Joint-venture entre Microsoft e Accenture ancora no Porto Digital
O barco do Porto Digital não para de crescer. Dessa vez é a joint-venture Avanade, composta pelas multinacionais Microsoft e Accenture, que abrirá uma unidade de negócios no Bairro do Recife.
O empreendimento em questão é um centro de soluções de tecnologia Microsoft, uma fábrica de softwares que vai atender, a princípio, o mercado brasileiro, mas que logo poderá entrar no circuito mundial de entrega de sistemas customizados.
Segundo o gerente nacional da Avanade, Jun Endo, o centro de soluções recifense será o segundo da empresa no País e o 15º do mundo. A Avanade está no Brasil desde 2010. “Com o centro do Recife queremos completar nosso time para entregar soluções”, comenta.Inicialmente, o laboratório contará com 40 desenvolvedores, mas a meta é dobrar este número até o fim do ano. “A disputa por talentos é grande, mas acreditamos que aqui teremos quantidade e qualidade mais que suficientes”, diz. O outro laboratório da
Avanade, em Joinville (SC), possui 150 desenvolvedores.Endo preferiu não revelar o investimento da companhia no centro recifense, mas disse que o projeto na cidade é de longo prazo. “Queremos construir carreiras e temos muitos planos para a cidade”, diz. Um desses planos envolve tornar o Recife um centro de atendimento para a Europa, além de criar infraestrutura para a Microsoft e soluções para CRM.“Recife insere-se em uma cadeia global de centros de entrega com nossa chegada. É possível que num futuro próximo o centro daqui atenda clientes de fora do País. Afinal, a cidade está bem posicionada geograficamente e seria uma ótima opção para atendimento de clientes estrangeiros”, diz. Na primeira fase, o laboratório da Avanade no Recife criará aplicações em .Net e soluções para a nuvem, usando o Microsoft Azure.Segundo Endo, a escolha da capital pernambucana para sediar a nova operação da Avanade foi uma decisão fácil. “Tanto a Microsoft quanto a Accenture têm operações no Recife e, mais que isso, têm uma experiência bastante positiva no Porto Digital”, comenta. (J.W.)
Mercado Pernambucano de Seguros recebe 5ª maior empresa do setor no mundo
A JLT Seguros, a quinta maior empresa de seguros do mundo e a primeira não americana está prestes a desembarcar em Pernambuco ainda nos próximos dias.A empresa, do grupo inglês JLT International Network é uma das gigantes do setor, especialmente em infra-estrutura e energia. Um dado curioso: é da JLT a maior apólice de seguros da história do país e da JLT, realizada para a Usina de Belo Monte com as empreiteiras responsáveis pelo projeto.
Agora a JLT instala-se em Pernambuco, pelas mãos do empresário Yuri Romão, que passou anos no sistema financeiro e volta às suas origens: seguradora.Esta semana, Yuri Romão viaja para Londres, para o quartel general da JLT juntamente com o CEO para o Brasil Álvaro Eyler. Além de se apresentar formalmente em Londres, ela terá várias rodadas de discussões sobre o potencial brasileiro e, especificamente, o Estado de Pernambuco.Essa visita é importante, pois dará as diretrizes da atuação da JLT em Pernambuco, que, pela primei8ra vez, terá decisão local para seguros em infra-estrutura ( as montadores que chegam ao Estado); energia; transportes e, claro, no setor de seguros de uma forma mais ampla.
É importante ressaltar que todas as grandes apólices realizadas em Pernambuco até agora não são no Estado, mas por meio das empresas que operam em todo o território nacional, com sedes em São Paulo e Rio.
Dos tablets made in PE à rede wi-fi
Comunicar parece ser o lema da fábrica de periféricos pernambucana Elcoma. Instalada no Parqtel do Recife desde 2008, a empresa, que hoje atua na produção de computadores e notebooks em parceria com grandes fabricantes de componentes mundiais como a Intel, se lança agora no ramo de soluções de conexão, através de redes wi-fi mais amplas e sofisticadas.
De acordo com informações do seu diretor de pesquisa e desenvolvimento, Rafael Moraes, a fábrica tem em vista lançar até o início de 2013, em conjunto com o Centro de Estudos Avançados do Recife (Cesar), uma linha de roteadores baseados na tecnologia Mesh, que vão facilitar a conectividade principalmente entre os municípios do interior, que sediarão a Copa de 2014.
O projeto, intitulado Vagalumes, aliado às políticas de inclusão digital do plano nacional de banda larga previstos para 2012, busca ampliar a oferta de internet sem fio, tanto para organizações quanto para usuários comuns, de modo mais em conta. Levando internet de ponta a praticamente todas as cidades brasileiras até 2014. “A proposta visa atender principalmente aos municípos do interior que até então não contam com o acesso banda larga, e que até a copa de deverão estar conectados, a um menor custo na aparelhagem de conexão”, afirma Rafael.
O formato Mesh, aprovado pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (lIEEE) apenas no final do ano passado, permite criar grandes redes, com mais amplitude em metros quadrados. De acordo com Eduardo Peixoto, executivo de negócios do Cesar, a novíssima tecnologia permite estabelecer conexões de maior extensão, sem a necessidade de instalação de roteadores fixos. E que, por sua vez, podem ser alocados em locais diferentes, sem risco de perda de sinal, já que as informações são reestabelecidas automaticamente, através do seu protocolo inteligente, além de serem de fácil configuração.
O projeto vem sendo desenvolvido há pelo menos três anos, desde a iniciativa de produção em parceria com instituto de projetos no Bairro do Recife, até a aprovação pela Finep, que investe atualmente cerca de R$ 1,3 milhão aliados aos mais de 700 mil da fábrica pernambucana, no projeto. Segundo Rafael, a previsão é de que os aparelhos estejam disponíveis a partir do início de 2013, custando cerca de R$ 350 cada.
A fábrica planeja também expandir sua atuação no mercado de produção de periféricos para o interior, mais precisamente para o município de Vitória de Santo Antão, local para onde podem ser relocadas as estruturas de montagem de computadores, devido a incentivos fiscais da prefeitura da cidade. Além da ampliação, a empresa perspectiva lançar a sua primeira linha de tablets, a partir do primeiro trimestre do ano que vem, já com o Android 4.0, com cerca de 16GB, custando entre R$ 600 e R$ 700.
Outra grande inovação da corporação que o Diario apurou, e que em grande parte ainda é mantido a sete chaves por parte da companhia, é a elaboração de um projeto de desenvolvimento de servidores, com tecnologia Intel, em parceria com o Centro de Informática (Cin) da UFPE. Com previsão de serem entregues em meados do ano que vem.
Workshop abordará processamento de chapas metálicas
A discussão de técnicas atuais de processamento de chapas metálicas por soldagem e cortes será tema de um encontro a ser realizado no próximo dia 23 de março, as 8h30 às 17h, no auditório do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco Simmepe).
Engenheiros e gerentes de negócios das empresas Trumpf, Lincoln Electric, Liquigás e Air Liquide estarão ministrando palestras sobre Utilização do GLP nos processos de produção industrial; Aplicações da tecnologia a laser nas Indústrias Eólicas, naval e sua cadeia produtiva; Novos ventos na tecnologia de soldagem para a construção de torres eólicas; e Gases de soldagem, novidades no mercado.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelos telefones 81 3423.8744 e 81 3423.8441. As vagas são limitadas. Produtores de cana do NE negociam inclusão de subsídio em MPAcabou há pouco, em Brasília, a reunião dos produtores de cana-de-açúcar do Nordeste e o deputado federal Heleno Silva (PRB/SE), relator da Medida Provisória 554, que altera a lei nº 11.110, de 25 de abril de 2005, para autorizar a União a conceder subvenção econômica para operações de financiamento e estocagem de álcool combustível.
Segundo o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), Alexandre Andrade Lima, o relator se comprometeu a colocar a demanda dos produtores locais no texto final que será levado para votação em plenário.A chamada equalização de parte dos custos da produção de cana-de-açúcar para a produção de etanol é uma demanda dos produtores de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte e vem sendo praticada ao longo dos anos para compensar o maior custo da produção de etanol na região Nordeste, em comparação com os do centro-sul do país.
Estima-se que o custo de produção na região seja entre 15% e 20% mais elevado do que nas outras regiões produtoras, devido a questões relacionadas ao relevo. A expectativa é que a manutenção da medida beneficie 18 mil pequenos e médios produtores. A subvenção econômica é concedida através de adequação das taxas de juros dos financiamentos para a estocagem de combustível.“Na prática a subvenção é revertida em R$ 5 por tonelada de cana colhida, até o limite de 10 mil toneladas, totalizando R$ 50 mil.
É uma política do governo de subvenção do preço mínimo e aplicada a várias culturas, incluindo a soja, o milho e o algodão”, explica Andrade Lima, para quem a medida não é um mero benefício aos produtores nordestinos, mas uma necessidade para a manutenção da atividade econômica na região.Em 2011, segundo a Unida, o governo subvencionou a produção de cana nordestina com R$ 58 milhões, enquanto os produtores de arroz receberam R$ 1 bilhão através da política de preço mínimo.
Ainda segundo Alexandre Andrade Lima, mesmo com todos os investimentos feitos durante décadas, ainda não se consolidou uma alternativa econômica rentável para a Zona da Mata, além da monocultura da cana-de-açúcar.“Há questões práticas que não foram resolvidas ao longo dos anos, inclusive a sugestão de plantar alimentos na região não conseguiu ser equalizada inclusive nos assentamentos rurais – onde a maioria dos agricultores cultiva a cana-de-açúcar.
Mesmo em Vicência, onde existe o cultivo forte da banana, muitos produtores estão abandonando a cultura, para voltar a plantar cana”, defende o presidente da Unida, acrescentando que as críticas que o setor recebe por ser subvencionado não têm respaldo na realidade econômica da região, sendo a cana-de-açúcar, mesmo depois de 500 anos, a atividade economicamente mais viável.
A expectativa dos produtores de cana-de-açúcar nordestinos é que a Medida Provisória 554 seja votada em até um mês e meio. O documento aguarda a votação de outras cinco MPs, muitas relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e consideradas prioritárias pelo governo federal.
Nordeste avança na convergência salarial
A convergência da renda regional é um dos pontos cruciais no desenvolvimento das economias periféricas. Este ponto é mais visível principalmente nas grandes economias periféricas em desenvolvimento, os chamados BRICS, cuja expansão se deve em geral a políticas centradas em aproveitar vantagens comparativas que são usualmente concentradas em termos geográficos.
O Brasil não é exceção, muito pelo contrário, apresentando um cenário onde a Região outrora mais rica (o Nordeste) se tornou ao longo do processo de desenvolvimento nacional a que concentra os principais bolsões de pobreza.Ao longo dos últimos séculos a inversão de posição entre o Nordeste e o Sudeste tornou esta primeira uma Região periférica dentro do contexto nacional, e já faz décadas que se utilizam políticas públicas no sentido de recuperar uma trajetória de convergência da renda ou, ao menos, dos salários.
Visto que o Nordeste vem se mostrando ao longo dos últimos anos um bastião do crescimento nacional, cabe considerar se a convergência ao menos dos salários médios é uma realidade alcançável ainda na vida dos atuais trabalhadores (a da renda, se alcançável, é coisa para gerações).Utilizando os dados mais recentes na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, temos que alguns elementos estilizados quando a remuneração do trabalho no Brasil são apoiados pelos dados e, também, que há sinais de convergência.
O primeiro quadro a seguir sugere que nas principais áreas metropolitanas o salário médio real atualmente convergiu para três patamares: um mais alto para Rio de Janeiro e São Paulo, um segundo intermediário para as demais áreas menos Recife, que se isola sem apresentar tendência de crescimento nos últimos anos. Em média, a distância entre todas as áreas e São Paulo diminuiu consideravelmente ao longo dos últimos 10 anos.
Um segundo ponto importante que já pode ser claramente visualizado na série é que o número de horas de trabalho vem claramente diminuindo, embora estranhamente de forma mais acelerada nas regiões de renda mais baixa (Recife e Salvador). Permanece verdade que Paulistas e Cariocas apresentam mais horas de trabalho que os Nordestinos, mas o quadro seguinte mostra aquilo que é mais importante: a diferença na remuneração por hora vem diminuindo acentuadamente.
A convergência do salário por hora é claramente mais forte que a observada para o salário total, embora ainda pode se arguir que também há três grupos e que Recife fica para trás. O mais importante desta série é o comportamento das demais áreas em relação a São Paulo que, apesar de apresentar crescimento no salário real por hora, vem sendo alcançado pelas demais áreas.
Não há elementos na PME que permitam avaliar os motivos pelos quais se observa convergência, nem por quer Recife vem ficando para trás quando se esperava o contrário dada a velocidade com que a taxa de desemprego caiu na Região. Talvez a redução no desemprego tenha se dado em funções que na média tem menor remuneração, derrubando assim a estatística geral.
Vendas da Deten crescem 21% no NE
Enquanto as vendas da Deten Química para o mercado interno cresceram 6,4% em 2011, no Nordeste, elas foram 21% maiores, o que fez a participação da região nos negócios da companhia subir de 15% para 17%. Para o gerente comercial Rosalvo Peixoto, esse quadro é resultado dos investimentos realizados por empresas que utilizam tensoativos em seu processo produtivo, como a nova fábrica de detergentes da Unilever em Igarassu (PE), a Bombril que implantou mais uma linha de envase de detergente em Abreu Lima (PE), a Química Amparo que ampliou a capacidade em Simões Filho (BA) e a Oriental que inaugurou uma fábrica de detergentes em pó em Aracaju (SE). “A Deten apressa-se com seus investimentos para ampliação de sua capacidade produtiva”, destaca.
A Deten Química, instalada no Polo Petroquímico de Camaçari (BA), produz o LAB (Linear Alquilbenzeno) matéria-prima para tensoativos utilizados na fabricação de detergentes líquidos e em pó. Saiu licença ambiental do EISA – AlagoasO Grupo Synergy conseguiu a licença ambiental para implantar o estaleiro Eisa, orçado em R$ 1,5 bilhão. Enquanto o Ceará ainda analisa as áreas para instalação do Estaleiro Promar Ceará, o Estado de Alagoas assegurou ao Grupo Synergy, a licença ambiental prévia à implantação do Estaleiro Eisa Alagoas, um empreendimento orçado em R$ 1,5 bilhão e que será construído no município de Coruripe, no litoral alagoano.
A licença foi concedida pelo Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram) no início deste mês, mas anunciada apenas esta semana, pelo Diretor Comercial do estaleiro, Jorge Gonçalves.Com a licença em mãos, estão abertas as “comportas” para o Estaleiro Eisa Alagoas S/A participar do processo de licitação da Petrobras, para fabricação de sete sondas de perfuração, utilizadas em plataformas. A estatal perolífera já anunciou, no entanto, que serão quatro lotes de sete sondas, totalizando 28 unidades.
Cada sonda corresponde ao valor aproximado US$ 750 milhões, num total aproximado de R$ 9 bilhões de investimentos da Petrobras. Assim como o Promar Ceará foi aprovado pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) para ser a construído no Ceará, o Eisa Alagoas foi o empreendimento naval assegurado a Alagoas. Dois parques eólicos são inaugurados em GuamaréA Bioenergy e a GE Energy inauguraram na manhã desta quinta-feira (1) os parques Aratuá 1 e Miassaba 2, no município de Guamaré, distante 170 Km de Natal. O Aratuá 1 e o Missaba 2 representam os dois primeiros parques na América Latina a operarem com turbinas produzidas pela GE.Parques eólicos foram inaugurados na manhã de hoje, 01/03, em GuamaréO Miassaba 2 também é o primeiro parque eólico privado do país, com energia comercializada no mercado livre – sem intermediação do Governo Federal.
Ao todo, foram investidos R$ 200 milhões nos parques, que já começaram a operar e geram 150 empregos, entre diretos e indiretos.A potência chega a 28,8 MW, energia suficiente para abastecer uma cidade com 70 mil residências. Coteminas construirá complexo no valor de R$ 1 bi em São Gonçalo do Amarante/RNO grupo Conteminas, que atua no segmento têxtil, apresentou o Horizontes do Potengi – um misto de condomínio residencial e centro comercial com shopping, apartamento, centro de convenções, teatro e escola – à governadora do Estado Rosalba Ciralini na tarde desta sexta-feira (24).O projeto do complexo, que será implantado no município de São Gonçalo do Amarante, está orçado em R$ 1 bi e integrará 5 mil pessoas em sua fase inicial. Todo o projeto será detalhado logo mais em coletiva de imprensa.
