados sobre seus gerentes. Na média, 63% dos entrevistados nesses seis países se dizem satisfeitos com os chefes. Os brasileiros ocupam o terceiro lugar na lista de satisfação dos funcionários, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

Nos seis países analisados pela pesquisa, um total de 12% dos funcionários afirma que seus chefes não são eficientes. De acordo com o estudo, a eficiência dos chefes é avaliada pela prática de conduta ética, pela avaliação de desempenho do funcionário, pelo tratamento justo dado aos empregados e pela gerência eficiente do volume de trabalho.

Todos os funcionários ouvidos pela pesquisa afirmam que o desempenho dos chefes afeta a decisão de continuar trabalhando na empresa e a satisfação geral com o ambiente de trabalho. Para Jack Willey, diretor executivo do instituto Kenexa, "chefes que demonstram conduta ética, mostram consideração e respeito e têm uma relação aberta e pró-ativa com os subordinados, são capazes de criar unidades de forte desempenho e ainda conseguem manter os empregados talentosos". O estudo aponta que há diferenças importantes entre os países que participaram da pesquisa.

Os resultados mostram que os empregados na Grã-Bretanha têm a pior avaliação dos seus chefes, enquanto os funcionários indianos são os mais satisfeitos com o desempenho dos seus superiores.

Para os funcionários brasileiros, a boa conduta ética é fator determinante para avaliar a eficiência dos chefes. Segundo a pesquisa, 66% dos empregados ouvidos no Brasil acham que seus chefes são eficientes e apenas 10% acredita que o superior não é eficiente.

Os resultados revelam que 80% dos brasileiros ouvidos na pesquisa dizem que seus chefes tratam os empregados com respeito e 68% afirmam que o chefe apresenta boa conduta ética no ambiente de trabalho. "Os chefes eficientes respeitam e são justos com seus funcionários. Eles conseguem demonstrar as expectativas de trabalho e dar um retorno positivo aos subordinados.

Apesar de ser fácil conceituar, muitos chefes não conseguem adotar esta conduta no ambiente de trabalho, mas para aqueles que conseguem, os dividendos são enormes", diz Willey.

Fonte: Terra

Nordeste - Aqui o Brasil Cresce Mais Rápido

O capitalismo parece ter finalmente chegado ao Nordeste. Milhões de pessoas passam a fazer parte do mercado consumidor, uma nova safra de empreendedores surge e investidores chegam em busca de novos projetos na região onde a economia brasileira mostra seu maior vigor.

Andrade Jr., presidente da Cyrela Andrade Mendonça: o maior condomínio residencial em construção no país, com apartamentos de mais de 1 milhão de reais, fica em Salvador.

A avenida Paralela, que liga o município de Lauro de Freitas a Salvador, é um gigantesco canteiro de obras em linha reta. Ao longo de seus 18 quilômetros brotam edifícios, condomínios, shoppings, lojas e universidades onde, até cinco anos atrás, o que se via era apenas um matagal.

Todo fim de tarde, centenas de ônibus apinhados de operários a caminho de casa se misturam aos carros de passeio e entopem as três pistas da avenida. O movimento é especialmente intenso na altura das obras do condomínio Le Parc, onde 2 200 funcionários trabalham seis dias por semana.

O Le Parc - incrustado na capital da Bahia é o maior empreendimento residencial em construção no Brasil. Dezoito torres, cada uma com pelo menos 16 andares e 64 apartamentos, são construídas ao mesmo tempo, num terreno de 100 000 metros quadrados.

A cada semana, são utilizados 4,5 milhões de blocos pré-moldados e o equivalente a sete piscinas olímpicas de concreto. Caminhões de 40 fornecedores entram e saem pelos portões do empreendimento de segunda a sábado, das 7 horas da manhã às 5 horas da tarde. Previsto para ser construído ao longo de cinco anos, o Le Parc precisou ter seu cronograma adiantado para atender à demanda.

Em menos de um ano, 1 000 de seus 1 138 apartamentos foram vendidos, a preços que variam de 421 000 a 1,1 milhão de reais. "Planejávamos começar as obras com apenas cinco torres", diz Antonio Andrade Jr., de 43 anos, presidente da Cyrela Andrade Mendonça, associação entre a construtora baiana Andrade Mendonça e a paulista Cyrela.

Mas, assim como tantos outros empresários, Andrade Jr. descobriu que o mercado local era maior do que parecia ser. Em 2008, as vendas de sua construtora dobraram, alcançando 600 milhões de reais. Criada há mais de 30 anos, a Andrade Mendonça jamais viveu tamanha prosperidade em seus negócios. Neste momento, seus operários erguem simultaneamente 52 obras, espalhadas por Bahia, Pernambuco, Paraíba e Sergipe.

A avenida Paralela, em Salvador, é um retrato do que hoje acontece naquela que historicamente foi a região mais pobre e atrasada do país. Por quatro séculos, o Nordeste brasileiro foi berço de uma economia pré-industrial, com base numa estrutura quase feudal, na inexistência de tecnologia e na escassez de grandes empreendimentos.

Não havia mercado. Não havia, numa consequência óbvia e cruel, oportunidade. Com 28% da população brasileira, o Nordeste é responsável por apenas 14% do PIB do país. Mas os prédios erguidos por2 200 pessoas na Paralela são uma evidência concreta da transformação da região em um mercado real, em que parte dos 54 milhões de habitantes se torna consumidora.

É um sinal que se junta a outros -- o surgimento de um novo e pujante polo agrícola entre a Bahia, o Piauí, o Tocantins e o Maranhão, a instalação de grandes indústrias, como Nestlé e Sadia, e obras de infraestrutura que estão entre as maiores do país, frutos de investimentos públicos e privados.Aos poucos, a economia do século 21 toma o espaço do que resta da economia do século 16.

O desenvolvimento do Nordeste, portanto, não se deu em fases. Está ocorrendo num movimento de salto. Neste ano de abalo mundial, o Nordeste foi responsável pela maior fatia do pequeno crescimento da economia brasileira. A consultoria Tendências estima o crescimento do PIB nordestino em 1,5%, enquanto o resto do Brasil deve encolher 0,1%.

Se o mercado interno protegeu o país dos efeitos da crise internacional, isso é mais verdade no Nordeste, região de baixíssima exposição internacional, formada em sua base por uma legião de consumidores emergentes. "Esse pedaço do Brasil está descobrindo o próprio caminho para o crescimento, com o empreendedorismo local, o desenvolvimento tecnológico, dos serviços, do turismo e da construção civil", afirma o economista Maílson da Nóbrega, sócio da Tendências.

Para entender as estatísticas atuais é preciso voltar um pouco no tempo. Nenhuma região do país foi tão beneficiada pelos programas de transferência de renda do atual governo quanto o Nordeste. Hoje, cerca de metade dos 12 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família em todo o país vive na região.