Micro e pequenas empresas alavancam contratação
As micro e pequenas empresas (MPE) puxaram a contratação de trabalhadores no início de 2012. As que possuem no máximo quatro funcionários foram responsáveis por 85,9% dos 118.895 empregos formais gerados em todo o país no primeiro mês do ano.
A conclusão é resultado de um levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).No período analisado, esse grupo de empresas abriu 102.111 postos de trabalho com carteira assinada. O percentual é superior ao registrado no mesmo mês de 2011, de 69% do total. “A curva ascendente da geração de emprego nos pequenos negócios confirma a tendência de aumento do nível de atividade desse segmento, em função do aumento da renda, do crédito e, consequentemente, do consumo da população”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto do Santos.
A abertura de mais postos de trabalho em janeiro reflete o incremento da atividade econômica, principalmente no setor de serviços, em expansão no país, assinala o diretor do Sebrae.Para Carlos Alberto, essa tendência deve prevalecer tendo em vista as oportunidades decorrentes dos megaeventos esportivos nos próximos anos, do crescimento do fluxo de turistas brasileiros e estrangeiros e da melhoria da renda.
“Isso implica mais demanda, favorecendo a atividade produtiva e os serviços, o que gera mais postos de trabalho”. A análise do Sebrae considera como micro e pequena empresa aqueles negócios que possuem até 99 funcionários. Ao contrário das empresas menores, as que possuem entre cinco e 99 trabalhadores fecharam vagas. Os dois g rupos somados, porém, geraram 80,3% das vagas formais em janeiro. As empresas que possuem entre 100 e 499 empregados em seus quadros contrataram 6,3% do total, e as que têm mais de 500 funcionários, 13,4%.
Das MPE que possuem menos de 99 funcionários, as do setor de serviços foram as que mais elevaram seus quadros, sendo responsáveis por metade dos novos postos de trabalho. Juntas, a indústria de transformação e a construção civil contrataram a outra metade dos profissionais. O único setor que demitiu foi o de comércio, em função de fatores sazonais.
Brasil tem mais de 13 milhões de casas com TV por assinatura
O crescimento percentual do serviço de TV por assinatura ficou acima da média nacional de 31,5% nas regiões Nordeste (48,5), Norte ( 48,4%) e Centro-Oeste (35,1%).Brasília - O país ultrapassou a marca de 13 milhões de domicílios com TV paga em janeiro deste ano. Foram mais 309,8 mil novos assinantes, um crescimento de 2,43% em relação à dezembro do ano passado.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De cada cem residência, 22,1 possuem o serviço de TV por assinatura.O serviço de TV paga via satélite (DTH) é o que mais vem crescendo, e adicionou em janeiro 259.413 novos assinantes, passando a deter 55,5% do mercado. O serviço de TV a cabo também conseguiu novos clientes, foram 56.809 e ele ficou com 42,7% do mercado.
Por outro lado, as empresas que utilizam tecnologia MMDS (microondas) vem perdendo espaço mês a mês. Elas perderam 6.413 assinantes no mesmo período, o que representou queda de 2,67% de sua base de clientes.O crescimento percentual do serviço de TV por assinatura ficou acima da média nacional de 31,5% nas regiões Nordeste (48,5), Norte ( 48,4%) e Centro-Oeste (35,1%), enquanto o Sul (24,5%) e Sudeste (29,3%) registraram crescimento inferior.
Entretanto, das mais de 3,1 milhões de novas assinaturas registradas nos últimos 12 meses, quase 2 milhões ocorreram no Sudeste.
Fonte: C2
Parábolas do Mundo Corporativo
Um rato, olhando por um buraco na parede, viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Mas ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.
Foi para o pátio da fazenda e advertiu a todos:
- Tem uma ratoeira na casa, tem uma ratoeira na casa!!!
A galinha, que andava ciscando de um lado para outro, levantou a cabeça e cacarejou:
- Desculpe, Sr. Rato, eu sei que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada. Ratoeiras não são para as galinhas, por tanto não corro nenhum perigo por causa da ratoeira.
O rato foi até o porco:
- Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces - concluiu irônico.
O rato dirigiu-se então à vaca. Mas ela nem ligou para um animalzinho tão pequeno:
- Você acha que eu estou em perigo por causa de uma ratoeirazinha? E mugiu despreocupada.Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar sozinho a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite, ouviu-se na casa o barulho característico da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha acontecido. No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha prendido a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a mulher continuava mal, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que isso não lhe diz respeito, lembre-se: quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre perigo.
Foi para o pátio da fazenda e advertiu a todos:
- Tem uma ratoeira na casa, tem uma ratoeira na casa!!!
A galinha, que andava ciscando de um lado para outro, levantou a cabeça e cacarejou:
- Desculpe, Sr. Rato, eu sei que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada. Ratoeiras não são para as galinhas, por tanto não corro nenhum perigo por causa da ratoeira.
O rato foi até o porco:
- Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces - concluiu irônico.
O rato dirigiu-se então à vaca. Mas ela nem ligou para um animalzinho tão pequeno:
- Você acha que eu estou em perigo por causa de uma ratoeirazinha? E mugiu despreocupada.Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar sozinho a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite, ouviu-se na casa o barulho característico da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha acontecido. No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha prendido a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a mulher continuava mal, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que isso não lhe diz respeito, lembre-se: quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre perigo.
Parábolas do Mundo Corporativo
Seis divertidas parábolas para ensinar como ser mais eficiente no mundo corporativo
Lição nº 1 – Gestão do Conhecimento
Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem ia atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: “Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha.” Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro “Quem era?” – “Era o Bob, o vizinho da casa ao lado.” – diz ela. “Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?”
Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!
Lição nº 2 – Chefia e Liderança
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: “Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês”. “Eu primeiro, eu primeiro.” grita um dos funcionários. “Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!” Puf! e ele se foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:” Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!” Puf e ele se foi. “Agora você” diz o gênio para o gerente. “Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço.” – diz o gerente.
Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.
Lição nº 3 – Zona de Conforto
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: “Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?” O corvo responde: “Claro, porque não?” O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Moral da História: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.
Lição nº 4 – Motivação
Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.
Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.
Lição nº 5 – Criatividade
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas na sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Moral da História: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.
Lição nº 6 – Criatividade
Todos os dias uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. Ela era produtiva e feliz. Mas o gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão, e pensou: se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada! E colocou uma barata, famosa por prepar belíssimos relatórios e com larga experiência como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Mas pra isso a barata precisou de uma secretária que a ajudava a preparar os relatórios; contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações.
O marimbondo ficou encantado com a barata e pediu-lhe gráficos com indicadores e análise das tendências para mostrar nas reuniões. A barata contratou então uma mosca, comprou um computador com impressora colorida, e logo a formiga produtiva e feliz começou a se lamentar de toda aquela movimentação…
O marimbondo concluiu que era chegado o momento de criar a função de gestor para a área onde trabalhava a formiga produtiva e feliz. O cargo foi dado a uma cigarra, que precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais como antes.
A cigarra, então, quis convencer o gerente marimbondo a fazer um estudo de clima, mas o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes… Algo ia mal… E contratou então a coruja, prestigiada e famosa consultora, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, ao fim do qual concluía: Há muita gente nesta empresa! E o marimbondo mandou demitir… a formiga, claro! Porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
Já viu esse filme antes?
Lição nº 1 – Gestão do Conhecimento
Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem ia atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: “Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha.” Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro “Quem era?” – “Era o Bob, o vizinho da casa ao lado.” – diz ela. “Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?”
Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!
Lição nº 2 – Chefia e Liderança
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: “Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês”. “Eu primeiro, eu primeiro.” grita um dos funcionários. “Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!” Puf! e ele se foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:” Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!” Puf e ele se foi. “Agora você” diz o gênio para o gerente. “Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço.” – diz o gerente.
Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.
Lição nº 3 – Zona de Conforto
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: “Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?” O corvo responde: “Claro, porque não?” O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Moral da História: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.
Lição nº 4 – Motivação
Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.
Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.
Lição nº 5 – Criatividade
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas na sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Moral da História: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.
Lição nº 6 – Criatividade
Todos os dias uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. Ela era produtiva e feliz. Mas o gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão, e pensou: se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada! E colocou uma barata, famosa por prepar belíssimos relatórios e com larga experiência como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Mas pra isso a barata precisou de uma secretária que a ajudava a preparar os relatórios; contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações.
O marimbondo ficou encantado com a barata e pediu-lhe gráficos com indicadores e análise das tendências para mostrar nas reuniões. A barata contratou então uma mosca, comprou um computador com impressora colorida, e logo a formiga produtiva e feliz começou a se lamentar de toda aquela movimentação…
O marimbondo concluiu que era chegado o momento de criar a função de gestor para a área onde trabalhava a formiga produtiva e feliz. O cargo foi dado a uma cigarra, que precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais como antes.
A cigarra, então, quis convencer o gerente marimbondo a fazer um estudo de clima, mas o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes… Algo ia mal… E contratou então a coruja, prestigiada e famosa consultora, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, ao fim do qual concluía: Há muita gente nesta empresa! E o marimbondo mandou demitir… a formiga, claro! Porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
Já viu esse filme antes?
Noticias de Pernambuco!
Nordeste amplia participação na construção do PIB nacional
As regiões Nordeste e Centro-Oeste aumentaram suas participações no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, em 0,4 ponto porcentual cada uma, na passagem de 2008 para 2009, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a participação do Sudeste continuou caindo, com um recuo de 0,7 ponto porcentual no período. As participações das regiões Norte e Sul tiveram leve queda de 0,1 ponto porcentual cada uma, de acordo com os dados das Contas Regionais do Brasil 2005 – 2009, divulgados hoje.
Apesar disso, a economia brasileira ainda é bastante concentrada, com apenas oito Estados responsáveis por 78,1% do PIB nacional em 2009. A maior participação continua sendo a de São Paulo: 33,5%, o equivalente a mais de R$ 1 trilhão.
O Estado de Santa Catarina, apesar de ter perdido apenas 0,1 ponto porcentual, caiu da sexta para a oitava posição no ranking, e foi ultrapassado por Bahia e Distrito Federal.
Piauí - No período, Piauí registrou o menor PIB per capita brasileiro, de R$ 6.051,10, bem abaixo da média nacional, de R$ 16.917,66. Já a região com maior PIB per capita no ano foi o Distrito Federal, de R$ 50.438,46.
Na passagem de 2008 para 2009, o Estado de Rondônia foi o que teve o maior crescimento em volume do PIB, de 7,3%, embora tenha mantido uma participação relativamente baixa no montante nacional (0,6%). Já o Espírito Santo registrou a maior queda em volume do PIB, de 6,7%.
As regiões que registraram avanço na participação no PIB entre 2002 e 2009 foram o Centro-Oeste (0,8%), o Nordeste (0,5%) e o Norte (0,3%). Juntas, as três regiões totalizavam 26,4% do PIB em 2002 e passaram a representar 28,1% do total em 2009.
Pernambuco segue na mira da construtora Mendes Júnior
A construtora mineira Mendes Júnior confirmou que Pernambuco está disputando com Espírito Santo e Santa Catarina a implantação do primeiro estaleiro de plataformas do grupo. O estaleiro, que começará a ser construído no primeiro trimestre de 2012, terá um investimento de R$ 1 bilhão e gerará cerca de 2 mil empregos diretos e indiretos. Sérgio Mendes, vice-presidente da empresa, adiantou que Goiana já foi riscada dos planos da construtora.
Caso seja instalado em Pernambuco, o estaleiro de plataformas irá para Suape. “Estamos esperando um detalhamento dos três estados para definir em qual deles iremos montar o estaleiro. Como é um empreendimento grande, cujas obras devem durar dois anos ou mais, temos pressa, porém, não vamos votar sozinhos; a própria Petrobras terá um peso importante na escolha”, explicou Mendes.
Apesar de o estado já ter o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) em operação, mais dois em construção – o Promar e o CMO -, e um previsto, o Navalmare, a vinda da Mendes Júnior colocaria Pernambuco numa posição estratégica dentro da cadeia mundial de exploração do petróleo. “O pré-sal vai exigir uma estrutura gigante de plataformas, e não há fabricantes suficientes no Brasil. A demanda atual do País nos garante pelo menos 20 anos de produção”, reforçou o vice-presidente da construtora.
Mendes adiantou que no primeiro ano de construção do estaleiro, a empresa deve contratar mão de obra especializada para montar as plataformas. “Queremos começar a operar ainda em 2012. Neste tipo de obra, à medida que vamos concluindo as fases, já vamos produzindo”, completou. E, mesmo não tendo uma definição sobre o assunto, Mendes ressaltou o interesse da empresa em participar de outras obras de infraestrutura no estado.
“Estamos interessados na parceria público-privada (PPP) do saneamento da Região Metropolitana e já começamos a conversar com a Fiat sobre uma participação na construção da fábrica da empresa em Goiana.”
Vale lembrar que a Mendes Júnior já participa da construção da Hemobrás e está construindo três estações elevatórias, em Salgueiro, que fazem parte da transposição do rio São Francisco. “Também queremos concorrer nas licitações do aeroporto e porto da Zona da Mata Norte”, crê Mendes.
BNDES investe cerca de R$ 25 milhões em Suape
Nesta quarta-feira (23), teve início o XIII Simpósio Observa Nordeste, organizado pela Fundação Joaquim Nabuco. Entre as questões que estiveram em pauta no primeiro dia do encontro, esteve a participação do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no financiamento de projetos estruturadores no Nordeste e também a o desenvolvimento na inclusão das regiões às cadeias produtivas.
O chefe do Departamento Regional Nordeste do BNDES, Paulo Ferraz Guimarães apresentou dados que mostram uma mobilização maior dos municípios do Nordeste para o financiamento de de projetos de desenvolvimento integrado.
“Aqui em Pernambuco, o BNDES investe R$ 25 milhões em Suape nos projetos estruturadores. Pelo menos oito projetos de bastante relevância devem surgir desse aporte, como escolas técnicas que surgem com empreendimentos como a PetroquímicaSuape”, exemplifica.
Além de Paulo Guimarães, a economista Tânia Bacelar e o professor da UFPE Raul Motta participaram no debate (Foto: Lara Holanda)
De acordo com Paulo Guimarães, enquanto houve um investimento de R$ 37.339 milhões financiados pelo banco entre 2000 e 2008 no Nordeste, de 2009 até setembro de 2011 essa carteira de financiamentos já chega a R$ 50.572.
Estados disputam estaleiro de plataformas. Investimento é de R$ 1 bilhão
Com aporte de R$ 1 bilhão e geração de 2 mil empregos, a construtora mineira Mendes Júnior analisa situar entre Pernambuco, Espírito Santo e Santa Catarina a implantação do primeiro estaleiro de plataformas do grupo, a ser construído no primeiro trimestre de 2012.
Para o vice-presidente da empresa, Sérgio Mendes, caso seja instalado em Pernambuco, o estaleiro irá para Suape. “A Petrobras terá um peso na escolha”, explicou, ao ressaltar que ainda o interesse na parceria público-privada (PPP) do saneamento da Região Metropolitana.
Outra empresa que atua com obras na construção é a Cyrela Brazil Realty, que ao avaliar os negócios para o próximo ano descarta inicialmente a restrição de crédito ao setor imobiliário. O vice-presidente-financeiro e diretor de Relações com Investidores da construtora e incorporadora, José Florêncio Rodrigues, disse que a companhia projeta para o ano que um cenário macroeconômico vem similar ao de 2011.
Ainda mais otimistas com os negócios no próximo ano estão a Marfinite Arenas e a NEC, que querem prestar serviços para consórcios como os da Odebrecht, Camargo Corrêa e WTorre para as obras da Copa do Mundo de 2014. A holding A2DP, que assumiu a Marfinite, de assentos para estádios, projeta em dois anos atingir R$ 216 milhões de receita, ante os R$ 154 milhões estimados para este ano. “Falamos em 1,2 milhão de novos assentos”, diz Alexandre Pimentel, porta-voz da empresa.
Sistema FIEPE lança programa Inova Pernambuco
Aumentar a competitividade da indústria pernambucana pelo estímulo à cultura da inovação empresarial é a proposta do Programa Inova Pernambuco, lançado no dia 21. Executivos, gestores do Sistema Indústria e empresários se reunião no lançamento, realizado no hotel Transamérica Prestige Beach Class International, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.
O coordenador executivo do Programa, o vice-presidente da FIEPE Oscar Rache, apresentou na ocasião os detalhes do projeto. De acordo com Rache, a iniciativa terá uma agenda de ações para atender da melhor forma possível às necessidades das empresas pernambucanas. O trabalho integra a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), da CNI, e tem participação da Federação, IEL, SESI e SENAI.