O programa é responsável por 2,6% da renda familiar nordestina média três vezes superior à brasileira, mas ainda assim um volume de dinheiro pequeno diante do todo. Há também outras iniciativas, como a aposentadoria rural, que hoje atende 3,8 milhões de pessoas na área metade de todo o benefício pago no país, e o aumento de 94% do salário mínimo, que desde 2003 ajudaram a elevar a renda média da população.

Mas é fundamental deixar claro que a economia nordestina, embora tenha sido empurrada por incentivos de distribuição de renda, hoje se move graças às forças do capitalismo tradicional. A região começou a receber grandes investimentos nos últimos anos, sobretudo no que se refere ao setor de infraestrutura. Obras gigantes já estão em curso, como os portos de Suape, em Pernambuco, e Pecém, no Ceará, ou a duplicação da BR-101, que liga o litoral pernambucano ao do Rio Grande do Norte.

No total, 52 bilhões de reais devem ser injetados na economia local nos próximos cinco anos, de acordo com o levantamento do Anuário EXAME de Infraestrutura 2008. "É um investimento muito grande para uma região historicamente carente", diz Francisco Cunha, sócio da consultoria TGI, com sede em Recife. Essa combinação fez com que o Nordeste acelerasse sua marcha econômica o aumento da renda gera mais consumo, que gera mais produção, que gera mais investimento.

Um levantamento do economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas, revela que a renda do trabalho nesse pedaço do país vem crescendo 7,27% ao ano desde 2003, ante 5,13% da média brasileira. De setembro de 2008 a setembro deste ano, o Nordeste apresentou o maior crescimento em vagas formais de trabalho do país. "São números emblemáticos, para derrubar as teses de que a região só cresce graças aos programas de transferência de renda", diz Neri.

O efeito direto dessa mudança de cenário é uma mobilidade social sem precedentes. Em 2003, metade das famílias nordestinas vivia com menos de 768 reais por mês e fazia parte da chamada classe E, um extrato da população alijada do mercado de consumo. Nos últimos cinco anos, essa faixa caiu para 31% da população. Isso significa que cerca de 10 milhões de nordestinos ingressaram nas classes C e D. Trata-se de um imenso contingente de pessoas que compraram seu primeiro fogão ou seu primeiro aparelho de TV.

Os nordestinos são hoje os maiores consumidores de produtos como arroz e carros Uno Mille, o modelo mais barato da Fiat, do país. Há demanda para quase tudo -- e é exatamente isso que está na raiz do surgimento de uma nova geração de empreendedores locais. É o caso do pernambucano Richard Saunders, dono da rede varejista Eletroshopping. Sua empresa dobrou de tamanho nos últimos dois anos vendendo eletrodomésticos em crediário de até 24 vezes para uma população que, muitas vezes, nem sequer possui conta bancária.

Aos 37 anos, Saunders, filho de um inglês e de uma pernambucana, comanda hoje uma rede com 105 pontos de venda espalhados por seis estados nordestinos, com faturamento previsto de 700 milhões de reais neste ano. Até 2014, a previsão é abrir mais 150 lojas -- mesmo com a chegada de concorrentes nacionais à região, como a Casas Bahia, líder do setor.

Em março deste ano, 52 anos após sua fundação, a Casas Bahia inaugurou suas primeiras lojas no estado que lhe empresta o nome. A previsão é chegar a 50 unidades até meados de 2010.Depois de ocupar espaço nas principais capitais nordestinas, a Eletroshopping parte agora para uma segunda fase o crescimento em cidades com menos de 70 000 habitantes. A chegada de uma dessas lojas de eletrodomésticos ao interior normalmente é motivo de festa.

Na inauguração da Eletroshopping em Arcoverde, cidade com 68 000 habitantes a 250 quilômetros de Recife, o povo se aglomerou na praça central para ver a abertura das portas, animada por uma banda de pífanos. "Temos uma oportunidade enorme nesses lugares em que as pessoas ganharam poder de consumo, mas ainda não tinham acesso a crediário", diz Saunders, que vendeu a Saveiro e o Chevette da família para encher as prateleiras de sua primeira loja, inaugurada em Recife há 19 anos. Com a velocidade de movimentação da economia nordestina, começam a surgir figuras típicas de mercados mais desenvolvidos. Em Pernambuco, já é possível encontrar uma geração de empreendedores seriais, empresários irrequietos, normalmente jovens, que criam uma empresa após a outra e, não raro, as vendem para investidores como fundos de private equity ou de venture capital.

Um dos representantes dessa leva de novos capitalistas nordestinos é o recifense Fernando Carrilho, de 28 anos. Formado em engenharia civil pela Universidade Federal de Pernambuco, Carrilho é filho e neto de empresários da construção civil, mas desistiu de trabalhar na construtora da família para abrir seu próprio negócio. Conseguiu 15 milhões de reais com bancos e outros investidores e, em 2006, inaugurou sua primeira empresa, a Cimentos Brasil. Menos de dois anos depois, vendeu a companhia para o grupo Camargo Corrêa por 200 milhões de reais -- um extraordinário ganho de 185 milhões de reais em relação ao aporte inicial.

Em julho, Carrilho começou sua segunda empreitada, desta vez em sociedade com o colega de faculdade Luiz Priori, fundador da fabricante de estruturas metálicas Zipco. Fundada há três anos, a Zipco especializou-se em construir armazéns para grandes empresas. Carrilho investiu 12 milhões de reais para ficar com metade da empresa, cujas receitas neste ano serão de 20 milhões de reais. "Ainda somos pequenos, mas já temos clientes como Vale, AmBev e CPFL", diz ele.

O maior indício de renovação no ambiente de negócios do Nordeste é certamente a capacidade de atrair investidores. "O apelo da região migrou de uma espécie de compaixão para o do crescimento acelerado", diz Tania Bacelar, sócia da consultoria pernambucana Ceplan e ex-secretária de Política de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional.

A expansão vem chamando a atenção inclusive de fundos internacionais. Segundo a GVcep, braço da FGV que analisa o mercado de venture capital e private equity, existiam 11 empresas nordestinas com participações de fundos de private equity em 2004. Agora são 19. Uma delas é o grupo SER Educacional, com sede em Recife, que no ano passado recebeu um aporte de 100 milhões de reais do fundo americano Cartesian Capital Group (o Cartesian só tem mais um investimento no Brasil, no banco Daycoval).Formado por três faculdades -- Maurício de Nassau, Fabac e Joaquim Nabuco, o SER foi fundado em 2003 pelo paraibano Janguiê Diniz.