Segundo o superintendente do IEL Nacional, Carlos Cavalcante, é essencial, para a elaboração da agenda, pensar em questões como formação de mão de obra qualificada, atração de centros de pesquisa de empresas estrangeiras para Pernambuco e internacionalização das empresas brasileiras. “A agenda é o caminho para a sobrevivência de micro, pequenas e médias empresas nos tempos atuais”, acrescentou o presidente da FIEPE, Jorge Corte Real.
O lançamento ainda teve debate com os empresários Raimundo Ferreira (Arclima) e Edson Moura (Baterias Moura) e palestra com o pesquisador de tecnologia Sílvio Meira.
Novos polos industriais seduzem montadoras
Camaçari (BA), Resende (RJ) e Suape (PE) lideram disputa para atrair fábricas que serão erguidas pela Volkswagen, BMW, Land Rover, Lifan Motors, Hyundai e Districar.
O interesse de montadoras tradicionais e marcas entrantes em instalar fábricas no país criou uma nova rodada de disputa entre estados que nos últimos anos se esforçam para consolidar sua posição como polos produtores de veículos.
As novas fronteiras da indústria automotiva, cada vez mais distantes do ABC paulista, o berço da indústria, tentam seduzir como podem companhias como Volkswagen, BMW, Land Rover, Lifan Motors, Hyundai e Districar – representante das marcas chinesas Changan, SsangYong, Haima e JMC.
O flerte dos governos é quase sempre o mesmo: incentivos fiscais generosos, facilidades nas negociações trabalhistas e vantagens logísticas. Os polos de Camaçari, na Bahia, Rezende, no Rio de Janeiro e Suape, em Pernambuco, tentam angariar novas empresas.
Restrito nos últimos dez anos a apenas uma fábrica, da Ford em Camaçari, na Bahia, o Nordeste desponta como nova preferência das companhias e deve ganhar musculatura nos próximos anos.
Pernambuco já captou R$ 4 bilhões para a construção de uma fábrica da Fiat, em Goiana, acertou a instalação de duas montadoras chinesas de motos, a Sazaki e a Shineray, e está no páreo para receber as novas unidades da Volkswagen e da BMW.
Escada entre os dez municípios que mais geram empregos no estado
Pernambuco gera 7.421 empregos em outubro e mantém liderança regional
Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego do Ministério do Trabalho, foram criados em Pernambuco 7.421 postos de trabalho formal em outubro de 2011, consolidando a maior quantidade de empregos celetistas gerados no Nordeste e a sétima do Brasil.
“É importante constatar que, em meio ao ambiente externo crítico, estamos mantendo a trajetória positiva, com o mercado de trabalho pernambucano seguindo dinâmico e gerando cada vez mais empregos formais”, afirmou o governador Eduardo Campos, ao saudar o resultado da pesquisa divulgado nesta sexta-feira (18/11).
Tal comportamento foi proveniente da expansão do emprego principalmente nos setores de Serviços (+5.061 postos), da Indústria de Transformação (+3.421 postos), do Comércio (+2.298 postos). Com a chegada das festas de final de ano, a tendência é que o nível da geração de empregos continue aumentando, principalmente no comércio.
Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos primeiros dez meses do corrente ano, houve acréscimo de 83.519 postos (+7,10%). Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses, verificou-se crescimento de 7,44% no nível de emprego ou +87.222 postos de trabalho. Estes dados mostram o quanto o mercado de trabalho pernambucano está aquecido, gerando cada vez mais emprego para a população. O ponto mais importante é que esta criação é de empregos formais, fazendo com que o trabalhador esteja sempre assegurado.
Analisando os resultados das regiões metropolitanas, a RMR destaca-se, pois, em outubro de 2011, obteve a terceira maior geração de emprego formal, ficando atrás apenas das regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Dado o tamanho das RM’s de São Paulo e do Rio de Janeiro, o crescimento do número de postos de trabalho celetistas na RMR foi espetacular.
Outro ponto que merece destaque é a participação dos municípios do interior na geração de emprego formal do estado. Caruaru, Escada e Bezerros, aparecem na lista dos dez municípios que mais geraram emprego em outubro. Isso mostra que o desenvolvimento econômico está atingindo o estado inteiro, levando emprego de carteira assinada para toda a população.
O estado de Pernambuco cria cada vez mais empregos formais, distribuídos por todos os segmentos econômicos. A geração de postos de trabalho atinge tanto a região metropolitana do recife, quanto o interior do estado. Pernambuco cresce economicamente, levando empregos formais para toda a população.
Coreana Hyundai e Wollk Elevadores anunciam fusão
Governador Eduardo Campos recebeu visita de representantes da Hyundai
O grupo coreano Hyundai e a pernambucana Wollk Elevadores anunciam a fusão das empresas, que dão início à nova linha de produção já em dezembro. Com a parceria, a Hyundai deve trazer inovação e tecnologia ainda não utlizadas no Brasil para os equipamentos produzidos na Wollk elevadores, que agora vai se chamar Hyundai Elevadores Wollk.
A Wollk é considerada uma empresa de pequeno porte, com capacidade de produção de 400 elevadores por ano. A fusão com a empresa coreana deve ampliar a carta de clientes da emrpesa pernambucana. Hoje, a Hyundai detém 0,8% do mercado nacional no segmento de elevadores. Com a fábrica em Pernambuco e também uma que está em operação no Rio Grande do Sul, a coreana pretende ampliar sua participação em 20% no mercado brasileiro em três anos. O faturamento anual do grupo é de R$ 120 bilhões.
O diretor da Hyundai, Victor Park, indica que a escolha da empresa pernambucana vai ajudar o crescimento do grupo no Brasil. “A Wollk já tem o Know-how, conhece o mercado de elevadores. Unimos o útil ao agradável: eles sabem vender e como instalar, e nós temos os produtos.” Na prática, a Wollk vai deixar de ser produtora de elevadores para ser montadora da Hyundai.
A tecnologia da Hyundai deve diminuir o tempo gasto em processos de instalação e conserto de elevadores. As empresas brasileiras trabalham com prazo de dois meses, em média. Já as empresas que usam a tecnologia da Hyundai conseguem diminuir esse prazo para uma semana e meia.
“A Hyndai é a produtora dos elevadores mais rápidos do mundo. No Recife, temos os maiores arranha-céus do Brasil e um parque antigo que precisa de reformas. Temos uma média de duas chamadas para consertos por mês, enquanto eles têm duas chamadas a cada três anos”, aponta o presidente da Wollk, Roberto Maia.
As empresas já estão com encomendas para montar a esteira rolante no shopping Rio-Mar e dois elevadores no aeroporto de Natal, além de negociações para elevadores de prédios residenciais. As empresas não divulgaram dados sobre geração de emprego e de investimentos realizados.
Empresarial na Reserva do Paiva atrai executivos
O Novo Mundo Empresarial, que está sendo construído no bairro planejado Reserva do Paiva, está atraindo executivos e profissionais liberais para a região, que fica na rota para o Complexo Industrial Portuário de Suape. O complexo multiuso faz parte da terceira etapa do bairro planejado.
Esse é o sentimento verificado no Espaço de Vendas da Reserva do Paiva, que comercializa os espaços e verifica que a região “é destino de quem atua em Suape ou tem atividades relacionadas ao complexo industrial.” As salas comercializadas vão dar espaço a escritórios de advocacia, de câmbio, agências de turismo, consultoria contábil, entre outros segmentos que devem servir à região.
O bairro planejado está sendo construído pela Odebrecht Realizações Imobiliárias em parceria com os grupos Cornélio Brennand e Ricardo Brennand. A Reserva do Paíva já conta com três condomínios residenciais e terá o complexo multiuso.
O condomínio de casas Morada da Península, que já teve as 67 casas entregues, foi anunciado na primeira etapa do bairro. A segunda etapa contou com o condomínio Vila dos Corais, em construção.
A terceira etapa terá o condomínio Terraço Laguna, além do Novo Mundo Empresarial e um hotel 5 estrelas com centro de convenções e que tem parceria do grupo português Promovalor. Ao todo, serão investidos R$ 450 milhões para a terceira etapa. No total, são mais de 90 mil metros quadrados (m²) de área destinada para negócios, comércio e serviços, com investimentos a partir de R$ 990 mensais.
Fonte: C2 Consultoria
As regiões Nordeste e Centro-Oeste aumentaram suas participações no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, em 0,4 ponto porcentual cada uma, na passagem de 2008 para 2009, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a participação do Sudeste continuou caindo, com um recuo de 0,7 ponto porcentual no período. As participações das regiões Norte e Sul tiveram leve queda de 0,1 ponto porcentual cada uma, de acordo com os dados das Contas Regionais do Brasil 2005 – 2009, divulgados hoje.
Apesar disso, a economia brasileira ainda é bastante concentrada, com apenas oito Estados responsáveis por 78,1% do PIB nacional em 2009. A maior participação continua sendo a de São Paulo: 33,5%, o equivalente a mais de R$ 1 trilhão.
O Estado de Santa Catarina, apesar de ter perdido apenas 0,1 ponto porcentual, caiu da sexta para a oitava posição no ranking, e foi ultrapassado por Bahia e Distrito Federal.
Piauí - No período, Piauí registrou o menor PIB per capita brasileiro, de R$ 6.051,10, bem abaixo da média nacional, de R$ 16.917,66. Já a região com maior PIB per capita no ano foi o Distrito Federal, de R$ 50.438,46.
Na passagem de 2008 para 2009, o Estado de Rondônia foi o que teve o maior crescimento em volume do PIB, de 7,3%, embora tenha mantido uma participação relativamente baixa no montante nacional (0,6%). Já o Espírito Santo registrou a maior queda em volume do PIB, de 6,7%.
As regiões que registraram avanço na participação no PIB entre 2002 e 2009 foram o Centro-Oeste (0,8%), o Nordeste (0,5%) e o Norte (0,3%). Juntas, as três regiões totalizavam 26,4% do PIB em 2002 e passaram a representar 28,1% do total em 2009.
Pernambuco segue na mira da construtora Mendes Júnior
A construtora mineira Mendes Júnior confirmou que Pernambuco está disputando com Espírito Santo e Santa Catarina a implantação do primeiro estaleiro de plataformas do grupo. O estaleiro, que começará a ser construído no primeiro trimestre de 2012, terá um investimento de R$ 1 bilhão e gerará cerca de 2 mil empregos diretos e indiretos. Sérgio Mendes, vice-presidente da empresa, adiantou que Goiana já foi riscada dos planos da construtora.
Caso seja instalado em Pernambuco, o estaleiro de plataformas irá para Suape. “Estamos esperando um detalhamento dos três estados para definir em qual deles iremos montar o estaleiro. Como é um empreendimento grande, cujas obras devem durar dois anos ou mais, temos pressa, porém, não vamos votar sozinhos; a própria Petrobras terá um peso importante na escolha”, explicou Mendes.
Apesar de o estado já ter o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) em operação, mais dois em construção – o Promar e o CMO -, e um previsto, o Navalmare, a vinda da Mendes Júnior colocaria Pernambuco numa posição estratégica dentro da cadeia mundial de exploração do petróleo. “O pré-sal vai exigir uma estrutura gigante de plataformas, e não há fabricantes suficientes no Brasil. A demanda atual do País nos garante pelo menos 20 anos de produção”, reforçou o vice-presidente da construtora.
Mendes adiantou que no primeiro ano de construção do estaleiro, a empresa deve contratar mão de obra especializada para montar as plataformas. “Queremos começar a operar ainda em 2012. Neste tipo de obra, à medida que vamos concluindo as fases, já vamos produzindo”, completou. E, mesmo não tendo uma definição sobre o assunto, Mendes ressaltou o interesse da empresa em participar de outras obras de infraestrutura no estado.
“Estamos interessados na parceria público-privada (PPP) do saneamento da Região Metropolitana e já começamos a conversar com a Fiat sobre uma participação na construção da fábrica da empresa em Goiana.”
Vale lembrar que a Mendes Júnior já participa da construção da Hemobrás e está construindo três estações elevatórias, em Salgueiro, que fazem parte da transposição do rio São Francisco. “Também queremos concorrer nas licitações do aeroporto e porto da Zona da Mata Norte”, crê Mendes.
BNDES investe cerca de R$ 25 milhões em Suape
Nesta quarta-feira (23), teve início o XIII Simpósio Observa Nordeste, organizado pela Fundação Joaquim Nabuco. Entre as questões que estiveram em pauta no primeiro dia do encontro, esteve a participação do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no financiamento de projetos estruturadores no Nordeste e também a o desenvolvimento na inclusão das regiões às cadeias produtivas.
O chefe do Departamento Regional Nordeste do BNDES, Paulo Ferraz Guimarães apresentou dados que mostram uma mobilização maior dos municípios do Nordeste para o financiamento de de projetos de desenvolvimento integrado.
“Aqui em Pernambuco, o BNDES investe R$ 25 milhões em Suape nos projetos estruturadores. Pelo menos oito projetos de bastante relevância devem surgir desse aporte, como escolas técnicas que surgem com empreendimentos como a PetroquímicaSuape”, exemplifica.
Além de Paulo Guimarães, a economista Tânia Bacelar e o professor da UFPE Raul Motta participaram no debate (Foto: Lara Holanda)
De acordo com Paulo Guimarães, enquanto houve um investimento de R$ 37.339 milhões financiados pelo banco entre 2000 e 2008 no Nordeste, de 2009 até setembro de 2011 essa carteira de financiamentos já chega a R$ 50.572.
Estados disputam estaleiro de plataformas. Investimento é de R$ 1 bilhão
Com aporte de R$ 1 bilhão e geração de 2 mil empregos, a construtora mineira Mendes Júnior analisa situar entre Pernambuco, Espírito Santo e Santa Catarina a implantação do primeiro estaleiro de plataformas do grupo, a ser construído no primeiro trimestre de 2012.
Para o vice-presidente da empresa, Sérgio Mendes, caso seja instalado em Pernambuco, o estaleiro irá para Suape. “A Petrobras terá um peso na escolha”, explicou, ao ressaltar que ainda o interesse na parceria público-privada (PPP) do saneamento da Região Metropolitana.
Outra empresa que atua com obras na construção é a Cyrela Brazil Realty, que ao avaliar os negócios para o próximo ano descarta inicialmente a restrição de crédito ao setor imobiliário. O vice-presidente-financeiro e diretor de Relações com Investidores da construtora e incorporadora, José Florêncio Rodrigues, disse que a companhia projeta para o ano que um cenário macroeconômico vem similar ao de 2011.
Ainda mais otimistas com os negócios no próximo ano estão a Marfinite Arenas e a NEC, que querem prestar serviços para consórcios como os da Odebrecht, Camargo Corrêa e WTorre para as obras da Copa do Mundo de 2014. A holding A2DP, que assumiu a Marfinite, de assentos para estádios, projeta em dois anos atingir R$ 216 milhões de receita, ante os R$ 154 milhões estimados para este ano. “Falamos em 1,2 milhão de novos assentos”, diz Alexandre Pimentel, porta-voz da empresa.
Sistema FIEPE lança programa Inova Pernambuco
Aumentar a competitividade da indústria pernambucana pelo estímulo à cultura da inovação empresarial é a proposta do Programa Inova Pernambuco, lançado no dia 21. Executivos, gestores do Sistema Indústria e empresários se reunião no lançamento, realizado no hotel Transamérica Prestige Beach Class International, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.
O coordenador executivo do Programa, o vice-presidente da FIEPE Oscar Rache, apresentou na ocasião os detalhes do projeto. De acordo com Rache, a iniciativa terá uma agenda de ações para atender da melhor forma possível às necessidades das empresas pernambucanas. O trabalho integra a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), da CNI, e tem participação da Federação, IEL, SESI e SENAI.
Segundo o superintendente do IEL Nacional, Carlos Cavalcante, é essencial, para a elaboração da agenda, pensar em questões como formação de mão de obra qualificada, atração de centros de pesquisa de empresas estrangeiras para Pernambuco e internacionalização das empresas brasileiras. “A agenda é o caminho para a sobrevivência de micro, pequenas e médias empresas nos tempos atuais”, acrescentou o presidente da FIEPE, Jorge Corte Real.
O lançamento ainda teve debate com os empresários Raimundo Ferreira (Arclima) e Edson Moura (Baterias Moura) e palestra com o pesquisador de tecnologia Sílvio Meira.
Novos polos industriais seduzem montadoras
Camaçari (BA), Resende (RJ) e Suape (PE) lideram disputa para atrair fábricas que serão erguidas pela Volkswagen, BMW, Land Rover, Lifan Motors, Hyundai e Districar.
O interesse de montadoras tradicionais e marcas entrantes em instalar fábricas no país criou uma nova rodada de disputa entre estados que nos últimos anos se esforçam para consolidar sua posição como polos produtores de veículos.
As novas fronteiras da indústria automotiva, cada vez mais distantes do ABC paulista, o berço da indústria, tentam seduzir como podem companhias como Volkswagen, BMW, Land Rover, Lifan Motors, Hyundai e Districar – representante das marcas chinesas Changan, SsangYong, Haima e JMC.
O flerte dos governos é quase sempre o mesmo: incentivos fiscais generosos, facilidades nas negociações trabalhistas e vantagens logísticas. Os polos de Camaçari, na Bahia, Rezende, no Rio de Janeiro e Suape, em Pernambuco, tentam angariar novas empresas.
Restrito nos últimos dez anos a apenas uma fábrica, da Ford em Camaçari, na Bahia, o Nordeste desponta como nova preferência das companhias e deve ganhar musculatura nos próximos anos.
Pernambuco já captou R$ 4 bilhões para a construção de uma fábrica da Fiat, em Goiana, acertou a instalação de duas montadoras chinesas de motos, a Sazaki e a Shineray, e está no páreo para receber as novas unidades da Volkswagen e da BMW.
Escada entre os dez municípios que mais geram empregos no estado
Pernambuco gera 7.421 empregos em outubro e mantém liderança regional
Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego do Ministério do Trabalho, foram criados em Pernambuco 7.421 postos de trabalho formal em outubro de 2011, consolidando a maior quantidade de empregos celetistas gerados no Nordeste e a sétima do Brasil.
“É importante constatar que, em meio ao ambiente externo crítico, estamos mantendo a trajetória positiva, com o mercado de trabalho pernambucano seguindo dinâmico e gerando cada vez mais empregos formais”, afirmou o governador Eduardo Campos, ao saudar o resultado da pesquisa divulgado nesta sexta-feira (18/11).
Tal comportamento foi proveniente da expansão do emprego principalmente nos setores de Serviços (+5.061 postos), da Indústria de Transformação (+3.421 postos), do Comércio (+2.298 postos). Com a chegada das festas de final de ano, a tendência é que o nível da geração de empregos continue aumentando, principalmente no comércio.
Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos primeiros dez meses do corrente ano, houve acréscimo de 83.519 postos (+7,10%). Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses, verificou-se crescimento de 7,44% no nível de emprego ou +87.222 postos de trabalho. Estes dados mostram o quanto o mercado de trabalho pernambucano está aquecido, gerando cada vez mais emprego para a população. O ponto mais importante é que esta criação é de empregos formais, fazendo com que o trabalhador esteja sempre assegurado.
Analisando os resultados das regiões metropolitanas, a RMR destaca-se, pois, em outubro de 2011, obteve a terceira maior geração de emprego formal, ficando atrás apenas das regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Dado o tamanho das RM’s de São Paulo e do Rio de Janeiro, o crescimento do número de postos de trabalho celetistas na RMR foi espetacular.
Outro ponto que merece destaque é a participação dos municípios do interior na geração de emprego formal do estado. Caruaru, Escada e Bezerros, aparecem na lista dos dez municípios que mais geraram emprego em outubro. Isso mostra que o desenvolvimento econômico está atingindo o estado inteiro, levando emprego de carteira assinada para toda a população.
O estado de Pernambuco cria cada vez mais empregos formais, distribuídos por todos os segmentos econômicos. A geração de postos de trabalho atinge tanto a região metropolitana do recife, quanto o interior do estado. Pernambuco cresce economicamente, levando empregos formais para toda a população.
Coreana Hyundai e Wollk Elevadores anunciam fusão
Governador Eduardo Campos recebeu visita de representantes da Hyundai
O grupo coreano Hyundai e a pernambucana Wollk Elevadores anunciam a fusão das empresas, que dão início à nova linha de produção já em dezembro. Com a parceria, a Hyundai deve trazer inovação e tecnologia ainda não utlizadas no Brasil para os equipamentos produzidos na Wollk elevadores, que agora vai se chamar Hyundai Elevadores Wollk.
A Wollk é considerada uma empresa de pequeno porte, com capacidade de produção de 400 elevadores por ano. A fusão com a empresa coreana deve ampliar a carta de clientes da emrpesa pernambucana. Hoje, a Hyundai detém 0,8% do mercado nacional no segmento de elevadores. Com a fábrica em Pernambuco e também uma que está em operação no Rio Grande do Sul, a coreana pretende ampliar sua participação em 20% no mercado brasileiro em três anos. O faturamento anual do grupo é de R$ 120 bilhões.
O diretor da Hyundai, Victor Park, indica que a escolha da empresa pernambucana vai ajudar o crescimento do grupo no Brasil. “A Wollk já tem o Know-how, conhece o mercado de elevadores. Unimos o útil ao agradável: eles sabem vender e como instalar, e nós temos os produtos.” Na prática, a Wollk vai deixar de ser produtora de elevadores para ser montadora da Hyundai.
A tecnologia da Hyundai deve diminuir o tempo gasto em processos de instalação e conserto de elevadores. As empresas brasileiras trabalham com prazo de dois meses, em média. Já as empresas que usam a tecnologia da Hyundai conseguem diminuir esse prazo para uma semana e meia.
“A Hyndai é a produtora dos elevadores mais rápidos do mundo. No Recife, temos os maiores arranha-céus do Brasil e um parque antigo que precisa de reformas. Temos uma média de duas chamadas para consertos por mês, enquanto eles têm duas chamadas a cada três anos”, aponta o presidente da Wollk, Roberto Maia.
As empresas já estão com encomendas para montar a esteira rolante no shopping Rio-Mar e dois elevadores no aeroporto de Natal, além de negociações para elevadores de prédios residenciais. As empresas não divulgaram dados sobre geração de emprego e de investimentos realizados.
Empresarial na Reserva do Paiva atrai executivos
O Novo Mundo Empresarial, que está sendo construído no bairro planejado Reserva do Paiva, está atraindo executivos e profissionais liberais para a região, que fica na rota para o Complexo Industrial Portuário de Suape. O complexo multiuso faz parte da terceira etapa do bairro planejado.
Esse é o sentimento verificado no Espaço de Vendas da Reserva do Paiva, que comercializa os espaços e verifica que a região “é destino de quem atua em Suape ou tem atividades relacionadas ao complexo industrial.” As salas comercializadas vão dar espaço a escritórios de advocacia, de câmbio, agências de turismo, consultoria contábil, entre outros segmentos que devem servir à região.
O bairro planejado está sendo construído pela Odebrecht Realizações Imobiliárias em parceria com os grupos Cornélio Brennand e Ricardo Brennand. A Reserva do Paíva já conta com três condomínios residenciais e terá o complexo multiuso.
O condomínio de casas Morada da Península, que já teve as 67 casas entregues, foi anunciado na primeira etapa do bairro. A segunda etapa contou com o condomínio Vila dos Corais, em construção.
A terceira etapa terá o condomínio Terraço Laguna, além do Novo Mundo Empresarial e um hotel 5 estrelas com centro de convenções e que tem parceria do grupo português Promovalor. Ao todo, serão investidos R$ 450 milhões para a terceira etapa. No total, são mais de 90 mil metros quadrados (m²) de área destinada para negócios, comércio e serviços, com investimentos a partir de R$ 990 mensais.
Fonte: C2 Consultoria
Noticias de Pernambuco!
Shineray desembarca hoje 400 utilitários
A montadora chinesa Shineray desembarca no Porto do Recife, hoje, sua primeira carga de veículos utilitários. A importação será mensal. São vans, minicaminhões e furgões de motor 1.0 a gasolina. A empresa tenta liberar a mercadoria antes do dia 16 do mês que vem, para não ter incidência nos produtos da alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O registro da carga antes ou depois dessa data influenciará diretamente no preço de venda dos veículos.A carga é de um total de 400 utilitários que serão distribuídos em Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. Dentro do Estado eles vão para a Região Metropolitana do Recife e para Caruaru. A ideia é trazermos um navio por mês, diz o diretor da Shineray, Paulo Perez. Ele afasta a possibilidade de a empresa instalar no Brasil uma fábrica de automóveis.As estimativas iniciais de preços dos automóveis não levaram em conta a nova alíquota do IPI. Como poderá haver a necessidade de recálculo de preços, com a alta do IPI, os valores iniciais dos 200 minicaminhões com capacidade de transporte de até 800 quilos e que chegarão da China para o consumidor sairão por volta de R$ 22 mil.Outros cem furgões, para o transporte de mercadorias, custarão cada um por volta de R$ 21,5 mil (igualmente sem contar um IPI mais alto).Observando a mesma condição de um imposto que ainda pode ser recalculado, no caso das cem vans, com sete lugares para os passageiros mais um para o motorista, os preços sairão por volta de R$ 28 mil.Para as vendas, a ideia da montadora é abrir uma rede de concessionárias Shineray Automobile, com uma primeira loja funcionando no Recife.Tanta expectativa sobre o IPI é porque o governo federal, em setembro, editou um decreto que determina o aumento do imposto apenas para os veículos com um índice de nacionalização abaixo de 65%, o que afeta diretamente a importação de automóveis.A aplicação seria imediata, mas o Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar o caso, determinou que as regras só valerão após o dia 15 do mês que vem.Em meio às negociações para a atração de uma fábrica de US$ 2 bilhões da Volkswagen para Pernambuco, o governador Eduardo Campos comentou que um segundo decreto do governo federal será publicado até o dia 15, para regulamentar e detalhar as regras da nacionalização que deverão ser seguidas pelas montadoras nacionais.
Caruaru negocia fábrica de R$ 50 mi
A multinacional americana Procter & Gamble, que atua em vários segmentos, tem interesse de instalar uma unidade para produzir a batata frita Pringles no AgresteExecutivos da multinacional americana Procter & Gamble (P&G) desembarcam hoje em Caruaru, no Agreste do Estado, para analisar a cidade como possível destino para duas fábricas orçadas em R$ 50 milhões.Atuando em diversos segmentos (lâminas Gillette, fraldas Pampers, Pantene, Oral-B, Duracell etc.), o grupo pretende instalar sua indústria numa área de 10 hectares. A P&G quer instalar uma planta para produzir a batata frita Pringles e outra apenas para a confecção das embalagens cilíndricas do produto. As duas unidades, quando em funcionamento, irão criar 450 empregos diretos.O investimento seria feito, inicialmente, no Estado de Goiás. As obras das fábricas chegaram a começar quando foram detectados problemas com o abastecimento de água na região. Diante do entrave, a empresa caiu em campo para encontrar, o mais rápido possível, um novo destino para os empreendimentos.Pesam a favor da cidade pernambucana a disponibilidade de terrenos nas duas etapas do Distrito Industrial (que hoje possui 100 empresas instaladas), a oferta regular de água e a posição privilegiada, próximo às rodovias BR-232 e 104 (que passa atualmente por obras de duplicação). Procurado pelo JC, o prefeito de Caruaru, José Queiroz, confirmou o encontro e adiantou que serão discutidos hoje benefícios como a cessão da área, isenção no pagamento do Imposto Territorial e Predial Urbano (IPTU) e outros descontos fiscais oferecidos pelo governo do Estado.O possível investimento em solo pernambucano acontece em meio as negociações de venda da marca Pringles para a gigante do mercado norte-americano de aperitivos Diamond Foods (dona de marcas pouco conhecidas no Brasil como a linha de batatas fritas Kettle ou de lanches a base de nozes Emerald).Em abril deste ano, a P&G anunciou a transação, que atingirá a cifra de US$ 2,4 bilhões. A estimativa inicial era de que até dezembro a negociação estivesse concluída, porém, comunicados aos acionistas divulgados na semana passada informaram que o processo só deverá ser concluído em junho de 2012.
Fiat fará jipinho na fábrica de Pernambuco
A aliança entre a italiana Fiat e a norte-americana Chrysler renderá seu primeiro grande fruto no Brasil em 2014. As duas empresas desenvolvem em silêncio um utilitário esportivo compacto para ser produzido na futura fábrica do grupo no município de Goiana (PE). DivulgaçãoFuturo Fiat será menor que Jeep Compass, que chega em 2012A Folha apurou que o jipinho terá porte semelhante ao do recém-lançado Renault Duster(foto). Seu alvo será a segunda geração do Ford EcoSport, que chega às lojas no próximo ano.A renovação deixará o carro mais refinado que o atual, que lidera o segmento com média de 3.000 emplacamentos mensais.O jipinho Fiat marcará a estreia da marca nesse mercado em ascensão, importantíssimo para a manutenção da montadora no primeiro lugar do ranking geral de vendas.Segundo dados da Fenabrave (federação das concessionárias), o crescimento dos emplacamentos de veículos utilitários foi de 15,9% em 2011, quase três vezes maior do que o da média geral (5%).A versão Chrysler será posicionada em um patamar superior também de preço, para não haver canibalização entre eles. Deverá sair com o distintivo Jeep, mais adequado à proposta aventureira do produto -a Chrysler ainda é dona das marcas Dodge e Ram, esta última especializada em picapes.Atualmente, Fiat e Chrysler oferecem em conjunto os “crossovers” Freemont e Dodge Journey.O primeiro leva a marca italiana e tem motor quatro cilindros (172 cv). O segundo chega neste mês às lojas com pequenas mudanças visuais e o novo V6 Pentastar (286 cv).A capacidade inicial de produção para a fábrica de Goiana, ao ser inaugurada em 2014, está estimada em 200 mil automóveis por ano. De lá sairá também o sucessor do Fiat Mille.
Vale busca parceiros em Pernambuco
Representantes de mais de 60 empresas pernambucanas se inscreveram para encontro realizado na FIEPE com diretores da Vale, no dia 8. O evento, que teve como destaque de sua programação reuniões de negócios entre potenciais fornecedores e gestores da companhia, apresentou aos empresários locais os principais projetos e oportunidades previstos pela multinacional para 2012. A realização do encontro contou com o apoio do Centro Internacional de Negócios da Federação.O presidente do CIEPE, Aurélio Nogueira, representou o presidente da Federação, Jorge Côrte Real, na abertura do evento. Nogueira elogiou a iniciativa e afirmou desejar que a multinacional não só faça parceria com empresas pernambucanas como também se instale no Estado. Presente na ocasião, o gerente geral de suprimentos da Vale, Rogério Amaral, enfatizou que esse encontro é um importante passo para a aproximação entre a companhia e o Estado. O encontro ainda contou com a presença do coordenador do Núcleo de Desenvolvimento, Articulação e Integração Industrial (NDI) da FIEPE, Antonio Sotero, e do presidente do Sinduscon, Gustavo Miranda.As oportunidades disponibilizadas pela Vale para empresas pernambucanas são para projetos do Pará, Maranhão e Tocantins, com foco nos segmentos de super e infraestrutura, edificação, obra industrial, terraplanagem, drenagem, pavimentação e obras de arte especiais (construção de pontes, viadutos etc.).
Refinaria auxilia infra em Pernambuco
Um convênio vai viabilizar a implantação de projetos de infraestrutura urbana e social nas regiões dos novos empreendimentos da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cujas operações vão causar um grande impacto na economia nacional.“Dois em cada dez caminhões utilizarão diesel produzido em Pernambuco. Os 25.837 metros cúbicos que sairão da Abreu e Lima representam 18% do consumo nacional”, informou Paulo Roberto Costa, diretor.Assinado em agosto entre Petrobras, Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades e Fundação Getúlio Vargas, o convênio visa a fortalecer a capacidade de gestão das prefeituras municipais das áreas do entorno dos empreendimentos.Para isso, o documento prevê apoio técnico às equipes gestoras dos municípios no planejamento, contratação, captação de recursos, gestão e execução de planos, projetos e obras no setor de infraestrutura urbana e social.Os municípios conveniados devem estruturar-se para elaboração e acompanhamento dos projetos, comprometendo-se a instituir uma Unidade Gestora Municipal (UGM), composta por técnicos das prefeituras. Essa equipe receberá a assistência técnica e a capacitação e será responsável pela gestão dos processos.