Aos 45 anos de idade, Diniz tem uma origem improvável para um empresário do setor de educação. Filho de pais analfabetos, que deixaram a Paraíba fugidos da seca nos anos 70, ele morou em Mato Grosso e Rondônia antes de se fixar em Pernambuco. Conseguiu se formar em direito e, anos depois, ao tentar uma vaga num concurso público para promotor, percebeu que não havia cursinhos preparatórios. "Ficou claro para mim que havia ali uma oportunidade de negócio", diz ele. Foi então que, em 1996, Diniz abriu uma escola preparatória que daria origem ao SER, alguns anos depois.

Hoje o grupo tem oito campi espalhados por Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia e faturamento de 140 milhões de reais para se deslocar entre um campus e outro, Diniz usa o próprio avião, um turboélice King Air C-90, cujo preço gira em torno de 1 milhão de dólares. Com o aporte dos americanos do Cartesian, o objetivo agora é aumentar o número de alunos de 30 000 para 100 000 e chegar a 30 unidades nas regiões Norte e Nordeste nos próximos cinco anos.

O crescimento do mercado nordestino não passou despercebido pelas grandes companhias instaladas no Sul e no Sudeste. Apenas no Banco do Nordeste, os financiamentos sextuplicaram, passando de 2 bilhões em 2003 para 13,3 bilhões de reais em 2008. São projetos dos mais variados portes e destinados a fins tão diversos quanto esmagamento de soja e produção de medicamentos. Um dos maiores investimentos recentes foi feito pela Sadia em Vitória de Santo Antão, a 50 quilômetros de Recife.

Em março, a empresa inaugurou sua primeira fábrica na região, resultado de um aporte de 300 milhões de reais. "Antes levávamos até dez dias para atender a um pedido local, com produtos que chegavam a viajar 3 000 quilômetros", diz Julio Cavasin, gerente de projetos e investimentos. A Sadia, também espera fazer de Vitória de Santo Antão um polo para exportação de seus produtos. Para isso, deu especial atenção às exigentes normas internacionais de qualidade. A fábrica da Sadia. em Vitória de Santo Antão é a primeira do setor de carnes do país a neutralizar suas emissões de carbono.

Os benefícios decorrentes de grandes obras -- tanto privadas quanto de infraestrutura -- são imediatos. Em 2005, a BR-232 foi duplicada de Recife a Caruaru, a maior cidade do agreste pernambucano. O percurso de 150 quilômetros, que antes levava até 3 horas para ser percorrido, passou a ser feito em 90 minutos. Desde então, Caruaru vive uma expansão inédita.

Em maio, a cidade, conhecida por sua gigantesca festa de São João, recebeu a primeira loja do McDonald’s instalada no interior do estado. No dia da inauguração, centenas de pessoas fizeram fila em frente ao balcão, numa cena que lembrou a abertura da primeira unidade da rede em Moscou, após a queda do Muro de Berlim. Os funcionários do McDonald’s ganharam status de celebridade no município. Alguns mantêm o crachá até mesmo para sair à noite, no forró da cidade (segundo eles, os arcos dourados estampados no peito servem como um "ímã" para conquistar as garotas locais).

Diferentemente do que acontece nos grandes centros, o maior desafio do McDonald’s em Caruaru não é superar outras cadeias de fast food, até porque elas ainda não existem por lá, mas romper a tradição local de almoçar carne de sol e guisado de bode. A maior esperança de mercado está nas novas gerações de consumidores. Professores chegam a levar turmas inteiras para a loja no horário das refeições. "Para esses meninos, comer no McDonald’s é motivo de orgulho", diz Mario Jorge Carvalheira, dono da franquia.

No caminho inverso, cada vez mais companhias nordestinas ganham fôlego para ultrapassar as próprias fronteiras, num movimento migratório diferente do que se viu por décadas no país. Em vez de uma massa de retirantes em busca de emprego, começa a surgir uma leva de empresários nordestinos atraídos pela possibilidade de expansão nacional. Uma das pioneiras nesse movimento é a rede de farmácias Pague Menos, com sede em Fortaleza. Fundada em 1981 por Deusmar Queirós, hoje com 62 anos, a empresa tornou-se no ano passado a maior do país em seu setor.

A previsão é fechar 2009 com 340 lojas e faturamento de 2 bilhões de reais. Por enquanto, a grande concentração está na própria região, onde estão localizadas 220 lojas. Agora, o objetivo é ganhar o resto do país. Para isso, Queirós já mapeou 132 cidades com mais de 100 000 habitantes, que poderão receber novas farmácias. Por trás desse crescimento está uma estratégia inovadora. A Pague Menos foi a primeira rede brasileira a oferecer produtos como sorvetes e refrigerantes e a aceitar pagamento de contas de água, luz e telefone serviço muito procurado no interior nordestino, onde a presença dos bancos ainda é tímida. Nos próximos meses, o modelo de Queirós será colocado à prova.

A Anvisa, agência que regula o setor de medicamentos, determinou que em fevereiro as farmácias passem a vender apenas remédios.Como a mais emergente região de um país que hoje chama a atenção do mundo, o Nordeste vive um momento de prosperidade por seus próprios méritos. Seu desenvolvimento atual ocorre além, e a despeito -- das conveniências políticas, dos interesses particulares e das agências de desenvolvimento estatais que enterravam dinheiro em açudes fantasmas. A força de atração da região está em seu mercado potencial e na parcela dele que se torna real. Mas é evidente que esse movimento tem travas, que tendem a aparecer mais adiante caso não sejam removidas.

O Nordeste é, apesar do que está acontecendo, uma região pobre, com baixos índices de educação e qualificação da mão de obra. Dados da FGV revelam que os alunos nordestinos só agora chegaram à média de anos de estudo que o restante do país tinha em 1999 -- inferior a seis anos de instrução formal. Essa lacuna tende a ser crítica numa economia que se moderniza e que passa a depender de mais qualificação.

As diferenças entre os estados são consideráveis. Alagoas e Maranhão, por exemplo, estão longe do ritmo de crescimento de vizinhos como Pernambuco e Ceará. "Temos a obrigação de crescer mais porque a diferença em relação ao Sul e ao Sudeste ainda é brutal", diz o sergipano João Carlos Paes Mendonça, presidente do grupo JCPM e fundador da rede de supermercados Bom Preço, hoje nas mãos do Walmart. O lugar onde vivem mais de 54 milhões de brasileiros parece finalmente ter a chance de transformar suas enormes fraquezas em oportunidades.

Por Lucas Amorim, de Salvador, Recife e Caruaru 29.10.2009 00h01































































































































































































































































































































































































































































































































































Crescimento da Internet no Brasil

A banda larga cresceu 16% no primeiro semestre de 2009 e, até o mês de junho, somou 13,7 milhões de conexões.

No período foram adicionados 1,13 milhão de conexões fixas e 680 mil acessos móveis à base total de assinantes. A banda larga móvel cresceu três vezes mais que a fixa no semestre: 34% contra 12%.

As informações são do Barômetro Cisco da Banda Larga, levantamento semestral realizado e divulgado nesta quarta-feira, dia 23, pela Cisco e IDC Brasil. Segundo o relatório, os principais fatores que estimularam esse crescimento foram a popularização dos computadores nas residências e a percepção da banda larga como um serviço essencial. A desoneração tributária sobre os PCs também influenciou o aumento do indicador.

Móvel

A quantidade de acessos de banda larga móvel, de acordo com o estudo, atingiu 2,6 milhões em junho de 2009, um aumento de 34,2% em relação ao final do ano passado, quando totalizavam 1,98 milhão (inclusos aí os acessos em desktops, notebooks e netbooks). Na distribuição por segmento de mercado, 77% desses acessos estão no residencial, contra 24% do corporativo. Em dezembro, a proporção era de 72% e 28%.

Fixa

A banda larga fixa cresceu 12% no semestre, passando de 9,8 milhões, em dezembro do ano passado, para 10,9 milhões em junho deste ano. Em doze meses, o aumento dessa base foi de 25%. Na divisão por tecnologias, o ADSL, cable modem e wireless fixo (WLL) somaram 10,9 milhões de acessos, crescimento de 12% em relação aos 9,7 milhões do final de 2008.

Na disputa entre as duas principais tecnologias (ADSL e cable modem), as conexões via cabo registraram aumento proporcionalmente maior. De 6,3 milhões, em junho de 2008, a quantidade de acessos via ADSL cresceu para 7,6 milhões em junho de 2009. Enquanto isso, o cable modem saltou de 2,1 milhões para 3,07 milhões no mesmo período. Os links de IP dedicado cresceram 20%, de 57,3 mil para 69 mil, de dezembro de 2008 a junho último.

As demais conexões, como satélite, registraram queda de 1%, com 29,3 mil acessos.

Queda de preços

O estudo também confirmou uma tendência de queda dos preços com aumento das velocidades oferecidas dos links. Por exemplo, em junho de 2008 era preciso R$ 49,99 para pagar um serviço ADSL de 128 kbps. Em junho deste ano, com esse mesmo valor um cliente é capaz de assinar um acesso ADSL de 400 kbps.

Inibidores

Entre os fatores inibidores do crescimento da banda larga no país, segundo o relatório da Cisco e do IDC, os principais são a falta de infra-estrutura de telecomunicações e a conseqüente indisponibilidade de serviços em áreas onde existe demanda. Outro obstáculo é o preço do acesso, ainda considerado alto para a realidade sócio-econômica brasileira. A redução de impostos é considerada a solução para esse entrave, uma vez que causaria a redução de preços e a popularização dos acessos.

Fonte: Teletime

Uma Aposentadoria Bem Planejada...



Externamente ao England's Bristol Zoo, existe um parque de estacionamento para 150 carros e 8 ônibus. Por 25 anos, a cobrança do estacionamento era efetuada por um muito simpático atendente.



As taxas eram o correspondente a US$1.40 para carros e US$7.00 para ônibus. Um dia, após 25 sólidos anos de nenhuma falta ao trabalho, ele simplesmente não apareceu.



A administração do Zoo, então, ligou para a Prefeitura e solicitou que enviassem um outro atendente. A Prefeitura fez uma pequena pesquisa e respondeu que o estacionamento do Zoo era da responsabilidade do próprio Zoo, não dela. A administração do Zoo respondeu que o atendente era um empregado da Prefeitura. A Prefeitura, por sua vez, respondeu que o atendente do estacionamento jamais esteve na sua folha de pagamento.



Enquanto isso, descansando em sua bela residência em algum lugar da costa da Espanha (ou algo parecido), existe um homem que, aparentemente, instalou a máquina de cobrança por sua conta e então, simplesmente começou a aparecer, todo dia, coletando e guardando as taxas de estacionamento, estimadas em US$ 560 por dia... por 25 anos !



Assumindo que ele trabalhava os 7 dias da semana, arrecadou algo em torno de US$7 milhões de dólares. E ninguém sabe, nem mesmo, seu nome...

Experiência Interessante...

“Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma gaiola e, no meio desta, uma escada com bananas em cima. Toda vez que um dos macacos começava a subir a escada, um dispositivo automático fazia jorrar água gelada sobre os demais macacos.

Passado certo tempo, toda vez que qualquer dos macacos esboçava um início de subida na escada, os demais o espancavam, evitando assim a água gelada. Obviamente, após certo tempo, nenhum dos macacos se arriscava a subir a escada, apesar da tentação.

Os cientistas decidiram então substituir um dos macacos. A primeira coisa que o macaco novo fez foi tentar subir a escada. Imediatamente, os demais começaram a espancá-lo. Após várias surras, o novo membro dessa comunidade aprendeu a não subir na escada, embora jamais soubesse o porquê.

Um segundo macaco foi substituído, e ocorreu com ele a mesma coisa. O primeiro macaco que havia sido substituído participou, juntamente com os demais, do espancamento. Um terceiro macaco foi trocado, com a mesma reação dos demais. Um quarto e um quinto macaco foram trocados, um de cada vez, com intervalos adequados, repetindo-se os espancamentos dos novatos sempre que ocorriam novas tentativas de subir na escada.

O que sobrou foi um grupo de cinco macacos que, embora nunca tenham recebido um chuveiro frio, continuavam a espancar todo macaco que tentasse subir a escada”.

Se fosse possível conversar com os macacos e perguntar-lhes por que espancavam os que tentavam subir na escada, aposto que a resposta seria: “Eu não sei — essa é a forma como as coisas são feitas por aqui”.

Esse comportamento e essa resposta não nos parecem familiar quando olhamos para dentro de nossas empresas e observamos como nossos colaboradores executam as tarefas?

Saindo do planeta dos macacos e voltando ao planeta dos homens, gostaria de convocar as empresas a promoverem um verdadeiro mutirão em busca de novas práticas, de novas ideias, premiando os destaques e criando, assim, um ambiente favorável à inovação, tão vital à sobrevivência em tempos difíceis.

Ousem, façam a diferença, invistam em TI como ferramenta de apoio à decisão, de forma que possam avaliar cenários com base em números atualizados da operação, deixando o “empirismo” fazer parte, apenas, do passado.

Motivem os talentos e colham os frutos de sua ousadia.

Fonte: Rede Gestão

DTH (TV Paga via Satélite) na América Latina

DTH na América Latina movimentará US$ 4,6 bi em 2013

Estimativa da Signals Consulting projeta crescimento do mercado puxada pelos múltiplos serviços ofertados pelas operadoras aos assinantes.

Um estudo da Signals Consulting estima que o mercado de DTH na América Latina deve passar dos US$ 4,6 bilhões em 2013 por conta das estratégias de venda de pacotes (bundles) das operadoras.