Ambev entra em operação este mês em Itapissuma
A fábrica da Ambev em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife, vai começar a operar neste mês, após um investimento de R$ 260 milhões da InBev, multinacional de capital belga e brasileiro. Anualmente, a produção será de 1 bilhão de litros de cerveja Brahma Fresh, Brahma, Skol e Antarctica, além de 400 milhões de litros de H2OH! e Guaraná Antarctica. Duzentos empregos foram gerados.Incluindo a indústria pernambucana, a Ambev está investindo R$ 793 milhões este ano no Nordeste, região apelidada internamente pela fabricante de bebidas como a China brasileira, devido ao seu forte crescimento econômico. Estão em construção ou em processo de expansão plantas na Bahia, Maranhão e Paraíba.A companhia aumentou em 70% a sua capacidade de produção na região nos últimos dois anos.Os recursos fazem parte do pacote de R$ 2,5 bilhões já anunciado pela empresa para este ano e só perde, na divisão regional, para o Sudeste, que recebe R$ 1 bilhão.O potencial de crescimento no Nordeste é muito grande. Em 2010, a indústria de cerveja cresceu 18% na região, mais que o dobro da média nacional, que foi de 8%, disse Nelson Jamel, diretor de Relações com Investidores da Ambev.O baixo consumo per capita comprova a oportunidade. Segundo Jamel, enquanto o brasileiro bebe 62 litros de cerveja por ano, o nordestino consome 45 litros anuais. Desde 2009, a Ambev reforçou os investimentos em capacidade de produção no Nordeste, onde a participação de mercado da empresa é inferior à média brasileira.A maior disponibilidade de produto resultou em ganho de mercado na região, diz Jamel, que não revela números.O fortalecimento da empresa no Nordeste também acontece no momento em que a marca líder na região, a Schincariol, deve se fortalecer após ser comprada pela japonesa Kirin. O nosso foco no Nordeste é independente das mudanças no concorrente, garante Jamel.Outro destaque entre os aportes deste ano é a fábrica do município de Aquiraz, no Ceará. Estão sendo destinados R$ 245 milhões para a implantação do processo de produção de cerveja e melhorias na linha de refrigerantes. A capacidade de produção vai mais do que dobrar, para 8 bilhões de litros.Ontem, a companhia divulgou um lucro de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre, queda de 7% em relação ao mesmo período de 2010. O resultado foi influenciado por um aumento nas despesas financeiras, causadas pelo câmbio.
A montadora chinesa Shineray desembarca no Porto do Recife, hoje, sua primeira carga de veículos utilitários. A importação será mensal. São vans, minicaminhões e furgões de motor 1.0 a gasolina. A empresa tenta liberar a mercadoria antes do dia 16 do mês que vem, para não ter incidência nos produtos da alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O registro da carga antes ou depois dessa data influenciará diretamente no preço de venda dos veículos.A carga é de um total de 400 utilitários que serão distribuídos em Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. Dentro do Estado eles vão para a Região Metropolitana do Recife e para Caruaru. A ideia é trazermos um navio por mês, diz o diretor da Shineray, Paulo Perez. Ele afasta a possibilidade de a empresa instalar no Brasil uma fábrica de automóveis.As estimativas iniciais de preços dos automóveis não levaram em conta a nova alíquota do IPI. Como poderá haver a necessidade de recálculo de preços, com a alta do IPI, os valores iniciais dos 200 minicaminhões com capacidade de transporte de até 800 quilos e que chegarão da China para o consumidor sairão por volta de R$ 22 mil.Outros cem furgões, para o transporte de mercadorias, custarão cada um por volta de R$ 21,5 mil (igualmente sem contar um IPI mais alto).Observando a mesma condição de um imposto que ainda pode ser recalculado, no caso das cem vans, com sete lugares para os passageiros mais um para o motorista, os preços sairão por volta de R$ 28 mil.Para as vendas, a ideia da montadora é abrir uma rede de concessionárias Shineray Automobile, com uma primeira loja funcionando no Recife.Tanta expectativa sobre o IPI é porque o governo federal, em setembro, editou um decreto que determina o aumento do imposto apenas para os veículos com um índice de nacionalização abaixo de 65%, o que afeta diretamente a importação de automóveis.A aplicação seria imediata, mas o Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar o caso, determinou que as regras só valerão após o dia 15 do mês que vem.Em meio às negociações para a atração de uma fábrica de US$ 2 bilhões da Volkswagen para Pernambuco, o governador Eduardo Campos comentou que um segundo decreto do governo federal será publicado até o dia 15, para regulamentar e detalhar as regras da nacionalização que deverão ser seguidas pelas montadoras nacionais.
Caruaru negocia fábrica de R$ 50 mi
A multinacional americana Procter & Gamble, que atua em vários segmentos, tem interesse de instalar uma unidade para produzir a batata frita Pringles no AgresteExecutivos da multinacional americana Procter & Gamble (P&G) desembarcam hoje em Caruaru, no Agreste do Estado, para analisar a cidade como possível destino para duas fábricas orçadas em R$ 50 milhões.Atuando em diversos segmentos (lâminas Gillette, fraldas Pampers, Pantene, Oral-B, Duracell etc.), o grupo pretende instalar sua indústria numa área de 10 hectares. A P&G quer instalar uma planta para produzir a batata frita Pringles e outra apenas para a confecção das embalagens cilíndricas do produto. As duas unidades, quando em funcionamento, irão criar 450 empregos diretos.O investimento seria feito, inicialmente, no Estado de Goiás. As obras das fábricas chegaram a começar quando foram detectados problemas com o abastecimento de água na região. Diante do entrave, a empresa caiu em campo para encontrar, o mais rápido possível, um novo destino para os empreendimentos.Pesam a favor da cidade pernambucana a disponibilidade de terrenos nas duas etapas do Distrito Industrial (que hoje possui 100 empresas instaladas), a oferta regular de água e a posição privilegiada, próximo às rodovias BR-232 e 104 (que passa atualmente por obras de duplicação). Procurado pelo JC, o prefeito de Caruaru, José Queiroz, confirmou o encontro e adiantou que serão discutidos hoje benefícios como a cessão da área, isenção no pagamento do Imposto Territorial e Predial Urbano (IPTU) e outros descontos fiscais oferecidos pelo governo do Estado.O possível investimento em solo pernambucano acontece em meio as negociações de venda da marca Pringles para a gigante do mercado norte-americano de aperitivos Diamond Foods (dona de marcas pouco conhecidas no Brasil como a linha de batatas fritas Kettle ou de lanches a base de nozes Emerald).Em abril deste ano, a P&G anunciou a transação, que atingirá a cifra de US$ 2,4 bilhões. A estimativa inicial era de que até dezembro a negociação estivesse concluída, porém, comunicados aos acionistas divulgados na semana passada informaram que o processo só deverá ser concluído em junho de 2012.
Fiat fará jipinho na fábrica de Pernambuco
A aliança entre a italiana Fiat e a norte-americana Chrysler renderá seu primeiro grande fruto no Brasil em 2014. As duas empresas desenvolvem em silêncio um utilitário esportivo compacto para ser produzido na futura fábrica do grupo no município de Goiana (PE). DivulgaçãoFuturo Fiat será menor que Jeep Compass, que chega em 2012A Folha apurou que o jipinho terá porte semelhante ao do recém-lançado Renault Duster(foto). Seu alvo será a segunda geração do Ford EcoSport, que chega às lojas no próximo ano.A renovação deixará o carro mais refinado que o atual, que lidera o segmento com média de 3.000 emplacamentos mensais.O jipinho Fiat marcará a estreia da marca nesse mercado em ascensão, importantíssimo para a manutenção da montadora no primeiro lugar do ranking geral de vendas.Segundo dados da Fenabrave (federação das concessionárias), o crescimento dos emplacamentos de veículos utilitários foi de 15,9% em 2011, quase três vezes maior do que o da média geral (5%).A versão Chrysler será posicionada em um patamar superior também de preço, para não haver canibalização entre eles. Deverá sair com o distintivo Jeep, mais adequado à proposta aventureira do produto -a Chrysler ainda é dona das marcas Dodge e Ram, esta última especializada em picapes.Atualmente, Fiat e Chrysler oferecem em conjunto os “crossovers” Freemont e Dodge Journey.O primeiro leva a marca italiana e tem motor quatro cilindros (172 cv). O segundo chega neste mês às lojas com pequenas mudanças visuais e o novo V6 Pentastar (286 cv).A capacidade inicial de produção para a fábrica de Goiana, ao ser inaugurada em 2014, está estimada em 200 mil automóveis por ano. De lá sairá também o sucessor do Fiat Mille.
Vale busca parceiros em Pernambuco
Representantes de mais de 60 empresas pernambucanas se inscreveram para encontro realizado na FIEPE com diretores da Vale, no dia 8. O evento, que teve como destaque de sua programação reuniões de negócios entre potenciais fornecedores e gestores da companhia, apresentou aos empresários locais os principais projetos e oportunidades previstos pela multinacional para 2012. A realização do encontro contou com o apoio do Centro Internacional de Negócios da Federação.O presidente do CIEPE, Aurélio Nogueira, representou o presidente da Federação, Jorge Côrte Real, na abertura do evento. Nogueira elogiou a iniciativa e afirmou desejar que a multinacional não só faça parceria com empresas pernambucanas como também se instale no Estado. Presente na ocasião, o gerente geral de suprimentos da Vale, Rogério Amaral, enfatizou que esse encontro é um importante passo para a aproximação entre a companhia e o Estado. O encontro ainda contou com a presença do coordenador do Núcleo de Desenvolvimento, Articulação e Integração Industrial (NDI) da FIEPE, Antonio Sotero, e do presidente do Sinduscon, Gustavo Miranda.As oportunidades disponibilizadas pela Vale para empresas pernambucanas são para projetos do Pará, Maranhão e Tocantins, com foco nos segmentos de super e infraestrutura, edificação, obra industrial, terraplanagem, drenagem, pavimentação e obras de arte especiais (construção de pontes, viadutos etc.).
Refinaria auxilia infra em Pernambuco
Um convênio vai viabilizar a implantação de projetos de infraestrutura urbana e social nas regiões dos novos empreendimentos da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cujas operações vão causar um grande impacto na economia nacional.“Dois em cada dez caminhões utilizarão diesel produzido em Pernambuco. Os 25.837 metros cúbicos que sairão da Abreu e Lima representam 18% do consumo nacional”, informou Paulo Roberto Costa, diretor.Assinado em agosto entre Petrobras, Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades e Fundação Getúlio Vargas, o convênio visa a fortalecer a capacidade de gestão das prefeituras municipais das áreas do entorno dos empreendimentos.Para isso, o documento prevê apoio técnico às equipes gestoras dos municípios no planejamento, contratação, captação de recursos, gestão e execução de planos, projetos e obras no setor de infraestrutura urbana e social.Os municípios conveniados devem estruturar-se para elaboração e acompanhamento dos projetos, comprometendo-se a instituir uma Unidade Gestora Municipal (UGM), composta por técnicos das prefeituras. Essa equipe receberá a assistência técnica e a capacitação e será responsável pela gestão dos processos.
Ambev entra em operação este mês em Itapissuma
A fábrica da Ambev em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife, vai começar a operar neste mês, após um investimento de R$ 260 milhões da InBev, multinacional de capital belga e brasileiro. Anualmente, a produção será de 1 bilhão de litros de cerveja Brahma Fresh, Brahma, Skol e Antarctica, além de 400 milhões de litros de H2OH! e Guaraná Antarctica. Duzentos empregos foram gerados.Incluindo a indústria pernambucana, a Ambev está investindo R$ 793 milhões este ano no Nordeste, região apelidada internamente pela fabricante de bebidas como a China brasileira, devido ao seu forte crescimento econômico. Estão em construção ou em processo de expansão plantas na Bahia, Maranhão e Paraíba.A companhia aumentou em 70% a sua capacidade de produção na região nos últimos dois anos.Os recursos fazem parte do pacote de R$ 2,5 bilhões já anunciado pela empresa para este ano e só perde, na divisão regional, para o Sudeste, que recebe R$ 1 bilhão.O potencial de crescimento no Nordeste é muito grande. Em 2010, a indústria de cerveja cresceu 18% na região, mais que o dobro da média nacional, que foi de 8%, disse Nelson Jamel, diretor de Relações com Investidores da Ambev.O baixo consumo per capita comprova a oportunidade. Segundo Jamel, enquanto o brasileiro bebe 62 litros de cerveja por ano, o nordestino consome 45 litros anuais. Desde 2009, a Ambev reforçou os investimentos em capacidade de produção no Nordeste, onde a participação de mercado da empresa é inferior à média brasileira.A maior disponibilidade de produto resultou em ganho de mercado na região, diz Jamel, que não revela números.O fortalecimento da empresa no Nordeste também acontece no momento em que a marca líder na região, a Schincariol, deve se fortalecer após ser comprada pela japonesa Kirin. O nosso foco no Nordeste é independente das mudanças no concorrente, garante Jamel.Outro destaque entre os aportes deste ano é a fábrica do município de Aquiraz, no Ceará. Estão sendo destinados R$ 245 milhões para a implantação do processo de produção de cerveja e melhorias na linha de refrigerantes. A capacidade de produção vai mais do que dobrar, para 8 bilhões de litros.Ontem, a companhia divulgou um lucro de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre, queda de 7% em relação ao mesmo período de 2010. O resultado foi influenciado por um aumento nas despesas financeiras, causadas pelo câmbio.
Pernambuco Vive Sua Revolução Industrial
O helicóptero decola do heliponto do Centro Administrativo de Suape. A 200 metros do chão, é possível ter a dimensão da revolução econômica que a injeção de R$ 46 bilhões em investimentos públicos e privados previstos até 2014 está promovendo em Pernambuco, a nova locomotiva do Nordeste.
Não é o único canto do Estado que avança ligeiro e que tem mudado não só a vida dos 8,7 milhões de pernambucanos, mas sobretudo permitido a volta dos retirantes que um dia caíram no mundo atrás de uma vida melhor.
Investimento público cresce 2,5 vezes em 4 anos
Setor privado forma polos industriais
'Pagamos até passagem aérea para candidato a vaga'
Veja o especial sobre a Revolução Pernambucana
No interior, duas obras gigantes (a transposição do rio São Francisco e a construção da Ferrovia Transnordestina) ajudam a desenhar uma nova paisagem na vida do morador do agreste e do sertão.
LITORAL
No litoral, onde pode-se observar a síntese da nova dinâmica econômica, o complexo industrial-portuário de Suape, erguido a 40 quilômetros ao sul do Recife, brota a velocidade impressionante.
"Cento e vinte empresas já estão instaladas, outras 30 estão em construção e mais 20 irão surgir até 2014", enumera Frederico Amâncio, vice-presidente de Suape. Do alto é possível avistar obras em todos os cantos dos 13,5 mil hectares do complexo.
Justo ali, onde há 380 anos invasores holandeses que acharam de tomar uma fatia do Brasil colônia indicaram como ponto mais propício à criação de um porto.
E foi nessa região, após romperem pequena porção da parede dos arrecifes que protege o litoral do Atlântico, que os holandeses criaram uma passagem para que os barcos de açúcar alcançassem os navios em alto-mar.
A visão dos invasores ganhou forma quase quatro séculos depois. Investimentos de mais de US$ 3 bilhões nos últimos dez anos criaram a infraestrutura básica para o atual ciclo de expansão do porto de Suape, e converteram a região no principal polo de atração de negócios do Nordeste brasileiro.
A APOSTA PRIVADA
Agora, o PIB pernambucano demonstra vigor e o combustível é Suape. Em 2010, o PIB estadual foi de R$ 87 bilhões _expansão de 15,78% num só ano. Os velhos engenhos de cana e as usinas de açúcar e álcool pouco a pouco deixam de ser predominantes na matriz econômica de Pernambuco.
A aposta do poder público em Suape ao longo de 40 anos desde o plano original de 1960 começou a seduzir o capital privado. O complexo industrial-portuário, um modelo inédito no Brasil, está fazendo surgir um novo Estado industrial no país.
"Não tínhamos indústria de petróleo e gás, nem indústria naval ou automobilística. Agora há uma nova perspectiva para o Estado", diz Geraldo Júlio, presidente de Suape e secretário de Desenvolvimento Econômico.
ACIMA DO NORDESTE
A forte expansão econômica elevou a renda per capita do Estado a quase R$ 10 mil, acima da média do Nordeste, de R$ 7.488, mas ainda inferior à renda nacional, de R$ 15.990.
A criminalidade caiu 25% em quatro anos, mas ainda é de 40 homicídios por 100 mil habitantes, quatro vezes mais que no Estado de São Paulo, e superior à média nacional, de 24,5 por 100 mil.
A expansão industrial de Pernambuco deve entrar agora na segunda fase: a atração de fornecedores dos projetos-âncoras.