Segundo a consultoria, em cinco anos, 46,54% dos assinantes terão pacotes que incluem diversos tipos de serviços. Neste período, a participação da tecnologia no mercado de TV chegará a 33% (em 2007, era 22%).

Em 2013, A DirecTV/Sky continuará como líder do mercado com 69% de participação. Já a Telefônica virá em segundo lugar, com 16,5%, seguida pela Telmex, 10,5% de participação. Outros provedores terão 4% do mercado de DTH.O estudo destaca o fato de que não existe um modelo único para promover os serviços de DTH.

Por exemplo, o maior operador de TV paga da América Latina, a DirecTV, alcançou uma posição sólida no mercado se posicionando como inovador em termos de tecnologia e oferecendo conteúdo exclusivo. No primeiro trimestre de 2008, a Telefônica é o único operador de telecomunicações com sua própria plataforma de oferta de DTH em múltiplos mercados. "É só uma questão de tempo antes que a Telmex implemente uma estratégia semelhante em países como México e Brasil, onde controla a operadora incumbent.

Enquanto em mercados como Colômbia, Chile e Peru, onde a Telmex é um player de menor porte, as possibilidades de criar pacotes com DTH são mais reduzidas a nichos de mercado. Conseqüentemente, a Telmex tem que focar no mercado de DTH como forma de complementar sua cobertura de cabo", afirma Carlos Blanco, autor do estudo.

"O anúncio do DTH por operadoras como a Telefônica, Telmex e Oi é uma resposta À necessidade de se ter uma estratégia de Tv paga forte que permite a eles aumentar rapidamente sua base de assinantes. Depois disso, estes operadores começarão a migrar seus clientes de alto valor para redes de IPTV ou redes híbridas de fibra e cabo coaxial (HFC networks) para aumentar o número de servilos contratados por eles", conclui Blanco.

Fonte: It Web

Oi Leva Banda Larga ao Norte Via Infraestrutura Elétrica

Ao comprar a Brasil Telecom, uma das condicionantes impostas pela Anatel foi que a Oi levasse fibra óptica a três capitais da região amazônica: Boa Vista, Manaus e Macapá. A obrigação começa a ser cumprida com o atendimento de Boa Vista através de um acordo com a Eletronorte (a companhia elétrica do Norte) e a operadora de telecomunicações da Venezuela, a CanTV.

Para a concessionária foi mais barato costurar um acordo com essas empresas do que levar o backbone brasileiro até a região amazônica. O diretor de assuntos internacionais da Oi, Francisco Perrone, explica que existia um acordo com o governo venezuelano desde junho de 2008 para prover banda larga na região fronteiriça, o que acabou facilitando as coisas.

A Eletronorte fornece o link de dados de alta capacidade que liga Boa Vista a Santa Elena na Venezuela. De lá, o tráfego entra na rede da CanTV e vai até Caracas, onde se conecta no cabo Globenet da Oi. Para o ano que vem, a Oi já planeja o atendimento de Manaus que será feito basicamente nos mesmo moldes. No caso de Manaus, a Oi vai construir uma rede de fibra ligando a cidade a Boa Vista, onde o tráfego entra na rede da Eletronorte e sai pela rede da CanTV.

Perrone afirma que o projeto já está em análise nos órgãos que concedem as licenças ambientais. A próxima cidade (cujo atendimento também está previsto para o ano que vem) é Macapá. Esse caso é o mais complicado porque a cidade não tem uma rede elétrica com sua respectiva rede de dados conectada ao resto do país, mas sim uma pequena geração própria de energia.

Para Macapá, a Anatel deu um prazo de seis meses a partir da chegada do cabo OPGW das elétricas. Demanda Ao mesmo tempo em que a Oi cumpre exigências vinculadas à compra da Brasil Telecom, a empresa já está conectando também as escolas das cidades, o que é uma outra obrigação assumida com o governo. Perrone diz que em Boa Vista os serviços estão disponíveis aos clientes finais e que o preço será "equivalente" ao de Belém, onde a Oi chega com backbone próprio. O executivo faz um cálculo simples para estimar a demanda pelo serviço. Segundo ele, a penetração da banda larga sobre as linhas de voz está na casa dos 12%.

Em Boa Vista existem cerca de 20 mil linhas de voz, então a banda larga teria uma demanda estimada de 2,4 mil assinantes. Francisco Perrone lembra, entretanto, que o ADSL é viável a um certo limite de distância da central telefônica. "São obrigações que nós tentamos aproveitar para melhorar o nosso negócio. Não necessariamente eu estou ganhando dinheiro nisso. Previamente não há calculo se isso é financeiramente retornável ou não", afirma.

Fonte: Telenews

Banda Larga via Rede Elétrica


A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) deve decidir neste mês sobre o uso da rede de energia elétrica para a transmissão de internet em banda larga. Inicialmente, a decisão sobre o assunto estava marcada para terça-feira (11/08), mas foi adiada devido a um pedido da relatoria.

A rede elética por meio da banda larga deve permitir uma agilidade do serviço muito acima do padrão original dos computadores, limitada a 56 quilobits por segundo (kbps).

Atualmente a maioria dos serviços de banda larga oferece velocidade a partir de 300 kbps. A nova alternativa já foi aprovada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em abril.

De acordo com áreas técnicas da Aneel, a transmissão em banda larga pelo sistema de energia elétrica não provocará interferências entre os dois serviços, uma vez que cada um trabalha com sua frequência própria.

A estimativa das duas agências reguladoras é de que a medida viabilizará a disseminação do uso de banda larga para transmissão de internet, uma vez que a rede de energia elétrica envolve uma estrutura já existente.

Fonte: Bol Notícias.

Como a Mídia Interpreta as Notícias? Cada Qual com seu Enfoque...

Se a história da Chapeuzinho Vermelho fosse verdade, como ela seria contada na imprensa no Brasil?

Veja as diferentes maneiras de contar a mesma história.

Jornal Nacional (William Bonner): 'Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem...

'(Fátima Bernardes): '...mas a atuação de um caçador evitou a tragédia.'

Programa da Hebe'...que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?'

Cidade Alerta (Datena): '...onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê asautoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transportepúblico! Não tem transporte público! E foi devorada viva... um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não!

Superpop (Luciana Gimenez): 'Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há mais de um ano. Abafa o caso!'

Globo Repórter (Chamada do programa): 'Tara? Fetiche? Violência? O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente? O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta. E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter!'

Discovery Channel: Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.

Revista Veja: Lula sabia das intenções do Lobo.

Revista Cláudia: Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.

Revista Nova: Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama!

Revista Isto É: Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.

Revista Playboy (Ensaio fotográfico do mês seguinte): ' Veja o que só o lobo viu'.

Revista Vip: As 100 mais sexyes - desvendamos a adolescente mais gostosa do Brasil!

Revista G Magazine: (Ensaio com o lenhador) 'O lenhador mostra o machado'.

Revista Caras (Ensaio fotográfico com a Chapeuzinho na semana seguinte): Na banheira de
hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: 'Até ser devorada, eu não dava valor pra muitas coisas na vida. Hoje, sou outra pessoa.'

Revista Superinteressante: Lobo Mau: mito ou verdade?

Revista Tititi: Lenhador e Chapeuzinho flagrados em clima romântico em jantar no Rio.

Folha de São Paulo (Legenda da foto): 'Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador'. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.

O Estado de São Paulo: Lobo que devorou menina seria filiado ao PT.

O Globo: Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para salvar menor de idade carente.

O Dia: Lenhador desempregado tem dia de herói

Extra Promoção do mês: junte 20 selos mais R$ 19,90 e troque por uma capa vermelha igual a da Chapeuzinho!

Meia hora: Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco

O Povo: Sangue e tragédia na casa da vovó.

Wagner Montes:

Agora vejam só vocês meu amigo telespectador, minha dona de casa que nessa hora está cuidando do lar, arrumando as crianças para aescola..... vejam só esse covarde de codinome Lobo..... que se acha todo malandrão.... PRA CIMA DELE MINHA POLIÇADA !!!! Alô minha rapaziada da Civil, alô comandante do CORE, aquele abraço, alô meu pessoal do 16º, 22º.... É PRA ARREGASSAR MESMO!!! Bota a cara dele aí na tela produção.... Bota na tela aí.... ESCRAAAAAAAAACHA !!!!!!!!!!

Nota da Anatel Sobre Ponto Extra

Após queda de liminar, Anatel divulga nota sobre ponto extra

Terça-feira, 18 de Agosto de 2009, 19h47

A Anatel divulgou nesta terça-feira, 18, uma nota em que pretende esclarecer sobre os procedimentos que adotará com a queda da liminar que permitia às empresas de TV por assinatura manterem as antigas práticas associadas à oferta do ponto extra a seus assinantes.

A liminar conquistada pela ABTA foi revogada pela Justiça há seis dias, validando o novo Regulamento de Proteção e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Serviços de Televisão por Assinatura, aprovado neste ano pela resolução nº 528.

Na nota, a agência alerta que exigirá o cumprimento integral do regulamento e determina que as empresas terão que oferecer opções de oferta de equipamentos aos seus usuários, inclusive a venda de decodificadores. Esclarece ainda que acompanhará os preços praticados pelas operadoras para evitar práticas abusivas.

Veja abaixo a íntegra da nota:

"A propósito da decisão do Exmo. Sr. Juiz Federal Substituto da 14ª Vara do Distrito Federal, Dr. Roberto Luis Luchi Demo, que revogou ação de antecipação de tutela na ação cautelar ajuizada pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) esclarece:

1. voltam à sua plena eficácia os artigos 29 e 30 do Regulamento de Proteção e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Serviços de Televisão por Assinatura, aprovado pela Resolução nº 488, da Anatel, de 3/12/2007, na redação dada pela da Resolução nº 528, de 17 de abril de 2009;

2. em virtude da mesma decisão, retoma a Anatel a observância do inteiro teor do artigo 30 do citado Regulamento, para impor restrições às operadoras no que se refere à cobrança do ponto-extra dos consumidores dos serviços de TV por Assinatura;

3. considerado o fato de que o Conselho Diretor apreciará em sua reunião da próxima quinta-feira, 20 de agosto, o 'Pedido de Reconsideração' da ABTA, em face da Resolução nº 528, de 17 de abril de 2009, relacionado com a vedação de cobrança pela disponibilização do ponto-extra (artigos 29 e 30 do Regulamento) e à proibição de cobrança de custo do boleto bancário (artigo 16, § 4º do mesmo Regulamento), entende a Agência que, até a decisão final daquele colegiado,

a) as prestadoras de serviços de Televisão por Assinatura deverão oferecer aos usuários opções de oferta dos equipamentos decodificadores do ponto-extra, como por exemplo a venda;

b) alerta também que a Agência desencadeará pronta ação em casos de preços abusivos ou de procedimentos que contrariem os artigos 16, § 4º e 29 e 30 do Regulamento de Proteção e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Serviços de Televisão por Assinatura.

Brasília, 18 de agosto de 2009 Ronaldo Mota Sardenberg

Fonte: Pay-Tv News

Cidades com mais oportunidades profissionais no Brasil

O que você prioriza na carreira hoje? Remuneração, visibilidade, desafio ou qualidade de vida?

A resposta para essas perguntas começa, muitas vezes, pela cidade em que você decide morar.

Hoje, trabalhar em um grande centro ainda pode trazer mais projeção profissional ou um salário melhor, mas sem dúvida esses benefícios vêm em detrimento da qualidade de vida.

Para escolher o que faz mais sentido para você, é fundamental conhecer as oportunidades e as limitações que cada região oferece.

Para ajudá-lo nessa análise, VOCÊ S/A apresenta a oitava edição da pesquisa exclusiva As 100 Melhores Cidades para Fazer Carreira, coordenada pelo professor Moisés Balassiano, da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ).

O levantamento avalia as cidades de acordo com três indicadores: educação, vigor econômico e serviços de saúde.

São Paulo se manteve em primeiro lugar no ranking geral pelo oitavo ano consecutivo. Mas o estudo também mostra a força de polos econômicos regionais e das cidades médias, que têm criado boas alternativas de carreira para profi ssionais qualificados. Setores como varejo, construção civil, tecnologia e petróleo e gás se destacam em meio à crise e criam oportunidades também fora dos grandes centros.

Na região Sudeste, principalmente, as cidades médias têm ganhado cada vez mais importância e se consolidado como alternativa às líderes — porém, já saturadas — São Paulo (1a) e Rio de Janeiro (2a). Na região, o grande destaque é Barueri, que saltou da 16a posição em 2008 para o 4o lugar geral graças ao vigor econômico. Com uma economia diversificada, Barueri está localizada à beira da Rodovia Castelo Branco, a poucos minutos da capital paulista. A cidade, de 270 000 habitantes, é sede de diversas multinacionais e tem Produto Interno Bruto (PIB) maior que o das principais capitais do Nordeste. Com matriz na cidade, a americana Plastrom Sensormatic, especializada em segurança eletrônica para o varejo, contratou 100 funcionários no ano passado e ainda procura profissionais para postos de gestão e especialistas em vendas, assistência técnica e finanças.