Um dos maiores empreendimentos no Estado, o EAS (Estaleiro Atlântico Sul) negocia a instalação, em Suape, de fornecedores de equipamentos para a montagem de navios-plataforma e navios-sonda usados na perfuração de campos de petróleo.
"Alguns grandes fornecedores internacionais já vieram aqui para observar se o polo naval oferece escala de produção. Acho que, em breve, vamos ver alguns desses fornecedores chegando", diz José Roberto de Moraes, diretor de operações da empresa.
O EAS, associação entre a Queiroz Galvão, a Camargo Corrêa, a PJMR e a sul-coreana Samsung, conseguiu uma carteira que vale hoje US$ 8,1 bilhões.
São 22 navios-petroleiros, sete navios-sonda e o casco da P-55 (plataforma que irá operar no campo de Roncador, na bacia de Campos, no Rio), um pacote todo atrelado aos pedidos de uma só empresa, a Petrobras.
Para o EAS, atrair fornecedores para ampliar o polo naval de Suape pode ajudar o próprio estaleiro a melhorar a performance de construção das embarcações. O plano do estaleiro é reduzir o tempo em que um casco de navio permanece no dique seco.
Hoje, eles demoram até seis meses na instalação. O plano é reduzir o tempo para dois meses. Para isso, o estaleiro terá de montar navios a partir de megablocos. O primeiro petroleiro, o João Cândido (em fase de acabamento), foi montado a partir da junção de 240 blocos.
O Zumbi dos Palmares, atualmente em montagem, será construído a partir de 150 blocos. O terceiro, ainda não batizado, será feito com 30 blocos gigantes, cada um montado fora do dique. A meta do estaleiro é montar um petroleiro unindo apenas 22 partes.
DE VENTO EM POPA
Se as perspectivas para atração de fornecedores do estaleiro são boas, as chances de a Impsa (Indústrias Metalúrgicas Pescarmona) criar o primeiro grande cluster em Suape são maiores ainda. A companhia argentina entrou no negócio de energia eólica há cinco anos. A atividade já responde por 60% das receitas.
O sucesso nos leilões de energia eólica no Brasil garantiu à companhia uma carteira de pedidos de R$ 3 bilhões em aerogeradores.
"A empresa está instalada em Suape há dois anos e já negocia a vinda de pelo menos dois produtores de torres para os aerogeradores e duas empresas de pás (as hélices do gerador)", diz o gerente comercial da empresa, Paulo Ferreira.
Distante cerca de três quilômetros da Impsa, a Petrobras monta uma mega refinaria que terá capacidade de processar 250 mil barris de petróleo por dia. Ao lado da refinaria também é construída uma petroquímica.
A estatal não quis falar sobre o projeto, mas a expectativa em Pernambuco é que a produção de matérias-primas petroquímicas viabilize um polo têxtil na região, com indústrias para fabricação da fibra, do tecido e, quem sabe, confecções.
Outra promessa é a formação de um novo polo automotivo no Nordeste, com a instalação da Fiat até 2014, segundo previsão da própria montadora.
A unidade terá capacidade para 200 mil veículos e a previsão é a de que, por isso, constitua um novo parque de autopeças.
Fonte: folha.com
AGNALDO BRITO
ENVIADO ESPECIAL A SUAPE (PE)
Editoria de Arte/Folhapress
Não é o único canto do Estado que avança ligeiro e que tem mudado não só a vida dos 8,7 milhões de pernambucanos, mas sobretudo permitido a volta dos retirantes que um dia caíram no mundo atrás de uma vida melhor.
Investimento público cresce 2,5 vezes em 4 anos
Setor privado forma polos industriais
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Veja o especial sobre a Revolução Pernambucana
No interior, duas obras gigantes (a transposição do rio São Francisco e a construção da Ferrovia Transnordestina) ajudam a desenhar uma nova paisagem na vida do morador do agreste e do sertão.
LITORAL
No litoral, onde pode-se observar a síntese da nova dinâmica econômica, o complexo industrial-portuário de Suape, erguido a 40 quilômetros ao sul do Recife, brota a velocidade impressionante.
"Cento e vinte empresas já estão instaladas, outras 30 estão em construção e mais 20 irão surgir até 2014", enumera Frederico Amâncio, vice-presidente de Suape. Do alto é possível avistar obras em todos os cantos dos 13,5 mil hectares do complexo.
Justo ali, onde há 380 anos invasores holandeses que acharam de tomar uma fatia do Brasil colônia indicaram como ponto mais propício à criação de um porto.
E foi nessa região, após romperem pequena porção da parede dos arrecifes que protege o litoral do Atlântico, que os holandeses criaram uma passagem para que os barcos de açúcar alcançassem os navios em alto-mar.
A visão dos invasores ganhou forma quase quatro séculos depois. Investimentos de mais de US$ 3 bilhões nos últimos dez anos criaram a infraestrutura básica para o atual ciclo de expansão do porto de Suape, e converteram a região no principal polo de atração de negócios do Nordeste brasileiro.
A APOSTA PRIVADA
Agora, o PIB pernambucano demonstra vigor e o combustível é Suape. Em 2010, o PIB estadual foi de R$ 87 bilhões _expansão de 15,78% num só ano. Os velhos engenhos de cana e as usinas de açúcar e álcool pouco a pouco deixam de ser predominantes na matriz econômica de Pernambuco.
A aposta do poder público em Suape ao longo de 40 anos desde o plano original de 1960 começou a seduzir o capital privado. O complexo industrial-portuário, um modelo inédito no Brasil, está fazendo surgir um novo Estado industrial no país.
"Não tínhamos indústria de petróleo e gás, nem indústria naval ou automobilística. Agora há uma nova perspectiva para o Estado", diz Geraldo Júlio, presidente de Suape e secretário de Desenvolvimento Econômico.
ACIMA DO NORDESTE
A forte expansão econômica elevou a renda per capita do Estado a quase R$ 10 mil, acima da média do Nordeste, de R$ 7.488, mas ainda inferior à renda nacional, de R$ 15.990.
A criminalidade caiu 25% em quatro anos, mas ainda é de 40 homicídios por 100 mil habitantes, quatro vezes mais que no Estado de São Paulo, e superior à média nacional, de 24,5 por 100 mil.
A expansão industrial de Pernambuco deve entrar agora na segunda fase: a atração de fornecedores dos projetos-âncoras.
Um dos maiores empreendimentos no Estado, o EAS (Estaleiro Atlântico Sul) negocia a instalação, em Suape, de fornecedores de equipamentos para a montagem de navios-plataforma e navios-sonda usados na perfuração de campos de petróleo.
"Alguns grandes fornecedores internacionais já vieram aqui para observar se o polo naval oferece escala de produção. Acho que, em breve, vamos ver alguns desses fornecedores chegando", diz José Roberto de Moraes, diretor de operações da empresa.
O EAS, associação entre a Queiroz Galvão, a Camargo Corrêa, a PJMR e a sul-coreana Samsung, conseguiu uma carteira que vale hoje US$ 8,1 bilhões.
São 22 navios-petroleiros, sete navios-sonda e o casco da P-55 (plataforma que irá operar no campo de Roncador, na bacia de Campos, no Rio), um pacote todo atrelado aos pedidos de uma só empresa, a Petrobras.
Para o EAS, atrair fornecedores para ampliar o polo naval de Suape pode ajudar o próprio estaleiro a melhorar a performance de construção das embarcações. O plano do estaleiro é reduzir o tempo em que um casco de navio permanece no dique seco.
Hoje, eles demoram até seis meses na instalação. O plano é reduzir o tempo para dois meses. Para isso, o estaleiro terá de montar navios a partir de megablocos. O primeiro petroleiro, o João Cândido (em fase de acabamento), foi montado a partir da junção de 240 blocos.
O Zumbi dos Palmares, atualmente em montagem, será construído a partir de 150 blocos. O terceiro, ainda não batizado, será feito com 30 blocos gigantes, cada um montado fora do dique. A meta do estaleiro é montar um petroleiro unindo apenas 22 partes.
DE VENTO EM POPA
Se as perspectivas para atração de fornecedores do estaleiro são boas, as chances de a Impsa (Indústrias Metalúrgicas Pescarmona) criar o primeiro grande cluster em Suape são maiores ainda. A companhia argentina entrou no negócio de energia eólica há cinco anos. A atividade já responde por 60% das receitas.
O sucesso nos leilões de energia eólica no Brasil garantiu à companhia uma carteira de pedidos de R$ 3 bilhões em aerogeradores.
"A empresa está instalada em Suape há dois anos e já negocia a vinda de pelo menos dois produtores de torres para os aerogeradores e duas empresas de pás (as hélices do gerador)", diz o gerente comercial da empresa, Paulo Ferreira.
Distante cerca de três quilômetros da Impsa, a Petrobras monta uma mega refinaria que terá capacidade de processar 250 mil barris de petróleo por dia. Ao lado da refinaria também é construída uma petroquímica.
A estatal não quis falar sobre o projeto, mas a expectativa em Pernambuco é que a produção de matérias-primas petroquímicas viabilize um polo têxtil na região, com indústrias para fabricação da fibra, do tecido e, quem sabe, confecções.
Outra promessa é a formação de um novo polo automotivo no Nordeste, com a instalação da Fiat até 2014, segundo previsão da própria montadora.
A unidade terá capacidade para 200 mil veículos e a previsão é a de que, por isso, constitua um novo parque de autopeças.
Fonte: folha.com
AGNALDO BRITO
ENVIADO ESPECIAL A SUAPE (PE)
Editoria de Arte/Folhapress
Professores e Educadores
Marcas de batom no banheiro...Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Moral da história: Há professores e há educadores...
Comunicar é sempre um desafio!
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.Por quê?
• Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade;
• Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência;
• Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença;
• Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade."
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Moral da história: Há professores e há educadores...
Comunicar é sempre um desafio!
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.Por quê?
• Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade;
• Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência;
• Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença;
• Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade."
Lição do Rato
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira fico aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!!
A galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e:
- Há ratoeira na casa, ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e:
- Há ratoeira na casa,
- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima..
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Mas ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira fico aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!!
A galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e:
- Há ratoeira na casa, ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e:
- Há ratoeira na casa,
- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima..
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Mas ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
Ninguém é Insubstituível...
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos, e olhando nos olhos de cada um, ameaça:
- "Ninguém aqui é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada...
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim... E o Beethoven?
- Como? - encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível, e quem substituiu Beethoven?
Silêncio…
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são apenas peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar um outro para por no lugar.
Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim?Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc., Etc., Etc..?…
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.
Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO, PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO, KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO…
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, Obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO.
Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Divagando sobre o assunto, o rapaz continuava...
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de 'técnico de futebol', que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert
Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo.
E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.
Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor olhava para baixo pensativo...
E voltou a dizer nesses termos:
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos, não haveriam montanhas, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados…
Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas', ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:
…NINGUÉM!… Pois nosso Zaca é insubstituível.” ...
- Concluiu o rapaz e o silêncio foi total...
Fonte: Internet (F.França)
Agita as mãos, mostra gráficos, e olhando nos olhos de cada um, ameaça:
- "Ninguém aqui é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada...
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim... E o Beethoven?
- Como? - encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível, e quem substituiu Beethoven?
Silêncio…
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são apenas peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar um outro para por no lugar.
Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim?Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc., Etc., Etc..?…
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.
Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO, PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO, KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO…
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, Obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO.
Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Divagando sobre o assunto, o rapaz continuava...
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de 'técnico de futebol', que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert
Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo.
E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.
Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor olhava para baixo pensativo...
E voltou a dizer nesses termos:
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos, não haveriam montanhas, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados…
Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas', ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:
…NINGUÉM!… Pois nosso Zaca é insubstituível.” ...
- Concluiu o rapaz e o silêncio foi total...
Fonte: Internet (F.França)
Para Quem Gosta de Violão e Banjo!
O filme Amargo Pesadelo estava sendo rodado no interior dos Estados Unidos. O diretor fez a locação de um posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores contracenando com o proprietário do posto onde ele também morava com sua mulher e filho. Este último autista e nunca saía do terreno da casa.
A equipe parou no posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme.
Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.
Como houve uma 'resposta musical" por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar. O restante vocês verão no vídeo.
Atentem para alguns detalhes:
- O garoto é verdadeiramente um autista;
- ele não estava nos planos do filme;
- A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos... dançando
- A felicidade da mãe captada numa janela da casa;
- A reação autêntica de um autista quando o ator músico quer cumprimentá-lo.
Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto.
A sua expressão. No início está distante, mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria.
A alegria de um autista, que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro. O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.
Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no filme "Amargo Pesadelo" (Ano: 1972).
A equipe parou no posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme.
Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.
Como houve uma 'resposta musical" por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar. O restante vocês verão no vídeo.
Atentem para alguns detalhes:
- O garoto é verdadeiramente um autista;
- ele não estava nos planos do filme;
- A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos... dançando
- A felicidade da mãe captada numa janela da casa;
- A reação autêntica de um autista quando o ator músico quer cumprimentá-lo.
Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto.
A sua expressão. No início está distante, mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria.
A alegria de um autista, que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro. O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.
Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no filme "Amargo Pesadelo" (Ano: 1972).
A Reconfortante Fórmula do Picadinho!
Pessoal,
Depois do churrasco e da feijoada, meu prato preferido é o picadinho.
O meu favorito era o do Luna Bar do Leblon RJ (faz tempo que não vou lá).
Hoje , de vez em quando, como no Restaurante Leite em Recife.
Mas de qualquer forma, segue a receita que saiu no IG São Paulo:
Picadinho de filé-mignon
Fonte: iG São Paulo
Picadinho é prato boêmio. Foi criado nos anos 1950, no Rio de Janeiro, para matar a fome de quem havia esticado a noite e há muitas horas, desde o jantar, amargava um vazio no estômago. A exemplo da canja, tornou-se sinônimo de prato reconfortante, daqueles que é só comer e correr para a cama. Ganhou tanto apreço que cunhou espaço no menu trivial de cariocas e paulistas, com algumas diferenças de receita, além de ser lembrado até hoje por chefs que fazem versões alternativas e caprichadas desse clássico PF.
1kg de filé-mignon para picadinho
1/2 cenoura
Alguns ramos de tomilho
1 colher de chá de gengibre
2 colheres de chá de salsão
1 dente de alho
2 colheres de sopa de óleo
10g de cebola picada
1 pitada de sal
200ml de molho rôti pronto (molho de carne)
1 chope preto ou uma lata de cerveja escura
Modo de Preparo:
Aqueça uma frigideira com óleo e adicione a cebola, o alho e a metade salsão. Refogue até dourar e reserve. Bata em um liquidificador o gengibre, a cenoura e o restante do salsão e reserve. Em uma panela, aqueça o chope preto (ou a cerveja) até reduzir. Coloque o picadinho para cozinhar por aproximadamente 15 minutos, retire 80% do caldo e adicione o puxado de cebola, alho e salsão, adicione o batido de cenoura, gengibre e salsão e tempere com sal. Após 10 minutos, adicione o restante do caldo e o molho rôti, acerte o sal e por último coloque o tomilho. Deixe cozinhar por aproximadamente 20 minutos.
Isso tudo com uma cerveja bem gelada!
Bom apetite a todos!
Samir
Depois do churrasco e da feijoada, meu prato preferido é o picadinho.
O meu favorito era o do Luna Bar do Leblon RJ (faz tempo que não vou lá).
Hoje , de vez em quando, como no Restaurante Leite em Recife.
Mas de qualquer forma, segue a receita que saiu no IG São Paulo:
Picadinho de filé-mignon
Fonte: iG São Paulo
Picadinho é prato boêmio. Foi criado nos anos 1950, no Rio de Janeiro, para matar a fome de quem havia esticado a noite e há muitas horas, desde o jantar, amargava um vazio no estômago. A exemplo da canja, tornou-se sinônimo de prato reconfortante, daqueles que é só comer e correr para a cama. Ganhou tanto apreço que cunhou espaço no menu trivial de cariocas e paulistas, com algumas diferenças de receita, além de ser lembrado até hoje por chefs que fazem versões alternativas e caprichadas desse clássico PF.
1kg de filé-mignon para picadinho
1/2 cenoura
Alguns ramos de tomilho
1 colher de chá de gengibre
2 colheres de chá de salsão
1 dente de alho
2 colheres de sopa de óleo
10g de cebola picada
1 pitada de sal
200ml de molho rôti pronto (molho de carne)
1 chope preto ou uma lata de cerveja escura
Modo de Preparo:
Aqueça uma frigideira com óleo e adicione a cebola, o alho e a metade salsão. Refogue até dourar e reserve. Bata em um liquidificador o gengibre, a cenoura e o restante do salsão e reserve. Em uma panela, aqueça o chope preto (ou a cerveja) até reduzir. Coloque o picadinho para cozinhar por aproximadamente 15 minutos, retire 80% do caldo e adicione o puxado de cebola, alho e salsão, adicione o batido de cenoura, gengibre e salsão e tempere com sal. Após 10 minutos, adicione o restante do caldo e o molho rôti, acerte o sal e por último coloque o tomilho. Deixe cozinhar por aproximadamente 20 minutos.
Isso tudo com uma cerveja bem gelada!
Bom apetite a todos!
Samir
Vídeo Sobre a Construção do Shopping Rio Mar em Recife e o Desenvolvimento de Pernambuco
Recebi este vídeo via e-mail e achei muito interessante. Vale a pena dar uma olhada!
Grupo JCPM e Italo Bianchi
Grupo JCPM e Italo Bianchi
CEDEPE Mais Uma Vez Entre os Dez Melhores MBA´s do Brasil
CLIPPING- ECONOMIA- JC J PE/ 19/12/2010
MBA
Cedepe é destaque em ranking da Revista Você S/A
Publicado em 19.12.2010
O Cedepe Business School aparece mais uma vez entre as dez melhores escolas de negócios do Brasil, de acordo com o ranking elaborado pela revista Você S/A, que avaliou 9 mil instituições. Desde que a pesquisa foi lançada, a escola é a única do Estado entre os melhores MBAs do País, há 11 anos seguidos.
Mais de 10 mil alunos já passaram pela instituição, que aposta em liderança e gestão de pessoas como tendência do mercado. Inspirado no modelo da Harvard Business School, considerada a melhor do mundo, o Cedepe já planeja dois lançamentos para 2011: o primeiro pós-MBA do Nordeste e a primeira faculdade corporativa do Nordeste.
Com o aquecimento econômico registrado na Região Nordeste, o Cedepe oferece uma formação adaptada à realidade local, num mercado que ainda carece de qualificação. De acordo com o presidente da instituição, Otávio Moraes, esse é um dos maiores desafios do Nordeste. “A expansão do mercado foi mais acelerada do que a qualificação dos executivos”, avalia.
“O mercado saiu da Era do Planejamento Estratégico, em que as empresas elaboravam as tendências para o ano seguinte sem a participação da equipe, para a Era da Liderança e Gestão de Pessoas, com maior interação entre as pessoas no mercado”, afirma. Para atender a essa demanda, a escola de negócios oferece cursos e MBAs nas áreas de Gestão Empresarial, Gestão de Marketing e Vendas, Gestão Financeira e Contábil, Gestão de Pessoas e Liderança e Empreendedorismo.
Moraes ainda destaca que 98% dos alunos formados atuam no mercado, além de 60% obterem melhores posições na empresa em que atuam. “O aumento médio do salário dos que estudam no Cedepe chega a 60%”, garante. Para obter esse retorno, o investimento médio em um curso da escola é de R$ 18 mil reais.
Além de oferecer cursos elaborados de acordo com os perfis das empresas, como o modelo In Company, que treina vários executivos de uma mesma instituição de acordo com a sua realidade e a necessidade que apresentam, o Cedepe disponibiliza cursos com aulas quinzenais, uma vantagem para pessoas de outros Estados.
MBA
Cedepe é destaque em ranking da Revista Você S/A
Publicado em 19.12.2010
O Cedepe Business School aparece mais uma vez entre as dez melhores escolas de negócios do Brasil, de acordo com o ranking elaborado pela revista Você S/A, que avaliou 9 mil instituições. Desde que a pesquisa foi lançada, a escola é a única do Estado entre os melhores MBAs do País, há 11 anos seguidos.
Mais de 10 mil alunos já passaram pela instituição, que aposta em liderança e gestão de pessoas como tendência do mercado. Inspirado no modelo da Harvard Business School, considerada a melhor do mundo, o Cedepe já planeja dois lançamentos para 2011: o primeiro pós-MBA do Nordeste e a primeira faculdade corporativa do Nordeste.
Com o aquecimento econômico registrado na Região Nordeste, o Cedepe oferece uma formação adaptada à realidade local, num mercado que ainda carece de qualificação. De acordo com o presidente da instituição, Otávio Moraes, esse é um dos maiores desafios do Nordeste. “A expansão do mercado foi mais acelerada do que a qualificação dos executivos”, avalia.
“O mercado saiu da Era do Planejamento Estratégico, em que as empresas elaboravam as tendências para o ano seguinte sem a participação da equipe, para a Era da Liderança e Gestão de Pessoas, com maior interação entre as pessoas no mercado”, afirma. Para atender a essa demanda, a escola de negócios oferece cursos e MBAs nas áreas de Gestão Empresarial, Gestão de Marketing e Vendas, Gestão Financeira e Contábil, Gestão de Pessoas e Liderança e Empreendedorismo.
Moraes ainda destaca que 98% dos alunos formados atuam no mercado, além de 60% obterem melhores posições na empresa em que atuam. “O aumento médio do salário dos que estudam no Cedepe chega a 60%”, garante. Para obter esse retorno, o investimento médio em um curso da escola é de R$ 18 mil reais.
Além de oferecer cursos elaborados de acordo com os perfis das empresas, como o modelo In Company, que treina vários executivos de uma mesma instituição de acordo com a sua realidade e a necessidade que apresentam, o Cedepe disponibiliza cursos com aulas quinzenais, uma vantagem para pessoas de outros Estados.
Nossos Deputados e Nossa Passividade
"15/12/2010 17h42 - Atualizado em 15/12/2010 17h42 - Matéria do Globo.com
Aumento de salário a deputados pode custar R$ 1,8 bi a municípios, diz CNM
Congresso aprovou elevação de salário de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil.
Salário de deputado estadual e vereador é atrelado ao de deputado federal.
Do G1, em Brasíla
O reajuste de 61,8% no salário de deputados, senadores, ministros e presidente e vice-presidente da República, aprovado na tarde desta quarta-feira (15) na Câmara dos Deputados e no Senado vai provocar um impacto de R$ 1,8 bilhão nas contas dos municípios na próxima legisatura, segundo cálculo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
O número leva em consideração o efeito cascata do reajuste. De acordo com a Constituição, os deputados estaduais podem receber até 75% do salário dos deputados federais. No caso dos vereadores, os salários podem variar de 20% a 75% dos vencimentos dos deputados estaduais, dependendo do tamanho do município.
Com o reajuste aprovado, o salário dos parlamentares sobe de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil. Com isso, os deputados estaduais podem elevar seus salários até R$ 20 mil. O levantamento da CNM mostra que em apenas um estado – Rio Grande do Sul – os salários dos deputados estaduais não atingem o teto constitucional.
Para os vereadores, no entanto, a lei veda a aplicação de reajuste aprovado para a mesma legislatura. A CNM lembra que o impacto de R$ 1,8 bilhão pode ser menor. O número considera que em todos os municípios haja reajuste dos salários dos vereadores pelo teto."
Comentários:
É isso mesmo? Até quando vamos ficar passivos e coniventes (sim coniventes) com os nossos congressistas?
O ano nem começou e eles já começaram a nos explorar, uma vez que quem paga a conta somos nós.
Vi vários e-mails neste ano de 2010, pedindo assinaturas para salvar pessoas de outros países contra suas injustiças, e-mails pedindo assinaturas para aprovação do ficha limpa (que deu certo). Por que não usamos o mesmo meio para impedir este absurdo contra o nosso bolso??
Devemos sentir saudades do tempo em que o congresso não tinha este poder todo?
O povo quando quer, dirige o país, quando não quer e não se importa, é dominado, e aí todos os absurdos que vimos nestes últimos oito anos tornam-se coisas comuns (caixa 2, mensalão, dólar na cueca, e outros vários).
Este aumento de salário só comprova a nossa atitude: Passividade, conformismo e a resignação de viver num país de gente ou conformista ou desonesta. De que lado você está?
Samir Ferreira
Aumento de salário a deputados pode custar R$ 1,8 bi a municípios, diz CNM
Congresso aprovou elevação de salário de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil.
Salário de deputado estadual e vereador é atrelado ao de deputado federal.
Do G1, em Brasíla
O reajuste de 61,8% no salário de deputados, senadores, ministros e presidente e vice-presidente da República, aprovado na tarde desta quarta-feira (15) na Câmara dos Deputados e no Senado vai provocar um impacto de R$ 1,8 bilhão nas contas dos municípios na próxima legisatura, segundo cálculo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
O número leva em consideração o efeito cascata do reajuste. De acordo com a Constituição, os deputados estaduais podem receber até 75% do salário dos deputados federais. No caso dos vereadores, os salários podem variar de 20% a 75% dos vencimentos dos deputados estaduais, dependendo do tamanho do município.
Com o reajuste aprovado, o salário dos parlamentares sobe de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil. Com isso, os deputados estaduais podem elevar seus salários até R$ 20 mil. O levantamento da CNM mostra que em apenas um estado – Rio Grande do Sul – os salários dos deputados estaduais não atingem o teto constitucional.
Para os vereadores, no entanto, a lei veda a aplicação de reajuste aprovado para a mesma legislatura. A CNM lembra que o impacto de R$ 1,8 bilhão pode ser menor. O número considera que em todos os municípios haja reajuste dos salários dos vereadores pelo teto."
Comentários:
É isso mesmo? Até quando vamos ficar passivos e coniventes (sim coniventes) com os nossos congressistas?
O ano nem começou e eles já começaram a nos explorar, uma vez que quem paga a conta somos nós.
Vi vários e-mails neste ano de 2010, pedindo assinaturas para salvar pessoas de outros países contra suas injustiças, e-mails pedindo assinaturas para aprovação do ficha limpa (que deu certo). Por que não usamos o mesmo meio para impedir este absurdo contra o nosso bolso??
Devemos sentir saudades do tempo em que o congresso não tinha este poder todo?
O povo quando quer, dirige o país, quando não quer e não se importa, é dominado, e aí todos os absurdos que vimos nestes últimos oito anos tornam-se coisas comuns (caixa 2, mensalão, dólar na cueca, e outros vários).
Este aumento de salário só comprova a nossa atitude: Passividade, conformismo e a resignação de viver num país de gente ou conformista ou desonesta. De que lado você está?
Samir Ferreira
Ganhei um Troféu Muito Especial: MBA Gold 2010 CEDEPE
Pessoal,
É com muito orgulho que compartilho com todos um prêmio muito importante para minha carreira profissional.
Ganhei no último dia 6 de agosto de 2010, um troféu por ter sido um dos melhores alunos do MBA do CEDEPE em Gestão Empresarial.
Obrigado a todos do CEDEPE que me acolheram e me indicaram para receber este prêmio.
O CEDEPE hoje é talvez o mais importante centro de formação de executivos do nordeste e que cresce a cada ano, tendo em vista o aumento substancial de profissionais dos mais variados segmentos, que buscam um desenvolvimento em suas carreiras.
Meu especial agradecimento ao reitor Sr. Otavio Moraes, que além de educador, tem uma preocupação singular com todos os alunos.
Obrigado!
Utilidade Pública
Por Admin em Curiosidades em 29-08-2008
O preço da gasolina no mundo.
Segundo os dados de julho, este é o panorama mundial de preços da gasolina. Há diferenças enormes entre algumas zonas, como pode se ver pelo gráfico de cores. Os tons mais escuros são as nações mais caras, e os mais claros os correspondentes a países com o combustível mais barato, como Estados Unidos. Os preços estão expressos em dólares por galão(3,78litros).
No continente Europeu o país com a gasolina mais barata é a Groenlândia (pertence a Dinamarca), com 3$/galão, enquanto o mais caro é a Holanda com 9$/galão. A Espanha está entre os países mais caros com 7,26$/galão, os mais baratos são os países do Leste, fundamentalmente Rússia com 3,83$/galão. Sem nenhum sombra de dúvidas, em alguns países do velho continente é onde encontramos o combustível mais caro a nível mundial em média.
Outro continente caro fica surpreendentemente na África, com enormes diferenças. O país mais barato é a Líbia, onde presenteiam o galão a 0,50$, enquanto se formos abastecer o carro na Zâmbia nos "metem a faca" de 9,88$, e não é preciso que se diga que o país não é nada rico.
A América do Sul é a segunda região mais cara. Encabeçam o ranking dos baratos a Venezuela, com um petróleo insultantemente barato, a 0,12$ o galão, o que justifica dizer que ter um 6.0 V12 por lá é muito mais econômico que ter um 1.0 de 60 CV por aqui. O país mais caro da região é o Uruguai com 6,44$/galão, seguido de perto pelo Brasil. Alguém saberia justificar o preço da gasolina no nosso país? Note que mesmo o preço do álcool é caro em relação a média mundial. Que vantagem então "Maria leva" com a tão falada e divulgada para o mundo produção de bioetanol.
A resposta talvez seria porque está tudo na mão de uma só empresa, Petrobrás, cabide de empregos que pratica o preço que quer em nosso país vendendo a velha idéia de que o "petróleo é nosso". Meu não é, definitivamente, não é. Esta mais que na hora de privatizar este elefante branco.
No Oriente Médio as diferenças são vergonhosas, começando por Irã com gasolina muito barata a 0,41$/galão, na linha de seus vizinhos como Arábia Saudita, Iraque, Iêmen... A média dispara por casos como o da Turquia, com 11,18$/galão, que é caro, mas nada comparado com os 26,5$/galão que se paga na faixa de Gaza (Palestina). Têm o petróleo 3 vezes mais caro que Israel. E todos já devem imaginar o porquê.
Já em solo asiático, o país mais barato da zona é Brunei, com 1,38$/galão. Em geral é uma área barata se nos fixarmos nos 3,40$/galão, o que acontece é que os japoneses, sulcoreanos e hongkoneses têm preços altos que elevam a média. Nesses países os preços são 6,44$/galão, 7,33$ e 8,05$ respectivamente, regiões mais ricas que as demais.
Na América do Norte e Central os mexicanos desfrutam dos preços mais baixos, com 2,62$/galão, cerca de 1,10 dólares mais barato que a gasolina estadunidense. O país mais caro da zona é o Haiti, com 6,5$/galão. Imaginem só o que seria da economia dos EUA se pagassem o petróleo a preços europeus: sua economia afundaria.
No resto do Mundo pouco há que comentar, são preços geralmente baixos, em geral abaixo dos 4 dólares por galão. Em todos os casos dantes de falar de petróleo caro ou barato também há que se levar em conta o poder aquisitivo da população, não é o mesmo para um habitante de Zâmbia que para um de Hong-Kong abastecer, e isso que é quase o mesmo preço por galão.
Lamentavelmente, vendo estes gráficos, a gente começa a entender os conflitos mundiais por causa de petróleo, e os que ainda estão por vir, lamentavelmente.
Fonte: Internet
Para Descontrair...
Como Explicar sem Ofender
Um homem de 85 anos estava fazendo seu check-up anual e o médico perguntou como ele estava se sentindo:
-- Nunca me senti tão bem - respondeu o velho. Minha nova esposa tem 18 anos e está grávida, esperando um filho meu. Qual a sua opinião a respeito, doutor?
O médico refletiu por um momento e disse:
-- Deixe-me contar-lhe uma estória:
Eu conheço um cara que era um caçador fanático,
nunca perdeu uma estação de caça.
Mas, um dia, por engano, colocou seu guarda-chuva na
mochila em vez da arma.
Quando estava na floresta, um urso repentinamente
apareceu na sua frente.
Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e...
BANG.............. o urso caiu morto.
-- HA! HA! HA! Isto é impossível - disse o velhinho
algum outro caçador deve ter atirado no urso.
-- Exatamente !
Um homem de 85 anos estava fazendo seu check-up anual e o médico perguntou como ele estava se sentindo:
-- Nunca me senti tão bem - respondeu o velho. Minha nova esposa tem 18 anos e está grávida, esperando um filho meu. Qual a sua opinião a respeito, doutor?
O médico refletiu por um momento e disse:
-- Deixe-me contar-lhe uma estória:
Eu conheço um cara que era um caçador fanático,
nunca perdeu uma estação de caça.
Mas, um dia, por engano, colocou seu guarda-chuva na
mochila em vez da arma.
Quando estava na floresta, um urso repentinamente
apareceu na sua frente.
Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e...
BANG.............. o urso caiu morto.
-- HA! HA! HA! Isto é impossível - disse o velhinho
algum outro caçador deve ter atirado no urso.
-- Exatamente !