No Rio de Janeiro, Macaé (9a), com 190 000 habitantes, cresceu 600% na última década, movida pela indústria de petróleo e gás. Há oportunidades, principalmente, para engenheiros, técnicos e profissionais de áreas administrativas, como jurídico e financeiro. Cada contratação da Petrobras gera três empregos terceirizados”, diz Carlos Alberto Campos Monteiro, gerente de recursos humanos da estatal na cidade.

CENTRO-OESTE EM CONSTRUÇÃO

O destaque do Centro-Oeste mais uma vez é Brasília (8a), onde a geração de oportunidades é puxada pela indústria da construção civil. A previsão é que no ano que vem o mercado imobiliário da capital federal se torne o segundo maior do Brasil — atrás apenas de São Paulo —, embalado pela mais alta renda per capita do país, 37 600 reais, ante 12 600 reais da média brasileira. Há necessidade de engenheiros e de executivos experientes, pois muitas empresas estão investindo na profissionalização da gestão. O mesmo acontece em Anápolis (88a), em Goiás, onde fica o maior polo de fabricação de medicamentos genéricos do país. O núcleo conta com 34 empresas, que hoje buscam profi ssionais de contabilidade, finanças e governança corporativa. Os salários para executivos chegam a 15 000 reais. Outro polo importante é o do agronegócio, que tem registrado no Centro-Oeste as maiores taxasde crescimento no país.

NORTE DE OLHO NA COPA

No Norte, o turismo se desenvolve e gera oportunidades em Manaus (22o). Muito admirada por suas belezas naturais, mas ainda pouco estruturada para receber visitantes, a Amazônia assiste a um boom de investimentos na rede hoteleira. Grandes grupos internacionais, como Accor, Blue Tree e Intercontinental, estão construindo novas unidades na região. A escolha de Manaus como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 promete acelerar essa expansão. Nos próximos dois anos, a previsão é de abertura de 1 500 vagas para cargos de níveis operacional e gerencial. No estado do Pará, o setor de papel e celulose, apesar da crise, gera oportunidades para jovens profi ssionais numa região carente de pessoal qualificado. “Temos que buscar no Sudeste gestores e engenheiros que entendam do nosso negócio”, diz o paulista Adalberto Biazotto, gerente de recursos humanos da Jari Celulose, do Grupo Orsa, um dos maiores produtores de papel e papelão ondulado do país.

SUL TECNOLÓGICO

Na região Sul, Curitiba (10a) e Florianópolis (14a) assistem à expansão da indústria de tecnologia, que atravessou bem a crise em razão da alta demanda do mercado interno. Na capital paranaense, a Positivo Informática, uma das principais fabricantes de computadores do país, ampliou sua produção após um início de ano difícil. “Curitiba tem qualidade de vida e está se transformando em um polo de oportunidades nesse mercado”, diz Alexandre Colnaghi, gerente de administração de vendas da empresa. Em Floripa, a estimativa é que o faturamento do setor aumente 20% este ano. Já em Porto Alegre (7a), líder do ranking no Sul, o varejo e a construção civil são os setores mais promissores. Mas há também oportunidades fora das capitais. A gaúcha Lojas Colombo, com unidades nos três estados, vem batendo recordes de vendas. “As contratações se mantêm na rede”, diz Rogério Souto, diretor comercial da empresa.

NORDESTE MOVIDO PELO CONSUMO

O aumento da renda e do consumo nas classes mais baixas estimula a indústria e o varejo no Nordeste. Isso vale para as principais capitais da região, como Recife (12a) e Salvador (15a). Na capital baiana, a estrutura de shopping centers cresceu 60% em dois anos, com ampliação e abertura de novos centros de compra. Com isso, aumentou a procura por profi ssionais com experiência gerencial. Em Pernambuco, o Porto de Suape atrai investimentos e cria vagas nos setores petroquímico e siderúrgico. Além das oportunidades de trabalho, as capitais do Nordeste têm menor custo de vida e os salários têm crescido e atraído executivos. Veja a seguir as oportunidades em cada região do país.

Entenda a pesquisa

Coordenada pelo professor Moisés Balassiano, da Fundação Getulio Vargas (FGV/RJ), a pesquisa analisa 127 cidades, considerando os municípios mais populosos e com maiores depósitos bancários à vista. Uma vez feita essa triagem, as cidades são avaliadas com base nos indicadores educação, vigor econômico e saúde. O item educação é o de maior peso na pesquisa e considera o número de cursos de graduação, de mestrado e de doutorado, além do número de graduados. São avaliados também o PIB municipal, divulgado pelo IBGE em 2006, e a infraestrutura de serviços de saúde.

Fonte: VOCE S.A./2Get

Dica de Livro: "O Mundo é Plano" - Thomas Friedman

O livro descreve como o processo de globalização se desenvolveu ao longo da história e quais as características dessa evolução. O autor conclui que o mundo está se tornando cada vez mais plano se referindo à redução das distâncias ocasionada pela influência da tecnologia e o aumento da velocidade das comunicações – estes avanços tecnológicos provenientes da ampliação da globalização, que tem reduzido a distâncias entre povos e por consequência, suas diferenças.

Um investimento maciço global em tecnologia a partir do início dos anos 90, quando houve uma difusão na informática, a ampliação nas instalações de conectividade em banda larga combinado com uma contínua redução nos preços dos computadores, tornaram-se fatores de convergência, que aproximaram povos distantes e aceleraram o efeito de planificação do mundo.

A idéia de um mundo plano contém os aspectos positivo e o negativo. O positivo é o fato de haver maior intercâmbio de conhecimento, e a velocidade do trânsito das informações no mundo, porém o lado negativo favorecer entre outras coisas a expansão do terrorismo.

O livro divide o processo de globalização em três etapas: a primeira corresponde ao período dos descobrimentos iniciados em 1492 (descobrimento da América) e vai até 1800, com o predomínio do uso da força pelos países; a segunda etapa compreende o período de 1800 a 2000 (sendo interrompido pela Grande Depressão de 1929 e pelas duas guerras mundiais), caracterizando-se pela expansão das multinacionais; a terceira se iniciou em 2000 e prossegue na era atual.

A etapa atual do processo de globalização se caracteriza pela transferência de atividades consideradas inferiores na cadeia de valor para outros países, como por exemplo a Índia, a China e o México. Esse movimento é conhecido como offshoring e segue a lógica dos mercados, de buscar a realização do trabalho onde ele puder ser feito de forma mais eficaz, eficiente e ao menor custo. Essa tendência revela que as relações de trabalho no mundo plano estão em transformação.

Thomas Friedman é jornalista e escritor, colunista do "The New York Times" e ganhador de 3 prêmios Pulitzer.

Entenda a Origem da Crise Política em Honduras

A crise política em Honduras se agravou a partir de março quando o presidente Manuel Zelaya apresentou uma proposta para realizar um plebiscito sobre a criação de uma assembleia constituinte que permitisse a reeleição presidencial.