O Estado Novo e Nova Ética Pública - Adilson Dallari
Publicado em 24 de Setembro de 2010 às 7:20
Texto de Adilson Dallari
Algumas pessoas me pediram para colocar no papel algo que eu disse, no final de minha exposição, no XXIV Congresso Brasileiro de Direito Administrativo, em Minas Gerais. Lembrei-me do que havia dito e desenvolvi um pouco, conforme se segue.
Inicialmente, lembrei que uma ditadura não precisa ser necessariamente militar, como a do Brasil, em 1964. Antes disso, tivemos a ditadura de Getúlio Vargas, de 1937 a 1946, que era uma ditadura populista, ou seja, fundada na popularidade do Presidente da República, a quem, por ser havido como pai dos pobres e dos trabalhadores, tudo foi permitido, como, por exemplo, a supressão das garantias constitucionais do cidadão e a supressão da liberdade de imprensa.
Atualmente, na América Latina, temos, como exemplos desse modelo, a ditadura de Hugo Chaves, na Venezuela, e a cinqüentenária ditadura de Fidel Castro, em Cuba. O elevado prestígio do líder, traduzido em popularidade (às vezes autêntica, outras vezes baseado num formidável esquema de propaganda e normalmente resultante de uma combinação de carisma pessoal com controle da mídia), não é suficiente para caracterizar uma democracia.
Ao final, me referi à relativização de certos princípios doutrinários e constitucionais elementares ao estado democrático de direito, como a moralidade pública, a probidade administrativa e a dignidade no exercício da função pública.
Antigamente, a chefia do governo era havida como uma magistratura; hoje, transformou-se numa caricatura, havendo governantes que se comportam como verdadeiros bufões, adotando posturas e comportamentos vergonhosos, grotescos ou caricatos, como é por exemplo, o caso do Berlusconi, na Itália. É altamente preocupante a tolerância com os destemperos e todas as violações da lei reiteradamente feitas pelo Presidente Lula, como se o princípio da legalidade não existisse ou, então, não se aplicasse a quem desfruta de grande prestígio popular.
O decoro parlamentar foi substituído pela prática do suborno desabrido, como no caso do mensalão, dos sanguessugas, do dinheiro na cueca, na bolsa, na meia etc. misturados com violação de sigilo, dossiês, aloprados, auxílio paletó, verbas de representação, uso indevido de passagens aéreas, viagens de estudo e representação com familiares e até amantes, e por aí vai. Tudo isso supostamente para garantir a governabilidade. Afinal, como disse um conhecido ator esquerdista: “não é possível fazer política sem enfiar a mão na merda” (Mário Covas deve ter-se revirado no túmulo !).
Corrupção era crime; hoje não é mais, pois “todo mundo faz isso” conforme salientou nosso líder máximo ao comentar a disseminação do chamado “caixa dois”. Ou seja; se o estupro passar a ser prática corriqueira, deixará de ser crime, a despeito do que possa estar consignado no Código Penal. A vontade popular está acima da lei formal.
Que a massa ignorante pense assim, vá lá. Mas a tolerância, a aceitação e até mesmo a exaltação da malversação de recursos públicos como indicador de esperteza e diligência, não conhece barreiras ou limites econômicos ou culturais. Pessoas da mais alta inserção social, formadores de opinião e até juristas da maior nomeada, convivem na mais santa paz com a corrupção e a violação dos princípios fundamentais da Constituição.
Atualmente, prepondera uma lastimável distinção ente a boa e a má corrupção: se for de esquerda é boa, se for de direita é ruim. O velho Adhemar de Barros ( “rouba mas faz”) e o incrível Paulo Maluf, são havidos como corruptos; mas quando o filho do Presidente, repentinamente, passa de guarda do Jardim Zoológico a milionário, tornando-se sócio de empresa concessionária de serviço público federal altamente favorecida pelo governo, ninguém se incomoda com isso! Honestidade é um preconceito burguês. Os fins justificam plenamente os meios . Tudo que for feito a pretexto de atingir uma finalidade “social” já está previamente validado.
Por exemplo, a Constituição garante o direito de propriedade, mas a nova ética pública confere valor preponderante às invasões perpetradas pelos chamados movimentos populares. Entre estes destaca-se o MST, que é uma organização clandestina, paramilitar, armada, de fins ilícitos e mantida com o desvio de verbas públicas. Mas seus dirigentes, em lugar de estarem na cadeia, são recebidos pelas autoridades com honras palacianas. E onde estão os órgãos que deveriam zelar pela defesa da Constituição ? É ensurdecedor o eloqüente silêncio dos juristas !
A ditadura militar de 1964 foi suplantada pela força do direito. Os terroristas que pretendiam substituí-la por uma ditadura populista, de esquerda, fracassaram e somente prolongaram a agonia. Quem derrubou a ditadura foram as pessoas dotadas de sensibilidade jurídica, de verdadeiro espírito democrático, realmente empenhadas na restauração do estado social e democrático de direito, dotado de instrumentos jurídicos hábeis para promover o desenvolvimento econômico e o seu compartilhamento, como meios para a eliminação da pobreza e a redução das desigualdades sociais e regionais.
Tempos difíceis se anunciam, como resultante de um conformismo generalizado. Os pobres estão satisfeitos, com as benesses do assistencialismo comprador de consciências, seus celulares e roupas de grife “Made in China”; os banqueiros jamais ganharam tanto; os setores da produção já se conformaram com a opressiva carga tributária e se contentam com protecionismos e favorecimentos (ainda que obtidos mediante propina, ou “taxa de sucesso” na novilíngua)); as oligarquias regionais tiveram seus desmandos perdoados e passaram a ser santificadas; as lideranças políticas são complacentes com qualquer coisa que não afete seus privilégios e interesses pessoais; os partidos políticos são meras aglutinações de conveniências episódicas. Não existe oposição. A maioria do eleitorado é analfabeta e altamente manipulável. Está preparado o caldo de cultura para implantação de uma ditadura populista.
Para sair desse impasse certamente teremos que contar com a coragem, o risco, o sacrifício pessoal e o talento de gente igual àqueles que nos livraram da ditadura militar. É preciso falar, protestar, denunciar, reagir, antes que seja demasiadamente tarde. Mas ainda temos juristas de verdade ? Ainda temos democratas realmente convictos ? Temos pessoas influentes que ainda acreditam nos antigos valores fundamentais da nacionalidade ? Ou todos já se renderam à nova ética pública ?
São Paulo, 20/09/10
Texto de Adilson Dallari
Algumas pessoas me pediram para colocar no papel algo que eu disse, no final de minha exposição, no XXIV Congresso Brasileiro de Direito Administrativo, em Minas Gerais. Lembrei-me do que havia dito e desenvolvi um pouco, conforme se segue.
Inicialmente, lembrei que uma ditadura não precisa ser necessariamente militar, como a do Brasil, em 1964. Antes disso, tivemos a ditadura de Getúlio Vargas, de 1937 a 1946, que era uma ditadura populista, ou seja, fundada na popularidade do Presidente da República, a quem, por ser havido como pai dos pobres e dos trabalhadores, tudo foi permitido, como, por exemplo, a supressão das garantias constitucionais do cidadão e a supressão da liberdade de imprensa.
Atualmente, na América Latina, temos, como exemplos desse modelo, a ditadura de Hugo Chaves, na Venezuela, e a cinqüentenária ditadura de Fidel Castro, em Cuba. O elevado prestígio do líder, traduzido em popularidade (às vezes autêntica, outras vezes baseado num formidável esquema de propaganda e normalmente resultante de uma combinação de carisma pessoal com controle da mídia), não é suficiente para caracterizar uma democracia.
Ao final, me referi à relativização de certos princípios doutrinários e constitucionais elementares ao estado democrático de direito, como a moralidade pública, a probidade administrativa e a dignidade no exercício da função pública.
Antigamente, a chefia do governo era havida como uma magistratura; hoje, transformou-se numa caricatura, havendo governantes que se comportam como verdadeiros bufões, adotando posturas e comportamentos vergonhosos, grotescos ou caricatos, como é por exemplo, o caso do Berlusconi, na Itália. É altamente preocupante a tolerância com os destemperos e todas as violações da lei reiteradamente feitas pelo Presidente Lula, como se o princípio da legalidade não existisse ou, então, não se aplicasse a quem desfruta de grande prestígio popular.
O decoro parlamentar foi substituído pela prática do suborno desabrido, como no caso do mensalão, dos sanguessugas, do dinheiro na cueca, na bolsa, na meia etc. misturados com violação de sigilo, dossiês, aloprados, auxílio paletó, verbas de representação, uso indevido de passagens aéreas, viagens de estudo e representação com familiares e até amantes, e por aí vai. Tudo isso supostamente para garantir a governabilidade. Afinal, como disse um conhecido ator esquerdista: “não é possível fazer política sem enfiar a mão na merda” (Mário Covas deve ter-se revirado no túmulo !).
Corrupção era crime; hoje não é mais, pois “todo mundo faz isso” conforme salientou nosso líder máximo ao comentar a disseminação do chamado “caixa dois”. Ou seja; se o estupro passar a ser prática corriqueira, deixará de ser crime, a despeito do que possa estar consignado no Código Penal. A vontade popular está acima da lei formal.
Que a massa ignorante pense assim, vá lá. Mas a tolerância, a aceitação e até mesmo a exaltação da malversação de recursos públicos como indicador de esperteza e diligência, não conhece barreiras ou limites econômicos ou culturais. Pessoas da mais alta inserção social, formadores de opinião e até juristas da maior nomeada, convivem na mais santa paz com a corrupção e a violação dos princípios fundamentais da Constituição.
Atualmente, prepondera uma lastimável distinção ente a boa e a má corrupção: se for de esquerda é boa, se for de direita é ruim. O velho Adhemar de Barros ( “rouba mas faz”) e o incrível Paulo Maluf, são havidos como corruptos; mas quando o filho do Presidente, repentinamente, passa de guarda do Jardim Zoológico a milionário, tornando-se sócio de empresa concessionária de serviço público federal altamente favorecida pelo governo, ninguém se incomoda com isso! Honestidade é um preconceito burguês. Os fins justificam plenamente os meios . Tudo que for feito a pretexto de atingir uma finalidade “social” já está previamente validado.
Por exemplo, a Constituição garante o direito de propriedade, mas a nova ética pública confere valor preponderante às invasões perpetradas pelos chamados movimentos populares. Entre estes destaca-se o MST, que é uma organização clandestina, paramilitar, armada, de fins ilícitos e mantida com o desvio de verbas públicas. Mas seus dirigentes, em lugar de estarem na cadeia, são recebidos pelas autoridades com honras palacianas. E onde estão os órgãos que deveriam zelar pela defesa da Constituição ? É ensurdecedor o eloqüente silêncio dos juristas !
A ditadura militar de 1964 foi suplantada pela força do direito. Os terroristas que pretendiam substituí-la por uma ditadura populista, de esquerda, fracassaram e somente prolongaram a agonia. Quem derrubou a ditadura foram as pessoas dotadas de sensibilidade jurídica, de verdadeiro espírito democrático, realmente empenhadas na restauração do estado social e democrático de direito, dotado de instrumentos jurídicos hábeis para promover o desenvolvimento econômico e o seu compartilhamento, como meios para a eliminação da pobreza e a redução das desigualdades sociais e regionais.
Tempos difíceis se anunciam, como resultante de um conformismo generalizado. Os pobres estão satisfeitos, com as benesses do assistencialismo comprador de consciências, seus celulares e roupas de grife “Made in China”; os banqueiros jamais ganharam tanto; os setores da produção já se conformaram com a opressiva carga tributária e se contentam com protecionismos e favorecimentos (ainda que obtidos mediante propina, ou “taxa de sucesso” na novilíngua)); as oligarquias regionais tiveram seus desmandos perdoados e passaram a ser santificadas; as lideranças políticas são complacentes com qualquer coisa que não afete seus privilégios e interesses pessoais; os partidos políticos são meras aglutinações de conveniências episódicas. Não existe oposição. A maioria do eleitorado é analfabeta e altamente manipulável. Está preparado o caldo de cultura para implantação de uma ditadura populista.
Para sair desse impasse certamente teremos que contar com a coragem, o risco, o sacrifício pessoal e o talento de gente igual àqueles que nos livraram da ditadura militar. É preciso falar, protestar, denunciar, reagir, antes que seja demasiadamente tarde. Mas ainda temos juristas de verdade ? Ainda temos democratas realmente convictos ? Temos pessoas influentes que ainda acreditam nos antigos valores fundamentais da nacionalidade ? Ou todos já se renderam à nova ética pública ?
São Paulo, 20/09/10
Você Sabe Dar ou Receber Feedback?
Ao dar feedback
Para ter eficiência, o feedback deve ser:
Descritivo ao contrário de ser um processo de avaliação: ao relatar um evento, sem julgamentos, reduzem-se as possibilidades de reações defensivas.
Quem ouve, usa o dado e a informação como julgar conveniente;
Específico ao contrário de verbalizar uma generalização: "na última reunião você fez o que tem feito outras vezes, deixou de ouvir a opinião dos demais e novamente fomos forçados a aceitar sua decisão". Ao verbalizar desta maneira, indicou-se o comportamento na determinada reunião e em outras, porém, não se acusou a pessoa de "controlador ou autoritário".
Compatível com as motivações e objetivos de ambos (emissor e receptor): quando atende apenas ao interesse de desabafo do emissor pode ser muito destrutivo, de acordo com a agressividade presente, irritação ou raiva.
Direcionado a esferas de atuação em que o receptor tenha possibilidade de aperfeiçoar: características pessoais, idiossincrasias, limitações de raciocínio e outras manifestações individuais não podem ser apontadas como falhas mas toleradas como próprias daquele indivíduo.
Solicitado , desejado e oportuno: é útil quando os observadores podem ajudar e mais próximo do comportamento ou fato em questão.
Referir-se à pessoa presente: falar no próprio nome e não fazer referências a terceiros - "muita gente já falou sobre isso de você". O feedback serve para aperfeiçoar o comportamento de alguém em relação a nós e nosso grupo.
Como receber feedback
Ouça cuidadosamente e evite interromper.
Saiba que é incômodo e, às vezes, até doloroso. Respire fundo para relaxar os músculos.
Faça perguntas se precisar esclarecer alguns aspectos. "Como eu faço ou digo para você me ver como agressivo?"
Reformule o que o outro está lhe dizendo, para que confira se ouviu e entendeu.
Reconheça o que é correto e adequado no "feedback". Concordar que seus relatórios estão atrasados é bem diferente de concordar que você é irresponsável.
Assimile, com calma o tempo, o que ouviu. Peça tempo para pensar, se necessário.
Fonte: Internet
Para ter eficiência, o feedback deve ser:
Descritivo ao contrário de ser um processo de avaliação: ao relatar um evento, sem julgamentos, reduzem-se as possibilidades de reações defensivas.
Quem ouve, usa o dado e a informação como julgar conveniente;
Específico ao contrário de verbalizar uma generalização: "na última reunião você fez o que tem feito outras vezes, deixou de ouvir a opinião dos demais e novamente fomos forçados a aceitar sua decisão". Ao verbalizar desta maneira, indicou-se o comportamento na determinada reunião e em outras, porém, não se acusou a pessoa de "controlador ou autoritário".
Compatível com as motivações e objetivos de ambos (emissor e receptor): quando atende apenas ao interesse de desabafo do emissor pode ser muito destrutivo, de acordo com a agressividade presente, irritação ou raiva.
Direcionado a esferas de atuação em que o receptor tenha possibilidade de aperfeiçoar: características pessoais, idiossincrasias, limitações de raciocínio e outras manifestações individuais não podem ser apontadas como falhas mas toleradas como próprias daquele indivíduo.
Solicitado , desejado e oportuno: é útil quando os observadores podem ajudar e mais próximo do comportamento ou fato em questão.
Referir-se à pessoa presente: falar no próprio nome e não fazer referências a terceiros - "muita gente já falou sobre isso de você". O feedback serve para aperfeiçoar o comportamento de alguém em relação a nós e nosso grupo.
Como receber feedback
Ouça cuidadosamente e evite interromper.
Saiba que é incômodo e, às vezes, até doloroso. Respire fundo para relaxar os músculos.
Faça perguntas se precisar esclarecer alguns aspectos. "Como eu faço ou digo para você me ver como agressivo?"
Reformule o que o outro está lhe dizendo, para que confira se ouviu e entendeu.
Reconheça o que é correto e adequado no "feedback". Concordar que seus relatórios estão atrasados é bem diferente de concordar que você é irresponsável.
Assimile, com calma o tempo, o que ouviu. Peça tempo para pensar, se necessário.
Fonte: Internet
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