Zelaya, que se elegeu por uma coalizão de centro-direita em uma acirrada disputa em 2005, se aproximou durante o mandato do presidente venezuelano, Hugo Chávez e tem enfrentado uma oposição cada vez mais severa da oposição hondurenha.

Em março, Zelaya propôs realizar um referendo para realizar em novembro uma Assembleia Constituinte. Segundo ele, a mudança constitucional era necessária para fazer as mudanças que Honduras necessita para se desenvolver.

Entre as mudanças está a reeleição para presidente. Segundo a atual Carta Magna do país, promulgada em 1982, o mandato único do presidente da república é uma cláusula pétrea e não pode ser alterada.

Zelaya governa com minoria no Congresso, que é unicameral. Seu partido, o Liberal, tem 62 cadeiras, contra 55 do Partido Nacional e outras 11 de partidos opositores menores. Com a proposta do referendo, o presidente começou a perder apoio dentro do próprio partido.

Em Honduras, a Suprema Corte, que é apontada pelo Legislativo, também se posicionou contra a realização do referendo. Zelaya também tem uma relação difícil com os meios de comunicação.

Em 2007, obrigou por decreto rádios e televisões a exibirem duas horas de propaganda do governo por julgar que a cobertura dos grandes veículos era tendenciosa.

Na última semanas, a tensão entre o Executivo e os demais poderes e o Exército cresceu. O plano do presidente foi considerado ilegal pelo Congresso e pela Justiça. O Congresso aprovou uma lei que proíbe a realização de referendos ou plebiscitos 180 dias antes ou depois de eleições gerais, o que impossibilitaria os planos do presidente.

Em seguida, o chefe do Exército, general Romeo Vasquez, disse que não ajudaria na organização do referendo para não desrespeitar a lei.

Líderes militares se recusaram a entregar urnas para a votação, uma decisão que levou à demissão do general Vasquez e à renúncia do ministro da Defesa, Edmundo Orellana. Os chefes da Marinha e da Aeronáutica também renunciaram em protesto.

Numa quinta-feira, o presidente e seus simpatizantes entraram em uma base militar e retiraram as urnas que estavam guardadas lá.O Exército, por sua vez, colocou centenas de soldados nas ruas da capital, dizendo que quer prevenir que os aliados do presidente causem confusão.

O presidente ignorou uma decisão da Suprema Corte para devolver o cargo ao chefe do Exército. "Nós não vamos obedecer a Suprema Corte", disse o presidente a uma multidão de simpatizantes em frente à sede do governo. "A corte, que apenas faz justiça aos poderosos, ricos e banqueiros, só causa problemas para a democracia."

Num domingo, militares invadiram o palácio presidencial, prenderam Zelaya, ainda de pijama, em seu dormitório e o colocaram num avião para a Costa Rica. À noite, o Congresso leu uma carta atribuída ao presidente na qual ele renunciava, o que foi desmentido por ele, e o destituiu do cargo.

Fonte: www.estadao.com.br

PALAVRAS DO DONO DO WAL MART


Discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART,fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários.

" Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.


Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.


Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.

Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.

Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.

Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.

Engana-se.

Sabe quem eu sou?

EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA !

Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma.

Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um poucomais de CORTESIA".


"CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDOSEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR."(WAL MART É A MAIOR REDE DE VAREJO DO MUNDO)

“A paciência é amarga, mas seu fruto é doce” Jean Jacques Rousseau

Estudar Melhor o Público Alvo e a Estratégia...

Um desanimado vendedor de Coca-Cola volta de uma frustrada temporada em Israel.

Seu amigo lhe pergunta:

- Por que você não conseguiu ter sucesso com os israelenses?

O vendedor lhe disse:

- Quando eu fui designado para o Oriente Médio, eu estava confiante de que conseguiria vender muito bem nas áreas rurais. Mas havia um problema, eu não sei falar hebraico. Então, pensei em criar uma sequência de três cartazes para transmitir minha mensagem de vendas:


Primeiro cartaz: - Um homem caído na areia do deserto... totalmente exausto, a ponto de desmaiar.

Segundo cartaz: - O homem está bebendo Coca-Cola.

Terceiro cartaz: - Nosso homem, agora completamente recuperado.

Então, mandei afixar estes cartazes em todos os lugares.

- Bem, me parece que isso deveria ter funcionado muito bem - disse-lhe o amigo.

O vendedor respondeu :

- Eu só não sabia que os judeus lêem da direita pra esquerda ...!!!

Para Descontrair...

O Homem, até os 20 anos:

Se equipara ao Avião de Papel. Apenas vôos rápidos, de curto alcance e duração.

O Homem, Dos 20 aos 30:

Se equipara ao Caça Militar. Sempre a postos, 7 dias por semana. Ataca qualquer objetivo. Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo.

Dos 30 aos 40:

Aeronave Comercial de vôos internacionais. Opera em horário regular. Destinos de alto nível. Vôos longos, com raros sobressaltos. A clientela chega com grande expectativa; ao final, sai cansada, mas satisfeita.

Dos 40 aos 50:

Aeronave Comercial de vôos regionais. Mantém horários regulares. Destinos bastante conhecidos e rotineiros. Os vôos nem sempre saem no horário previsto, o que demanda mudanças e adaptações que irritam a clientela.

Dos 50 aos 60:

Aeronave de Carga. Preparação intensa e muito trabalho antes da decolagem. Uma vez no ar, manobra lentamente e proporciona menor conforto durante a viagem. A clientela é composta majoritariamente por malas e bagulhos diversos.

Dos 60 aos 70:

Asa Delta. Exige excelentes condições externas para alçar vôo. Dá um trabalho enorme para decolar e, depois, evita manobras bruscas para não cair antes da hora. Após a aterrissagem, desmonta e guarda o equipamento.

Dos 70 aos 80:

Planador. Só voa eventualmente e com auxílio. Repertório de manobras extremamente limitado. Uma vez no chão, precisa de ajuda até para voltar ao hangar.

Após os 80:

Modelo em escala. Só enfeite.

FORMAS DE FALAR A VERDADE

"Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para queinterpretasse o sonho.

"Que desgraça, senhor!", exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!"

"Mas que insolente!", gritou o sultão. "Como se atreve a dizer tal coisa?! "Chamou os guardas mandou que lhe dessem cem chicotadas e que chamassem outro sábio para interpretar o sonho.

O outro sábio disse: "Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!"

A fisionomia do sultão se iluminou, e mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.

Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio: "Como é possível"? A interpretação que você fez foi amesma do seu colega!!! No entanto, ele levou chicotadas, e você,moedas de ouro!"

Respondeu o sábio: "Lembre-se sempre, amigo, tudo depende da maneira de dizer as coisas..."

Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos. Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, porque as palavras têm força, têm poder. Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou a guerra.

A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença.

Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam, que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhornas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho!